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Tudo o que você precisa saber para não ser pego pela LGPD

Tudo o que você precisa saber para não ser pego pela LGPD 2560 1702 uds

Caso você não tenha estado na lua pelas últimas semanas, é bem possível que já tenha ouvido o termo LGPD ou tenha percebido que várias empresas estão produzindo conteúdos focados nisso.

No entendo, o que é essa tal de LGPD? Quando começa a valer? Já está valendo? Como ela pode afetar a sua empresa?

Imagino que essas perguntas estejam martelando a sua cabeça, mas vamos com calma. A ideia deste texto é responder a essas perguntas e, além disso, dar um direcionamento para você seguir e adequar seu negócio.

O que é a LGPD?

LGPD é a sigla para Lei Geral de Proteção de Dados. Essa lei foi inspirada na General Data Protection Regulation (GDPR), lei que regulamenta o tratamento de dados na União Européia desde 2016.

Sancionada em agosto de 2018, a lei número 13.709/2018 surgiu da necessidade de se criar regras para o tratamento dos dados pessoais aos quais as empresas têm acesso. É importante ressaltar que a LGPD não diz respeito a qualquer dado, são apenas dados pessoais (logo vamos explicar o que são esses dados pessoais).

Após ter o seu início adiado por duas vezes, a lei entrou em vigor em 18 de setembro de 2020. Ela impõe uma série de obrigações para empresas e organizações sobre coleta, armazenamento, tratamento e compartilhamento de dados.

Com a Lei Geral de Proteção de Dados, o Brasil entra para o grupo de mais de 120 países que possuem lei específica para a proteção e tratamento de dados pessoais.

Dados pessoais

Ok, mas o que são esses dados pessoais? De certo modo, isso pode ser encarado de uma forma bem aberta. No entanto, a LGPD define dados pessoais como “qualquer dado, isolado ou em conjunto com outros dados, que possa identificar uma pessoa, ou que possa sujeitar uma pessoa a determinado comportamento”.

Para muitas pessoas, o número de CRM (Conselho Regional de Medicina) não é um dado pessoal. Porém, se for possível identificar uma pessoa através desse número, pela LGPD ele é considerado um dado pessoal.

Logo, informações como nome, número de CPF e RG, e-mail corporativo, registro na OAB, etc podem ser considerados dados pessoais e gerar sanções para a sua empresa, caso esses dados sejam utilizados de forma indevida.

Dados sensíveis

Diferente dos dados pessoais, os dados sensíveis são aqueles dados que não deveriam servir para identificar uma pessoa, mas que combinados com outros dados, podem ser um identificador.

Por exemplo, a geolocalização é um dado que, sozinho, não significa muita coisa. Mas se for combinado com outros dados, pode acabar revelando o local de trabalho da pessoa. Logo, é um dado sensível.

Segundo a Lei Geral de Proteção de Dados, informações como opção sexual, raça e faixa salarial podem ser considerados dados sensíveis. Tendo em vista que, dependendo do contexto, servem como identificadores.

As figuras da LGPD

Podemos destacar 4 figuras que ganham destaque a partir de agora, são elas:

  • Dado em si (nome, e-mail, CPF, RG, etc);
  • Titular do dado;
  • Controlador dos dados (responsável por tomar as decisões referentes ao tratamento dos dados pessoais);
  • Operador dos dados (quem realiza o tratamento dos dados pessoais em nome do controlador).

Dependendo do tamanho da sua empresa, é possível que você tenha uma pessoa realizando as duas funções: controlador e operador. No entanto, o ideal é que sejam duas pessoas distintas para essas atividades.

Algumas empresas estão optando por contar com um DPO (Data Protection Officer), mas muitas outras estão preferindo terceirizar esse serviço. Ou seja, contratam uma empresa terceira que se responsabiliza pelo tratamento dos dados.

Mas fica o alerta: se algum desses dados vazar, a responsabilidade será da sua empresa e não da terceirizada. Pois a sua empresa é a detentora desses dados pessoais. Logo, muito cuidado ao escolher esse parceiro de proteção de dados.

Quem vai fiscalizar a LGPD?

A fiscalização da Lei Geral de Proteção de Dados será responsabilidade Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD). Entre as atividades desse órgão, estará a solicitação de relatórios de dados.

A ANPD ainda não foi instituída, a previsão é que isso aconteça no início de 2021. Talvez esse fato faça você pensar que a LGPD não está valendo ainda, mas não é bem assim. Continue a leitura!

A LGPD não está valendo?

A lei está em vigor desde 18/09/2020, mas as sanções previstas só poderão ser aplicadas a partir de agosto de 2021. Mas a possibilidade de ingressar em juízo e pleitear judicialmente a reparação pelo dano já está valendo. Ou seja, qualquer pessoa já pode fazer isso imediatamente.

Prova disso é que em 21/09/2020, três dias após a lei entrar em vigor, o Ministério Público do Distrito Federal já ajuizou a primeira ação embasada na LGPD.

Alguns dias depois tivemos a segunda ação ajuizada: contra uma empresa que compra e vende dados. Essa companhia comprava e vendia esses dados sem atender aos critérios da lei.

Em resumo, todas as normas da lei já estão valendo, as únicas coisas que ainda não estão valendo são as penalidades. Fique atento para sua empresa não ser pega pela LGPD. Até mesmo porque as penalidades são altas.

As multas previstas

A Lei Geral de Proteção de Dados prevê uma série de penalizações para quem tratar de forma indevida dados pessoais de clientes e colaboradores. Entre elas, vale destacar:

  • Multa de até 2% do faturamento bruto do último ano;
  • O valor pode chegar a até 50 milhões, dependendo do porte da empresa;
  • Multas diárias;
  • Outras penalidades dispostas em lei.

Também é importante ressaltar que essas multas são por infração, ou seja, a sua empresa pode ser penalizada mais de uma vez em um único ano, caso não esteja de acordo com a lei.

Bases Legais

As bases legais são “mandamentos” da Lei Geral de Proteção de Dados que autorizam a utilização de dados pessoais. A partir do momento em que a LGPD entrou em vigor, empresas que utilizarem dados sem uma base legal adequada, serão tratadas como infratoras.

Um fato curioso é que a falta dessa justificativa embasada nas bases legais é a maior razão para sanções da GDPR na Europa.

As 10 bases legais da LGPD são:

  1. Consentimento – Declaração clara e inequívoca de uma pessoa concordando com o uso de seus dados para as finalidades propostas pela empresa.
  2. Legítimo interesse – Permite o uso de dados sem a necessidade de obtenção de consentimento, desde que haja interesse de ambas as partes.
  3. Contratos – Pode ser usada em dois casos: cumprir uma obrigação proposta em contrato ou validar o início/fim de algum acordo.
  4. Obrigação Legal – Quando a empresa precisa utilizar ou armazenar dados para cumprir obrigações legais.
  5. Execução de Políticas Públicas – Quando o tratamento de dados pessoais é resguardado pelo interesse público.
  6. Estudos por órgãos de pesquisa – Dados que podem ser tratados para fins de pesquisa (o órgão em questão precisa estar credenciado).
  7. Processo Judicial – Dados que podem ser tratados para exercício de direito em ações judiciais.
  8. Proteção da Vida – É possível justificar a utilização de dados quando o seu uso é de interesse vital seja do titular.
  9. Tutela da Saúde – Quando profissionais de saúde, serviços de saúde ou autoridade sanitária precisam tratar dados pessoais.
  10. Proteção de Crédito – Dados tratados para a aprovação de crédito, reduzindo os riscos da transação.

Vale ressaltar que essas bases legais não têm dependência ou predominância entre si.

O que fazer com os dados?

Nesse momento, muitas empresas estão pensando que o melhor a se fazer é, simplesmente, se livrar de todos os dados. Mas cuidado, isso pode ser um tiro no pé!

Por exemplo, funcionários demitidos podem entrar com ações trabalhistas por até dois anos. Se você sair jogando todos os dados no lixo, como iria se defender em uma situação como essa? Logo, cuidado ao apagar os dados.

O mais importante, é você saber lidar com esses dados. Algumas perguntas são importantes de serem feitas:

  • Como esses dados chegam a sua empresa?
  • O que é feito com esses dados?
  • Depois de usados, são eliminados ou não?
  • Se não são eliminados, por quê?

A LGPD visa fiscalizar o tratamento de dados, ou seja, como eles são utilizados. Logo, o problema não é você ter os dados, e sim não saber usá-los.

Também é importante ressaltar que a lei não é só online! Sabe aquele arquivo morto cheio de papel que você tem em sua empresa? Caso tenha alguma irregularidade no tratamento de dados lá, sua empresa também será penalizada.

Até mesmo um documento importante que é esquecido em cima de uma mesa e vazado em uma rede social, por exemplo, é passível de sanções. Por isso é fundamental treinar e capacitar todos os colaboradores da sua empresa, todos precisam estar adequados a LGPD.

Conclusão

É muito comum ouvirmos no Brasil a expressão “essa lei não vai pegar”, tendo em vista o alto número de leis que possuímos em terras tupiniquins e desconhecemos. No entanto, esse não é o caso da LGPD.

Como citado anteriormente nesse texto, ela já pegou!

Sua empresa não deve esperar até agosto de 2021 para começar a se movimentar, porque aí já será tarde demais. Inclusive, se a sua empresa ainda não se adaptou às novas regras, ela já está atrasada.

A UDS é uma consultoria especialista em transformação digital continuada de médias e grandes empresas, como: Oi, Calvin Klein, DHL, C&A, Reserva, Médicos Sem Fronteiras, e outras.

Para adaptar todos os setores da sua empresa ao que é imposto pela LGPD, entre em contato com a nossa equipe e saiba como fazer isso com a empresa escolhida por multinacionais como parceira de transformação digital. Conte conosco para guiar seu negócio de forma rápida e segura na nova Lei de Proteção de Dados!

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Problem Framing: por que é necessário fazer as perguntas certas?

Problem Framing: por que é necessário fazer as perguntas certas? 900 635 uds

Fazer as perguntas certas para adquirir o entendimento sobre um problema é, certamente, uma das etapas mais importantes no processo de criação de um produto.

Quando você compreende todas as dimensões existentes dentro de um problema é possível obter boas opções de solução para resolvê-lo e evoluir a melhor delas até produtos ou ferramentas validados.

Um processo de entendimento profundo, onde você enquadra o problema e faz as perguntas certas até conseguir chegar à raiz dele, é chamada de Problem Framing.

Por isso, neste artigo vamos compreender o que é e qual é a importância de utilizar essa metodologia no processo de desenvolvimento de um produto. Continue acompanhando a leitura e veja:

  • O que é o Problem Framing?
  • Quais são as vantagens de utilizar o Problem Framing?
  • Como funciona o Problem Framing?

 

O que é Problem Framing?

Antes de compreender o que é o Problem Framing, é preciso fazer uma breve introdução sobre o Design Sprint.

Design Sprint é uma metodologia imersiva de até 5 dias para entender, prototipar, testar e validar uma ideia ou conceito. A intenção é, a partir dessa validação, decidir sobre continuar ou não com o desenvolvimento de um produto.

O Problem Framing é, portanto, uma dinâmica de design thinking muito importante dentro do Design Sprint, pois possibilita o enquadramento e o real entendimento sobre um problema a ser resolvido no desenvolvimento de uma solução.

Esse método estrutura a pergunta-problema ideal que muitas vezes não está clara no início do processo. Mas que se feita da forma correta, poderá direcionar a algumas tomadas de decisões importantes no futuro.

Por isso, entender e definir a pergunta-problema é indispensável para garantir que a solução proporcione resultados satisfatórios ao final do processo.

Quais são as vantagens do Problem Framing?

O Problem Framing envolve aproximar o time designado para o Design Sprint (ou para resolver um problema isoladamente) do problema alvo a ser resolvido.

Apesar de ser essencial, essa técnica é muitas vezes negligenciada pelas equipes que, na expectativa de partir para a resolução do problema o mais rápido possível, esquecem que antes de tudo precisam fazer as perguntas certas.

É importante ter em mente que, embora esse método faça parte um processo ágil, para fazer um melhor enquadramento do problema é preciso investir um tempo maior no entendimento dele do que na resolução em si.

Por isso, conhecer quais são as vantagens que o Problem Framing oferece ao processo como um todo é indispensável. 

Veja algumas dessas vantagens:

  • contextualização geral do problema e seus componentes;
  • real conexão e engajamento do time nas causas e consequências do problema;
  • auxílio na tomada de decisões estratégicas;
  • compreensão sobre as reais necessidades dos envolvidos no problema;
  • redução de retrabalhos e custos;
  • agilidade na busca de soluções que atacam a raiz do problema.

Como funciona o Problem Framing?

Fazer as perguntas certas ao problema colocado é a melhor maneira de resolvê-lo. Há diversas formas de enquadrar a pergunta-problema, envolvendo profissionais de diferentes áreas. As etapas do Problem Framing vão desde a contextualização até a compreensão profunda do problema. Confira:

Contextualize o problema

O primeiro passo para o Problem Framing é contextualizar o problema e entender suas diferentes dimensões.

É necessário explicar o problema de forma clara. Para isso, escreva e deixe visíveis as causas do problema, suas consequências diretas e o processo, ou seja, como o problema acontece.

Pesquisar o mercado e soluções disponíveis para resolver o problema também é importante para contextualizar o desafio colocado. 

Essa etapa promove o alinhamento e integração de toda a equipe sobre o desafio que precisa ser resolvido e também sobre os primeiros recursos disponíveis para isso.

Compreenda as demandas dos consumidores e do negócio

Essa é uma etapa indispensável no Problem Framing, pois vai ajudar a determinar as necessidades do usuário. Assim como, entender a usabilidade do produto. Como ele se encaixa e se diferencia das outras soluções no mercado, a partir da jornada de compra do cliente e das pesquisas de mercado envolvendo as demandas do usuário.

E assim como o entendimento das necessidades do usuário é importante, compreender as demandas do negócio e como a solução se alinha ao core business da organização é imprescindível no Problem Framing, pois, auxiliará em um melhor enquadramento da pergunta-problema.

Foque nos resultados

No Problem Framing é importante identificar com clareza os resultados que a pergunta-problema, feita de maneira correta, poderá trazer ao negócio, aos usuários e ao mercado.

Por isso, focar nos resultados claros que a solução definida pela pergunta-problema deseja obter é indispensável no processo de Problem Framing, lembrando que o  enquadramento de um problema é apenas uma das possibilidades de definição sobre o desenvolvimento de uma solução, o que nos leva ao próximo passo. 

Esteja aberto à possibilidade de um novo Problem Framing

Estabelecer a pergunta-problema no processo de Problem Framing, não quer dizer que esta é a única solução possível para responder o seu problema inicial. 

Esse é um processo de refinamento e entendimento de um problema. Por isso, estar aberto à possibilidade de desenvolver outro processo de Problem Framing também é importante. E, certamente, mais vantajoso. Para o sucesso do projeto que, ao final, encontrará o enquadramento do problema ideal para proporcionar resultados satisfatórios para o negócio.

Estar aberto à isso, poderá ajudar na tomada de decisão sobre a continuidade do projeto, levando em consideração o Problem Framing identificado e definido.

O processo de Problem Framing é indispensável para que o design sprint seja efetivo.

Desse modo, a pergunta-problema deve ser bem estruturada para obter-se uma solução que realmente vai estar alinhada com o core business do negócio e com a necessidade do usuário. Assim como, que entregue valor ao mercado como um todo.

Por isso, investir tempo e recursos necessários nessa metodologia é uma estratégia essencial para as organizações que desejam alcançar resultados de alta performance em seu nicho de atuação.

Aqui na UDS contamos com uma vasta experiência e modelos de trabalho personalizados para fomentar a inovação e transformação digital em organizações.

Saiba como te ajudaremos a estruturar produtos digitais com agilidade: fale com nossos especialistas.

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Outsourcing de Squads: quando fazer?

Outsourcing de Squads: quando fazer? 900 635 uds

No contexto atual do mercado, as organizações têm buscado abordagens ágeis para conduzir projetos e demandas internas. Um exemplo é a adesão aos Squads: equipes enxutas, multiprofissionais e auto-gerenciáveis. Mas quando fazer o outsourcing, ou seja, terceirizar?

Nessa perspectiva, neste artigo destacamos informações sobre o processo de outsourcing de squads, suas vantagens e quando optar por esse modelo de trabalho.

Continue a leitura e saiba mais sobre o assunto:

  • O  que é outsourcing de squads?
  • Quais são as vantagens do outsourcing de squads?
  • Quando escolher fazer o Outsourcing de squads?

 

O que é o outsourcing de squads?

Outsourcing de squads refere-se à contratação de consultorias externas para que formem e disponibilizem equipes de trabalho multidisciplinares e ágeis visando atender às demandas da empresa.

Quais são as vantagens do outsourcing de squads?

Uma empresa de TI que utiliza metodologias ágeis e fornece a terceirização de serviços, comumente se depara com modelos tradicionais de gestão adotados por  seus clientes.

Se adaptar a um modelo ágil de trabalho recém contratado pode ser desafiador no primeiro momento, mas também é algo muito promissor para mudar questões significativas na empresa tradicional.

Algumas vantagens do processo de outsourcing de squads são:

Retorno sobre o Investimento (ROI)

O investimento em recursos e tempo são menores quando comparados aos gastos de contratar – considerando busca, seleção, teste e recrutamento de profissionais – e desenvolver equipes internas. Isso sem falar nos possíveis retrabalhos causados por times não habituados a trabalhar em conjunto.

Em contrapartida, uma equipe especializada saberá administrar as demandas de maneira mais funcional, trazendo retorno sobre o investimento mais rápido para a empresa.

Flexibilidade e autonomia das equipes

Equipes de trabalho ágeis, como squads, possuem autonomia e são flexíveis durante sua atuação.

O fato de serem multidisciplinares torna tais equipes habilitadas a tomarem decisões que apenas uma especialidade profissional não seria capaz de decidir.

A terceirização de squads traz consigo o benefício de escala ou redução nos integrantes das squads, ou seja, tais equipes são totalmente adaptadas às necessidades do negócio em termos de habilidade e força produtiva.

Agilidade e troca de cultura 

Squads normalmente adotam práticas, metodologias e ferramentas para uma atuação ágil e comunicativa. Isso promove aumento de produtividade e ganho de tempo. 

Devido a essa característica, squads tendem a fazer entregas de trabalho em ciclos curtos e aumentar a percepção de valor gerado para a empresa. 

Esse formato de atuação tende a inspirar e servir como modelo para outras células ou departamentos da companhia tradicional. A troca de cultura é algo que promove ainda mais os ganhos de performance na empresa e é uma das grandes vantagens em aderir ao outsourcing de squads.

Comunicação e alinhamento entre os times de trabalho

A auto-organização das squads exige que um alinhamento contínuo entre os integrantes da equipe seja feito. Esses profissionais se comunicam efetivamente o todo tempo.

A intenção é identificar e reparar possíveis problemas logo que eles surgem, visando manter as entregas previstas em dia e colaborar para tornar o trabalho de cada integrante mais fácil. 

A gestão a vista, que preza por manter informações como indicadores acessíveis a todos, e algumas cerimônias de comunicação fazem com que os profissionais da squad saibam sobre o trabalho de seus colegam e possam apoiá-los proativamente.

Quando escolher fazer o Outsourcing de squads?

Esses fatores devem ser levados em consideração na escolha sobre fazer ou não o outsourcing de squads:

  • desejo por mais agilidade operacional;
  • necessidade rápida de profissionais para atuar em diferentes demandas;
  • demandas sazonais, que podem aumentar ou reduzir sem padrão;
  • volatilidade na definição do escopo de projetos e equipes para realizá-los;
  • ciclos de entrega das equipes atuais poderiam ser mais rápidos;
  • se há melhorias na comunicação e colaboração das equipes;
  • há problemas no monitoramento de progresso das equipes;
  • prazos curtos para entregas e falta time disponível;
  • se deseja garantir prazo, qualidade e vazão de projetos de inovação.

A transformação digital é uma realidade e adaptar-se é o mínimo para se manter relevante diante de um mercado extremamente competitivo.

Para tanto, é importante avaliar o parceiro certo para terceirizar as suas demandas, conhecendo referências e cases. 

A UDS provê squads de alta performance para empresas que desejam mudar suas formas de trabalho. Fale com nossos especialistas e acelere sua digitalização com times de squads ágeis.

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Product Discovery: entenda o conceito e crie o seu produto digital

Product Discovery: entenda o conceito e crie o seu produto digital 900 635 uds

O mundo atual, caracterizado pela volatilidade e pela incerteza constante, convoca às organizações, principalmente na Era da Inovação, a pensarem de maneira ágil.

A transformação digital trouxe consigo noções que antes não eram tão consideradas pelo universo organizacional, mas que hoje já fazem parte da realidade das práticas empresariais.

A agilidade é uma dessas concepções. Essa temática se tornou muito relevante no contexto dos negócios e as práticas pautadas em agilidade são uma crescente.

Muitas empresas que ainda não passaram totalmente pela transformação digital, estão começando a perceber os impactos que essa revolução tem proporcionado às organizações e, com isso, estão buscando se adaptar à este cenário cada vez mais inovador.

Para atuar com alta performance no mundo digital, é preciso estar alinhado à realidade que se apresenta. Por isso, o processo de criação de um produto é muito importante para se obter os resultados esperados e colocar a empresa em uma posição de diferencial no mercado em que está inserida.

Entretanto, este processo precisa ser bem orientado para que, ao final, não se produza apenas mais um produto que não vai agregar experiência de valor ao cliente e consumidor.

O Product Discovery é um elemento indispensável no processo de desenvolvimento de um produto digital.

Dessa forma, entender o que essa concepção propõe na experiência do usuário e no design de um produto digital que atue com alta performance, é essencial.

Continue acompanhando a leitura e veja:

  • O que é Product Discovery?
  • Qual é a importância do Product Discovery?
  • Como acontece o processo de Product Discovery?

 

O que é Product Discovery?

O Product Discovery pode ser compreendido como um processo de entendimento aprofundado sobre diversos fatores que envolvem o design de uma solução digital. Essa estratégia é considerada como um momento crítico de decisões no início do processo de criação de um produto digital.

O entendimento sobre o mercado, sobre questões relacionadas à performance da empresa em suas métricas, a compreensão sobre o produto em si, assim como, o estudo sobre como esse produto se encaixa na experiência do usuário e até as dificuldades e problemas que vêm a partir dessa solução, são alguns pontos explorados na estratégia de Product Discovery.

Com isso, o planejamento, tomando como ponto de partida essa etapa de Product Discovery, ficará muito mais alinhado à uma entrega de produto de valor ao cliente e seguirá com mais fluidez pelas outras etapas.

 

Qual é a importância do Product Discovery para a criação de um produto digital?

Pensar o Product Discovery é pensar na redução de riscos que podem surgir ao longo da jornada de criação do produto digital. Portanto, é muito importante para dar o direcionamento certo ao projeto desde o início, coletando evidências, criando hipóteses e testando-as para seguir com o desenvolvimento de um produto.

O Product Discovery é uma estratégia que requer participação efetiva de toda a equipe envolvida no desenvolvimento daquele projeto específico.

É através da colaboração e da imersão no estudo sobre os aspectos referentes ao comportamento do consumidor e às necessidades que ele apresenta, que a descoberta se inicia e o planejamento do produto digital será construído. 

Essa técnica é muito importante para que o produto criado seja eficaz na vida do usuário e não apenas funcione como mais uma solução no mercado, que pode até ser agradável, mas que não agrega valor à vida e às experiências do consumidor. Nessa perspectiva, o Product Discovery é um processo de pesquisa e envolve etapas de imersão.

Entretanto, no universo corporativo, quando se fala em pesquisa, os stakeholders logo remetem esse processo à um longo caminho a ser percorrido.

Contudo, a estratégia de Product Discovery utiliza recursos e ferramentas ágeis que tornam o processo muito mais dinâmico e entrega valor ao cliente em processos incrementados ou iterativos.

 

Como acontece o processo de Product Discovery?

O primeiro passo para criar um produto digital de sucesso é o Product Discovery. Executar essa estratégia exige algumas etapas a serem cumpridas baseadas em evidências coletadas e não apenas em suposições do que o usuário do seu produto gostaria de receber.

Muitas equipes utilizam diferentes metodologias para contemplar as etapas do processo de Product Discovery, como o Design Sprint, por exemplo. Mas independentemente da forma, o essencial é compreender quais são os problemas a serem resolvidos. Para assim reduzir os riscos de criar um produto sem usabilidade e sem valor para o usuário, que seja inviável para o negócio e que seja difícil de executar.

Vamos compreender essas etapas a seguir:

Imersão

A imersão é fundamental no processo de Product Discovery, uma vez que é preciso entender tudo que está relacionado ao contexto que envolve o negócio e o cliente. Assim como responder à algumas perguntas relacionadas, por exemplo, à real necessidade do usuário. Além das ideias iniciais sobre o valor da solução para o cliente, para o negócio e para o mercado.

Então, o diálogo com os consumidores e a compreensão desses aspectos levará à um detalhamento do seu produto digital, e as decisões tomadas serão baseadas no valor que essa solução gera ao cliente.

Alinhamento com a equipe

Uma equipe multidisciplinar é indispensável em um processo de Product Discovery. Explorar como cada profissional contribui para o projeto, a partir do que foi coletado e percebido na etapa de imersão, é fundamental para compreender como executar as próximas etapas. Assim como para antecipar e reduzir riscos que podem surgir no processo.

Prototipagem

A etapa de criação de protótipos serve para testar as suposições feitas acerca da solução nas etapas anteriores e fazer com que seu produto seja utilizado pelo seu usuário, para verificar a utilidade dele na vida do seu consumidor.

Essa fase é importante para criar representações da solução, auxiliar na tomada de decisões sobre o projeto e direcionar a próxima etapa, compreendendo a validação do produto através da experiência do usuário.

Validação através da experiência do usuário

Verificar se suas hipóteses são válidas através da experiência de uso é fundamental para prosseguir com as ideias e suposições levantadas e descartar outras hipóteses que não foram validadas.

Essa fase é um crivo feito a partir da experiência real do usuário com a solução digital prototipada. Com a conclusão dessa etapa, a criação do produto digital poderá ser iniciada. Dessa vez, com a diminuição de riscos e incertezas sobre o valor do produto que será entregue ao usuário, ao negócio e ao mercado de forma geral.

 

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Design Sprint: descubra o produto que o seu consumidor precisa

Design Sprint: descubra o produto que o seu consumidor precisa 900 635 uds

Buscar agilidade nas práticas organizacionais, assim como na gestão de projetos, é uma prática indispensável no mundo de hoje.

Boa parte das empresas já entendeu que a transformação digital não é um passo somente em direção ao avanço tecnológico do seu negócio, mas necessária também para a sobrevivência em um mercado hiper competitivo, com um  público cada vez mais exigente. 

Nesse sentido, o desenvolvimento de um produto envolve diversos aspectos que devem ser considerados antes de partir para a real produção da solução.

Quando se fala em desenvolver um produto, logo se pensa que será um processo longo, demorado e até exaustivo. Entretanto, com as metodologias ágeis, a gestão de projetos se torna cada vez mais dinâmica, produtiva e focada em resultados de valor ao cliente.

O Design Sprint é um processo de design que visa a agilidade no desenvolvimento de ideias que ainda estão em um estágio primitivo e precisam ser estruturadas o mais rápido possível para que, de fato, o desenvolvimento do produto se inicie.

Desse modo, neste artigo apresentamos algumas informações sobre o processo de Design Sprint, como funciona e algumas vantagens que ele oferece às práticas organizacionais.

Continue acompanhando e confira!

  • O que é o Design Sprint?
  • Quais são as vantagens desse processo?
  • Como funciona o processo de Design Sprint?

 

O que é o Design Sprint?

O Design Sprint é uma metodologia desenvolvida pelo Google Ventures, fundamentada em práticas de Design Thinking.

Consiste em um processo colaborativo com diversas dinâmicas para explorar possibilidades, validar hipóteses e prototipar novas ideias que se tornarão um produto a ser desenvolvido, totalmente baseado na real necessidade dos usuários deste futuro produto.

Em outras palavras, esse processo visa agilizar a tomada de decisões sobre o produto e eliminar longas discussões ou hipóteses que não foram baseadas na real necessidade do consumidor. Para isso, tudo é condensado em um processo ágil, bem estruturado e produtivo focado exatamente no comportamento que o cliente terá com o produto.

No método de até 5 dias de duração ocorrem dinâmicas de imersão em ideias, problemas e características do consumidor. Além disso há o levantamento e discussão de soluções alinhadas com os objetivos do negócio, a criação de protótipos e o teste com usuários reais para validar ou não as ideias.

Este processo geralmente é aplicado em empresas que valorizam e buscam grande velocidade para fundamentar projetos e testá-los no mercado, em detrimento de planejamentos extensos.

Quais são as vantagens do Design Sprint?

Investir em um processo de Design Sprint pode oferecer diversas vantagens às organizações, dentre elas:

  • grande velocidade para iniciar um novo projeto;
  • otimização do tempo ao reduzir processos que durariam meses, em uma metodologia que atua em um ciclo de 5 dias;
  • foco nas necessidades essenciais do usuário e redução de custos desnecessários;
  • decisões e detalhes do produto são decididos junto a especialistas e baseadas no comportamento do cliente;
  • maior entendimento do perfil, dores e necessidades dos clientes finais;
  • antecipação de riscos, necessidades e resolução de problemas de projeto;
  • maior entendimento sobre a ideia/problema, possibilidades iniciais e redução de retrabalho;
  • escolha do melhor caminho (rápido e de custo benefício) para o produto;
  • senso de colaboração entre os profissionais envolvidos;
  • promoção da cultura de inovação e agilidade;
  • adesão a práticas ágeis de trabalho.

Esse processo pode auxiliar as empresas a acelerar definições sobre uma ideia e sua eficácia para o negócio e para o cliente. Refinar produtos e projetos já criados também é possível. 

Independente do caso, executar um Design Sprint gera grande satisfação no time envolvido, tanto no ponto de vista técnico (por cumprir o objetivo) quanto no cultural (aprender e aplicar práticas de inovação, design, agilidade e colaboração).

Como funciona o processo de Design Sprint?

O funcionamento de um Design Sprint é bem estruturado e tem objetivos definidos para cada dia do ciclo total de 5 dias.

Esse é um processo de imersão, por isso, antes de iniciá-lo é importante definir a equipe certa, o desafio/problema a ser resolvido, e um local de trabalho, físico ou online, durante o processo. A partir disso, cada dia do ciclo terá alguns objetivos a serem alcançados:

Entendimento e definição (Dia 1)

O primeiro dia é a fase de entendimento sobre todos os aspectos envolvidos no projeto. Desde o contexto, como um todo, e o comportamento do consumidor, até a ideia em si.

É importante que cada membro da equipe expresse o seu conhecimento sobre a ideia, para que todos possam ter uma compreensão maior sobre as áreas envolvidas na Sprint.

Acontecem  dinâmicas interativas para facilitar esse processo e é neste dia que a semana da Sprint é estruturada.

Desenho (Dia 2)

Nesse segundo dia, é o momento de sugerir e esboçar soluções para o problema entendido e definido anteriormente.

Essa etapa é feita tanto de forma individual por cada membro da equipe, quanto de forma colaborativa e compartilhada. As  ideias, os insights sobre as soluções, suas possibilidades e aspectos são avaliados democraticamente e em grupo, assim as melhores soluções emergem com a contribuição de profissionais de diferentes áreas. 

Decisão (Dia 3)

A etapa de refinar as  soluções para o problema é importante, entretanto, no terceiro dia, é necessário filtrar as ideias que foram definidas anteriormente e decidir quais soluções devem ser prototipadas.

É inviável prototipar todas as ideias em um dia, por isso, é importante estabelecer critérios para decidir a solução ideal, e a partir disso, colocá-la no storyboard do protótipo.

Prototipação (Dia 4)

Com um storyboard definido no terceiro dia, agora é hora de iniciar a prototipação do produto.

Essa etapa é muito intensa e requer o máximo de produtividade para que o protótipo seja finalizado com qualidade e em tempo hábil para o dia 5: o dia do teste.

Nesse dia, tudo é utilizado visando prototipar a melhor solução possível: o que se conhece sobre o cliente final, vantagens e desvantagens das soluções propostas e todo o conhecimento do time sobre o negócio. 

A melhor solução possível não significa a maior solução, ou seja, aquela que contempla tudo que pode ser imaginado para resolver o problema. Na prototipação, o foco do time está em conceber a solução mais enxuta e funcional, visando velocidade e custo-benefício na solução do problema.

Assim, é necessário ter bem definido o tempo para cada tarefa, assim como seus responsáveis.

Teste (Dia 5)

A fase de teste é um momento crítico de decisão a partir das interações de potenciais consumidores com a solução prototipada, feitas individualmente.

Quando os usuários reagem ao protótipo em tempo real, a equipe obterá as impressões e feedbacks necessários para decidir se a ideia precisa ser reformulada ou se seguirá adiante.

Processos como esse fazem uma empresa aumentar sua vantagem competitiva e alcançar rápidos resultados em seu mercado de atuação.

 

A UDS é parceira de diversas companhias líderes em seus segmentos e pode ajudar sua organização a desenvolver projetos a partir de Design Sprints ágeis que geram real valor para o negócio.

Veja o que dizem alguns clientes sobre o processo de imersão da UDS com o Design Sprint.

Descubra como aceleramos a digitalização da Mtrix

Descubra como aceleramos a digitalização da Mtrix 1623 1090 uds

Cresce, cada vez mais, a utilização de apps mobile como ferramentas de trabalho.

No Brasil, hoje, 230 milhões de smartphones estão em pleno funcionamento, transitando informações que vão desde a compra e venda de produtos até a conexão entre pessoas por meio digital. 

Neste cenário, ser mais digital tornou-se um desafio para todas as empresas.

A Mtrix, referência nacional em inteligência de mercado, contou com a nossa parceria para acelerar a digitalização do seu negócio.

 

Acesse o case e entenda como, em 5 dias, ajudamos a Mtrix a estruturar um novo produto digital: