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Transformação Digital: crescimento acelerado para empresas do Varejo Moda

Transformação Digital: crescimento acelerado para empresas do Varejo Moda 968 645 uds

Neste artigo iremos abordar a Transformação Digital no Varejo Moda:

  • Direct-to-consumer (D2C)

  • O uso da Inteligência de Dados junto às soluções digitais

  • Transformação digital na cadeia produtiva

  • Transformação digital e o relacionamento com o consumidor

  • Tecnologias emergentes no varejo moda

A transformação digital é um gatilho para o setor de varejo moda e isso inclui a performance das companhias, pois quando as empresas são mais produtivas geram um menor impacto no ambiente. O que pode equivaler a 48% menos do tempo que um item leva para passar por toda a robusta cadeia da indústria da moda.

Diante da oportunidade do setor, vem o desafio da empresa crescer sem perder os gaps da inovação.

O investimento em aplicações digitais é uma das ferramentas para a sustentabilidade da Moda, reduzindo o custos da cadeia produtiva e aproximando clientes e marcas.

Na atualidade, as marcas jovens que nasceram sobre o conceito digitally native vertical brands apostam na moda como serviço e não como produto. São marcas nativas digitais, que adotam recursos de tecnologia com grande agilidade.

O varejo do futuro será focado em experiências que tornarão o consumo uma consequência fluida e consciente.

 

 

Direct-to-consumer (D2C):

É um conceito no qual não há interlocutores nos processos que vão da produção até a compra. O modelo direct to consumer (direto ao consumidor), adotado por algumas empresas do varejo de moda, agrega muito mais agilidade para os clientes finais.

Antes uma marca D2C precisava investir milhões de reais em formatos tradicionais de comunicação (televisão, rádio e revistas). Com o acesso a internet, o relacionamento com o cliente final ficou muito mais fácil.

Grandes plataformas digitais chamam a atenção do consumidor. Nos dias de hoje, elas são o ponto inicial para busca de produtos. O interessante é que o site das marcas representa apenas 1% dessa movimentação: 55% buscam na Amazon, 28% no Google e outros 16% em outros grandes varejistas.

A transformação digital não se trata apenas de mudanças feitas pela tecnologia. Esta última, é sim parte essencial do processo, mas a causa mãe são as pessoas e as prioridades por elas apontadas.

No entanto, realizar adaptações nos modelos de negócios é um desafio para o varejo de moda. Hoje o consumidor quer provar uma roupa sem sair de casa, comprar e trocar seu produto sem morosidade ou burocracias.

Em conclusão, oferecer uma experiência de compra encantadora, de forma dinâmica e ágil é essencial para atender o perfil de cliente que deixou de ser passivo.

 

Postura corporativa no varejo moda

Escalando digitalmente: o uso da Inteligência de Dados junto às soluções digitais

Os processos de coleta, análise de dados, pesquisa e criação de produtos podem ser fortemente apoiados por tecnologia ofertada pelos parceiros corretos. Adotar esse comportamento é algo altamente relevante para ter um posicionamento inovador no mercado da moda.

As novas empresas atuantes no varejo moda possuem dinamismo e crescimento acelerado. Essas são consequências da adoção de processos lean e conceitos de agilidade em suas operações.

Em outras palavras, são empresas que estão unindo criatividade e transformação digital para constantemente testar novas possibilidades. Por sua vez, tais testes culminam em que inovações podem refletir em toda a sua cadeia produtiva.

Problemas de eficiência em gestão refletem na experiência de compra dos clientes. Por consequência, grandes varejistas de moda passaram a contar cada dia mais com terceiros especialistas em seus segmentos, principalmente em tecnologia.

Sendo assim, criar canais que gerem informações e mais do que isso, analisar todas elas, pode gerar insights sobre os mais diversos aspectos para os times de marketing e vendas.

 

Estratégias para conduzir a Transformação Digital

Contar com o conhecimento específico de parceiros tecnológicos permitem manter os times internos das companhias focados em seu core-business. O que influi na assertividade das ações e na agilidade dos prazos internamente conhecidos.

Outro meio de dinamizar as ações é através de aplicativos mobile. Disponibilizar aplicativos para o cliente final (nativos, por exemplo) permite que cientistas de dados das marcas cruzem informações. E assim, munam todos os times da empresa com questões relevantes sobre o consumo em tempo real.

Além disso, as comunicações personalizadas para cada cliente têm ganho espaço. São interações que consideram suas preferências individuais, obtidas pelo histórico de navegação, de compras anteriores entre outras informações.

Outros recursos que vêm sendo muito utilizados são os algoritmos e as técnicas de Machine Learning. Tais ferramentas, nos permitem compreender o impacto que as imagens causam, assim como a organização de produtos nas lojas influenciam a preferência de compra de consumidores.

Dados são fundamentais para o sucesso de crescimento de uma grande varejista de moda.

Entregar aos gestores da marca um controle total sobre informações de consumo em tempo real é uma grande vantagem. Com isso, é possível decidir sobre a necessidade de incrementar o estoque de determinadas peças ou deixar de produzi-las, por exemplo, em função da vazão dos produtos nas lojas.

Não obstante, outro relevante recurso proporcionado pela Inteligência de Dados são as avaliações feitas por clientes. Estes são insights muito valiosos os quais podem ser usados em coleções presentes e futuras.

 

 

Transformação Digital na cadeia produtiva

A transformação digital no varejo moda também incrementa os processos na cadeia produtiva. Processo de modelagem 3D permitem reduzir drasticamente o número de protótipos necessários para as coleções, evitando o desperdício.

Já na produção, existem tecnologias que personalizam o produto via ”scanners corporais”, engajando o consumidor e aumentando a taxa de conversão.

Outra tecnologia com potencial imensurável é a Inteligência Artificial. Esta nos permite acessar, processar e analisar volumes astronômicos de dados, seguida de recomendações personalizadas. Recomendações estas semelhantes aos resultados personalizados das buscas no Google, ou as recomendações de filmes e música do Netflix e Spotify.

 

Transformação Digital no varejo moda e o relacionamento com o consumidor

Prosumers:

A jornada de compra vem tomando novas formas. O cliente não é apenas um simples consumidor, ele é também a vitrine do negócio. Gradativamente, a promoção de marcas por meio da propaganda passiva vem ganhando relevância em redes sociais.

A palavra prosumer é um neologismo das palavras producer + consumer (produtor e consumidor), e significa alguém que tem a capacidade de produzir conteúdo ao mesmo tempo em que o consome.

Os prosumers atuam, significativamente, como influenciadores de consumo e seu posicionamento baseia-se além das práticas mercadológicas, pois também levam em consideração os valores morais da marca.

De acordo com uma pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), nove em cada dez consumidores brasileiros pesquisam na internet antes de comprar.

Devido ao empoderamento digital, os consumidores buscam avaliações e opiniões em redes sociais e os influenciadores passaram a ter um relevante papel nas estratégias de marketing das grandes marcas.

Sendo assim, o novo comportamento do consumidor desafia as empresas, progressivamente, a proporcionarem uma experiência positiva, tornando a jornada de compra mais satisfatória do início até o pós-venda.

 

Guides Shops:

Ir até a sua loja favorita, experimentar os modelos que mais gosta e recebê-los em casa é o  modelo que está revolucionando o jeito de comprar e consumir moda no Brasil. Os Guides Shops são modelos de compra onde a experiência vai muito além das araras dominando o espaço. Nelas, o objetivo é gerar conhecimento da marca e criar uma vivência fluida de compra.

Deste modo, provar as peças, conhecer tecidos, e ver de perto os detalhes (como acabamento, costura e caimentos) passou a ser mais valorizado. Nos Guides Shops, também conta-se com a ajuda dos consultores estilistas das marcas que utilizam desse modelo de operação para proporcionar uma experiência única e completa.

Outro fator facilitador é a inexistência de caixas nas lojas, permitindo que clientes possam finalizar suas compras nos tablets ou computadores disponíveis. Além da possibilidade de agendar a entrega das peças para a casa.

Não obstante, a jornada de compra do consumidor também é impactada pelos apps das marcas. Neles é possível finalizar uma compra que teve início na loja física (em diversos lugares) e receber o produto em casa.

Da mesma forma, também são facilitados outros procedimentos digitais como comprar pela internet e pegar o pedido na loja comum mais próxima (com frete grátis), devolver e trocar peças. O foco é oferecer mais praticidade aos clientes.

 

 

Tecnologias emergentes do varejo moda:

As grandes empresas estão se movimentando quanto as tecnologias emergentes: pesquisas da Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostram que a cada 10 companhias, 7 já utilizam tecnologias digitais — sendo que 73% atuam na denominada Indústria 4.0 mesmo que em um estágio inicial. Em 2016, esse número era de apenas 63%.

A transformação digital é um excelente veículo para dinamizar os processos das empresas de varejo moda, proporcionando:  

  • Insights mais assertivos com identificação precisa de necessidades e preferências de consumidores.

  • Agilidade na cadeia produtiva, reduzindo o tempo entre a fábrica e a “arara”.

  • Novos modelos de negócio.

 

Ademais, apps com pesquisas analisam parâmetros (forma, tamanho e cor) para localizar produtos específicos, notificar o interessado e informar mais detalhes sobre os locais de compra.

Além disso, a Realidade Aumentada (RA) e a Realidade Virtual (RV) são outros tipos de recursos para criar experiências imersivas. Com elas, permite-se que o consumidor “vista” as roupas e acessórios antes de comprá-los.

Atualmente, já é possível mensurar em tempo real o atendimento ao cliente e as vendas de uma loja física. Inteligências que identificam gênero, idade e reação facial do consumidor (com o produto e com o atendimento) não são tão comuns, mas possíveis e aplicáveis.

Também é plausível, através das novas tecnologias, registrar a movimentação no interior da loja e acumular conhecimento inteligente sobre produtos mais visados pelo consumidor; produtos que pegou em mãos, mas não comprou e reações na interação com o vendedor.

 

Beacons

Os beacons são dispositivos de proximidade que transmitem informações diretamente para um app. Para as lojas é vantajoso para criar campanhas, entregar conteúdo e informações em tempo real para o cliente. Além das diversas possibilidades, o beacon é bastante acessível e não precisa de internet, pois funciona via bluetooth do celular.

 

Gôndola infinita

Com a gôndula infinita o cliente tem uma experiência em ambiente virtual dentro da loja, podendo comprar até mesmo produtos que estão no centro de distribuição. Além disso, ele pode agendar a entrega na sua residência ou conforme achar mais cômodo.

 

Apps de lojas

Desenvolver um app para vender online é a aposta do momento da rede varejista. Grandes nomes desse mercado já lançaram os seus. Não somente para venda, mas também com diversas funcionalidades para facilitar a vida do cliente e garantir maior frequência de uso do aplicativo.

 

Realidade aumentada

Essa tecnologia permite que usando um aplicativo para smartphone o cliente faça interações com objetos virtuais que não estão no ambiente real. Para o varejo o objetivo é proporcionar uma experiência de compra diferenciada. Assim, torna-se possível que o cliente interaja com a vitrine, provador virtual e até mesmo com a loja sem estar dentro dela.

 

RFID

Trata-se de uma tecnologia de identificação por radiofrequência que auxilia diretamente no controle dos itens que entram e saem do estoque. Deste modo, é possível identificar de uma só vez diversos produtos a uma distância maior. As etiquetas de RFID são uma alternativa aos clássicos códigos de barras.

 

As possibilidades para uso do digital são infinitas. Obter um meio para adentrar nesse ambiente é também a fórmula para garantir a sobrevivência da empresa. Do contrário, mais que rapidamente, a empresa perderá a chance de oferecer produtos e serviços que encante o cliente.

 

Parcerias estratégicas para Transformação Digital no Varejo Moda:

Cada vez mais grandes varejistas de moda contam com terceiros especialistas em seus segmentos, principalmente para Transformação Digital.

Por isso trabalhamos com equipes exclusivas e dedicadas à incorporar verdadeiramente as necessidades do usuário e os objetivos do negócio para criar produtos digitais de impacto.

Empresas como Calvin Klein, John John e Le Lis Blanc optaram por uma parceria estratégica que os permitem focar por ações mais assertivas e manter seus times internos concentrados no core-business.

 

Carolina Strobel, Diretora de Inovação da Restoque, empresa detentora de grandes marcas como Le Lis Blanc, Dudalina e John John Base, ressalta a importância dessa parceria:

Buscávamos no mercado empresas que nos ajudassem a transformar nossa realidade. Não queríamos uma relação contratual, mas sim uma relação de confiança e de valores não financeiros. A grata surpresa foi, ao final do projeto, olhar para trás saber que escolhemos as pessoas certas. Isso eu não tenho a menor dúvida e acredito que ninguém do time tenha. Eles não só estavam sempre disponíveis como também estavam com uma vibe positiva.

 

Frederico Silveira, Diretor de Tecnologia da Calvin Klein, destaca o impacto do processo de imersão realizado pela UDS:

Somos parceiros com um objetivo em comum de fazer a coisa funcionar. Essa forma de conceber produtos é ágil e direta. Vamos entregar um produto enxuto e muito funcional. A expectativa foi ultrapassada e muito. Aconteceu uma revolução, algo que nunca rolou dentro da empresa que é essa sinergia. Foi produzido muita coisa e o material entregue é muito rico. E hoje todo mundo se sente seguro para entregar o produto para os “C-levels”. Quando você mostra o protótipo e o cara sorri, não precisa falar mais nada. O feedback está dado.

Na Era Digital, a questão não é mais “Quando?”, e sim “Como?” sua empresa se transformará digitalmente.

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"Como a transformação digital mudou a comunicação das marcas com seus consumidores"

O impacto da transformação digital na relação com o consumidor

O impacto da transformação digital na relação com o consumidor 576 360 uds

Ligar para o call center ou usar o aplicativo do smartphone, qual opção seria escolhida pelo seu consumidor para tirar uma dúvida ou resolver um problema? Lembre-se: estamos em plena transformação digital, onde todas as possibilidades costumam estar na palma da mão.

 

A transformação digital como estratégia

Já que as soluções precisam estar a um clique de distância e a comunicação ser rápida e assertiva, a estratégia para manter uma boa relação com o consumidor é ser digital.  Afinal, eles querem estar próximos a marca e ter seus desejos atendidos.
Um a cada três CEOs das maiores empresas da América Latina tem a transformação digital como base da sua estratégia corporativa, segundo dados da International Data Corporation (IDC).
Portanto, não é à toa que as empresas têm repensado seu relacionamento com os clientes.

 

O que mudou com o relacionamento digital

Anteriormente, o foco estava no produto ou serviço. Hoje, o consumidor busca uma boa experiência com a marca, acima de tudo. Além de satisfazer suas necessidades e aproximá-lo da marca, a relação precisa ser positiva em todas as interações. É preciso ouvir e interpretar o consumidor.

 

Por que é preciso se adaptar?

Acima de tudo, por que o consumidor só se torna embaixador da marca quando é colocado no centro das decisões.

Além disso, a pesquisa global da consultoria Protiviti alerta que resistir às mudanças causadas pela transformação digital poderá ser fatal às corporações de economia tradicional em 2019. O receio sobre os avanços das organizações nascidas digitalmente foi tão evidente no levantamento que a preocupação com o fator disrupção digital saltou do 10º lugar em 2018, para o 1, evidenciando como a agilidade e a escalabilidade estão no topo das prioridades das empresas.

 

A forma errada de fazer

Mesmo já investindo no digital, muitas marcas ainda ignoram a necessidade de integrá-lo ao físico e acabam frustando os consumidores. É um erro pensar que oferecer um canal digital resolve todos os problemas e coloca a empresa no auge da transformação digital. Vejamos os erros mais comuns:

Automatização sem conhecimento

Antes de tudo é preciso conhecer o comportamento do consumidor e entender suas reais necessidades. De nada adianta sair automatizando atividades pela metade com a ideia de que o atendimento humano pode terminar o serviço e agradar. É preciso avaliar se esse tipo de interação prevê o que realmente importa para o usuário.

Dar mais trabalho para os clientes

Quando encontra, ou procura, um canal de atendimento digital o cliente acredita que conseguirá resolver tudo o que precisa ali, de forma fácil. Porém, se outro atendimento precisa ser buscado gera frustração e lhe dá ainda mais trabalho, desestimulando a buscá-lo novamente.

Ignorar a interdependência dos canais

Além de comprometer a experiência do cliente, quando funções e incentivos não são coordenados entre os canais, a análise de desempenho e conversão entre eles também perde o critério. Por exemplo: medir uma métrica de atração de clientes para o canal de vendas ignorando o fato de que eles chegam até lá com dúvidas sobre o produto ou serviço, fará com que as chamadas para o atendimento sejam incentivadas no momento errado da jornada do consumidor.

 

Fazendo do jeito certo

Saber como evitar os erros é meio caminho andando para o acerto. Por isso, vejamos agora formas de acertar no relacionamento com o consumidor:

Analise todos os dados

Quer compreender o seu consumidor? Analise seu comportamento nos seus canais de atendimento e terá todas as respostas. Hoje, há formas avançadas de análise dessas informações que levam a compreender os motivos de busca por atendimento e suas dores. Conheça o cliente e preveja suas ações, ajudando-o mais eficientemente.

Integre o humano ao digital

A ideia é resolver os problemas com rapidez, independentemente do canal utilizado e sem que o cliente se frustre com a troca. Uma boa estratégia para mostrar que o digital também pode ser assertivo e que o consumidor está bem assistido com ele é integrar, de forma eficiente, chats e mídias sociais.

Perceba os canais em separado

Integrar o digital e humano pode ser necessário, no entanto, para reduzir os atritos entre ambas e melhorar a qualidade da interação é preciso analisá-los individualmente. Identifique o que leva o usuário a abandonar o atendimento virtual e partir para o humano e terá o foco da falha.

Afinal, por que acreditar na transformação digital?

Porque o cenário mudou, porque 40% dos consumidores preferem fazer suas compras pelo celular e porque eles passam três horas por dia conectados, em média. Em 2018 o e-commerce teve crescimento de 23% na Black Friday. Várias estatísticas provam a preferência e o desejo dos consumidores em permanecer no digital.

 

A transformação digital em 2018

Inegavelmente, a concorrência já está, ou se prepara, para o digital.

Um estudo realizado da IDG, mostra que o digital-first já foi adotado como estratégia por 89% das organizações. 34% das startups aumentaram sua receita dessa forma.

Em comparação com as empresas tradicionais, as startups lideraram no quesito transformação digital. Veja os insights:

  • 55% das startups têm estratégias de negócio voltadas para o digital. Nas empresas tradicionais, apenas 38%;
  • 95% das startups têm planos de criar negócios totalmente digitais. Já 87% das empresas tradicionais nem pensam no assunto;

Certamente, a disrupção é mais fácil nas startups, devido ao seu modelo de negócio.
As companhias tradicionais têm tido mais dificuldades, um dos motivos talvez seja a falta de habilidade técnica, problema driblado com a terceirização. De acordo com o relatório Digital Means Business de 2018, essa foi a saída encontrada por 60% das empresas envolvidas na transformação digital.

Afinal, são várias as razões para terceirizar o desenvolvimento de software.

 

Vamos conversar sobre a sua transformação digital?

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Boas razões para terceirizar o desenvolvimento de software

Boas razões para terceirizar o desenvolvimento de software 3840 2160 uds

O desenvolvimento de software requer profissionais, conhecimentos e ferramentas específicas. Quando a empresa não os têm, internamente, a melhor estratégia é a terceirização. Afinal, vivemos uma transformação digital, onde as empresas precisam se ajustar aos hábitos e tendências de consumo.

O relatório Digital Means Business de 2018, aponta que 60% das organizações que já começaram sua transformação digital optaram pela terceirização.

Em resumo, a terceirização permite consolidar a estratégia web, agregando valor à marca com qualidade e economia. Sim, a economia é uma das suas vantagens, mas há muitas outras que veremos mais à frente.

 

Razões para escolher a terceirização

Custa menos do que manter uma equipe interna

Incorporar o desenvolvimento web ao leque de atribuições da sua equipe significa investir em ferramentas, infraestrutura, softwares, treinamentos, salários, benefícios, encargos sociais, entre outros custos. Já com o outsourcing (como também é chamada a terceirização) essas responsabilidades ficam com a terceirizada.

Entregas de valor

Ao passo que buscar tendências e inovação é rotina nas empresas especializadas em outsourcing, agrega-se qualidade ao software, já que ferramentas e especialistas em todas as etapas do processo e plataformas resultam em soluções atualizadas e compatíveis as necessidades dos clientes.

Informações seguras

Se a ideia de partilhar informações confidenciais sobre seu negócio não lhe parece segura, tenha em mente que o critério na segurança dos dados de um cliente é questão de extrema seriedade e há medidas rígidas de controle. Sem dúvida uma empresa reconhecida saberá tratar da confidencialidade das suas informações.

Projeto finalizado em menos tempo

O desenvolvimento de software ganha em velocidade com um time expert no comando. Inegavelmente, a agilidade nos processos e nas respostas evita desperdícios, reduz perdas e ameaças, favorece as oportunidades e melhora a experiência do cliente. Certamente, esse diferencial coloca a sua empresa à frente da concorrência, otimizando a excelência nos negócios.

 

Leia mais: Por que o MVP é essencial para criar e acelerar seu aplicativo?

 

Soluções mais rápidas

Novamente, o diferencial está na vivência dos especialistas, que lidam com as nuances da área diariamente e sabem como prever e resolver problemas. Dessa maneira, elimina-se o risco de atrasos no cronograma do projeto e falhas no desenvolvimento e implementação do sistema. Sabemos que os atrasos podem causar prejuízos.

Flexibilidade de custo

Diferente de uma equipe interna, que gera custos fixos mesmo em períodos ociosos, uma empresa especializada em outsourcing permite estimar e controlar o investimento. Isso por que o valor pode ser aplicado por sprints – ciclos de entrega. Além do controle do orçamento, essa flexibilidade permite melhorar o ROI do projeto.

Equipe interna focada no core business

Ao terceirizar o desenvolvimento de software, o gestor pode direcionar sua equipe para o foco do negócio. Ou seja, estar livre para criar estratégias que tragam melhorias para o setor e para a empresa favorece a inovação e potencializa os bons resultados internos.

 

Ideias que podem causar receio

Apesar das boas razões citadas e de ser uma prática com resultados conhecidos, atribuir o sucesso da sua plataforma a uma empresa externa ainda pode causar alguns receios, como por exemplo:

A empresa não conhece o negócio

Obviamente, a empresa terceirizada não será especialista na área do cliente. Afinal, sua expertise é em desenvolvimento web e esse é o motivo da terceirização. Porém, o que garante o sucesso da relação é a forma como a terceirizada imerge na realidade do cliente, conhecendo suas dores e necessidades. A dica é: converse e perceba como se dará esse processo.

Haverá dependência da terceirizada

Outro mito. O contrato vai deixar muito claro que o produto é da sua empresa. Não há riscos de interdependência e pose do produto por parte da terceirizada. Além disso, o projeto é desenvolvido em linguagens que podem ser continuadas por outra desenvolvedora se por algum motivo for necessária a descontinuidade da parceria.

 

O outsourcing deixou de ser valorizado apenas pela economia e eficiência. Atualmente, é tido como uma importante ferramenta estratégica.

Vamos conversar sobre as possibilidades de terceirização para sua empresa?

Somos especialistas em outsourcing de desenvolvimento de software web e aplicativos mobile.

As tendências da Inteligência Artificial no setor financeiro

As tendências da Inteligência Artificial no setor financeiro 890 501 uds

Já falamos aqui sobre a IA e sua aplicação nas mais diversas áreas. Mas, no post de hoje, vamos nos focar na utilização da Inteligência Artificial no setor financeiro.

Certamente, você já percebeu que parte das nossas ações diárias são conduzidas por alguma forma de Inteligência Artificial. No segmento bancário não é diferente. A automação de processos internos e o atendimento virtual aos clientes são duas das principais e mais benéficas aplicações.

A tecnologia já é adotada por algumas instituições e o setor deve se beneficiar muito com esta inovação, aliás as expectativas são altas.

Setor confiante

Uma pesquisa, divulgada recentemente pela Accenture, mostrou que 82% dos executivos brasileiros acreditam que em três anos a IA será a principal forma de relacionamento entre os bancos e seus clientes. Além disso, 91% confiam que a Inteligência Artificial simplificará a criação de interfaces, o que possibilitará oferecer ao cliente final uma experiência mais humana e pessoal.
Inegavelmente, a previsão de todos os bons resultados da Inteligência Artificial no setor financeiro é fruto da grande quantidade de dados sobre o comportamento, preferências e desejos dos clientes. O volume de informação supera a capacidade humana de processamento e a sua análise permite a melhoria nas relações.

 

Quais as possibilidades de ganho?

Ao pré-programar as máquinas com base no comportamento e inteligência humana, se reduz ou elimina a intervenção humana em processos burocráticos como o agrupamento de dados para geração de relatórios, por exemplo. Dessa forma, libera-se profissionais para atividades mais estratégicas e gera-se muitas outras vantagens, como:

Eliminação de erros

Tecnologia é sinônimo de automação e todo processo automatizado está além das limitações humanas, tanto em relação a produtividade quanto a chance de erro.
Ou seja, a Inteligência Artificial no setor financeiro agiliza e dá precisão aos processos. Diferente de um humano, a máquina só para quando há uma falha técnica e nunca vai errar um lançamento de dados ou trocar algum deles, o que está sujeito a acontecer mesmo com o melhor e mais experiente dos profissionais.

Redução de custos

Se não há erros não há retrabalho e tudo o que precisa ser refeito demanda tempo e como dizem por aí: tempo é dinheiro. Além disso, geralmente um erro de cálculo ou lançamento indevido pode gerar inúmeros transtornos, como processos, pedidos de reparação e outros conflitos que levam a multas e prejuízos. Similarmente, também é possível reduzir o quadro de pessoal e isso gera grande economia com salários, benefícios, encargos trabalhistas e impostos.

Aumento da produtividade

Ao usar tecnologias de Inteligência Artificial para otimizar os processos burocráticos e repetitivos os profissionais ficam livres para se preocupar e ocupar com tarefas mais estratégicas que trarão mais vantagem competitiva para a instituição.
Ou seja, a IA é uma forma de aproveitar melhor a capacidade da equipe e tornar seu trabalho ainda mais eficiente.

Mais segurança

Se em todas as empresas que lidam com dados a segurança da informação é prioridade, nas instituições bancarias não é diferente. O uso da Inteligência Artificial no setor financeiro resulta em altos níveis de proteção, evitando vazamentos ou roubos de dados, além da incrível capacidade de detectar falhas que abram brechas na segurança.

 

As aplicações da Inteligência Artificial

Relativamente, a IA é uma tecnologia nova. Seu uso e benefícios ainda estão sendo conhecidos e testados, por isso mesmo, há uma gama imensa de possibilidades a serem exploradas. A Inteligência Artificial no setor financeiro agrega mais assertividade e segurança para clientes e instituição. Vejamos alguns exemplos do que já tem sido feito.

Integração com redes sociais

Se você ainda não o fez, certamente, em breve fará uma transação bancária pelo aplicativo da sua rede social preferida. Sim, sem acessar o internet banking ou app do banco.

Atendimento pelo chatbot

Talvez nem percebamos, mas os chatbots têm dominado o relacionamento com o cliente, dando mais agilidade e inteligência ao contato. Além da possibilidade de conversas com clientes, o futuro da Inteligência Artificial no setor financeiro é de interações (ou ações nos terminais de atendimento) com reconhecimento de fala.

Combate a fraudes

A possibilidade de analisar as informações em tempo real elimina, efetivamente, o risco de fraudes. Em instituições que já adotaram a tecnologia, a redução da taxa dos falsos positivos em transações chegou a 50% e o índice de eficiência da detecção em 60%.

Personalização de serviços

Diversas são as pesquisas que apontam para o desejo dos consumidores de ter seus hábitos de consumo e preferências conhecidos pelos prestadores. Com a IA é possível oferecer combinar dados que reconhecem comportamento do cliente e oferecer a ele um produto ou serviço de acordo com aquele momento de vida.

Como vimos, não resta dúvidas sobre a relevância da Inteligência Artificial no setor financeiro. Afinal, a transformação digital revolucionou a forma de se relacionar e prestar serviço.

Transforme-se com a gente!

Inteligência Artificial é tendência para o Marketing em 2019

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Nos posts anteriores já falamos o quão presente a Inteligência Artificial (IA) está na nossa rotina.

Sem dúvidas, ela chegou para ficar e revolucionar todas as indústrias. Mas, hoje vamos falar de uma área que promete adotar a IA de vez em 2019: o Marketing.

 

Marketing Digital e Inteligência Artificial

Certamente, o trabalho ficará ainda mais assertivo com a IA. Analise preditiva, melhores experiências para os clientes e marketing direcionado são alguns dos benefícios.

A Inteligência Artificial caminha junto a outras tecnologias, como a rede 5G, Internet das Coisas (IoT), Big Data, Aprendizado de Máquina e veio para revolucionar as relações de consumo.

Sem dúvida em 2019 a IA levará o marketing centrado no cliente a um novo nível.

 

Confira algumas das aplicações da IA no Marketing Digital

Automação

Processos manuais e repetitivos serão feitos por robôs que imitam o comportamento humano. Dessa forma, a empresa reduz custos e elimina o risco de erro. O resultado? Clientes mais satisfeitos!

Ou seja, é a vez dos chatbots como assistentes virtuais e no atendimento ao consumidor. 85% das empresas que já utilizam a Inteligência Artificial tiveram aumento na produtividade, segundo dados de uma pesquisa da Vanson Bourne.

Personalização por dados

Prever o comportamento do consumidor é o desejo de todo profissional de Marketing. Além disso, também é desejo dos clientes – uma pesquisa da Adobe mostrou que 80% deles querem experiências de compra personalizadas e 59% desejam que suas compras passadas sejam lembradas.

A Inteligência Artificial ajuda a obter esses padrões e perfis de consumo. Analisando os dados comportamentais dos seus clientes a equipe poderá desenvolver uma campanha mais estratégica (do jeito que o consumidor deseja), além de fazer recomendações inteligentes.

Melhor experiência do usuário

Sabe por que o cliente deseja que a empresa conheça suas compras e perfil? Por que isso melhora a sua experiência nos canais.

Com a Inteligência Artificial ajudando a prever padrões, ciclos de busca e personas a experiência do usuário só tem a ganhar. Aqui cabe falar, novamente, dos chatbots que vão facilitar muito o relacionamento com a marca. Se sua empresa ainda não tem um assistente virtual, comece já a planejar o seu.

Pesquisa de voz

"Pesquisa de voz é uma das aplicações da IA"

É provável que até 2020, metade das pesquisas serão feitas por voz, de acordo com estimativa da ComScore.

Atualmente, a maioria das pessoas só utiliza o reconhecimento de voz quando estão com as mãos ocupadas, mas com a Inteligência Artificial melhorando a precisão das buscas por voz a tendência é que elas aumentem.

O time de Marketing terá que aprender com as diferenças da pesquisa escrita e falada para criar novas formas do seu produto ser encontrado.

Pesquisas intuitivas

Independente de ser por voz ou escrita, as pesquisas ficarão mais fáceis. Mesmo já sendo práticas, as buscas podem ficar confusas dependendo do termo utilizado. Com a Inteligência Artificial rastreando facilmente o comportamento do usuário as suas decisões serão previstas, dando ‘intuição’ ao mecanismo de pesquisa.

Público-alvo certo

Inegavelmente, todo profissional de Marketing sonha alcançar as pessoas certas com suas campanhas. No entanto, a expansão geográfica, os muitos tipos de interesses e tantos outros fatores dificultam o acerto.

Baseando-se na Inteligência Artificial as respostas serão precisas, possibilitando o alcance do público correto e proporcionando-o experiências incríveis.

Isso por que será possível analisar o conteúdo que o consumidor potencial está consumindo, seja conteúdo gerado por marketing, suporte ou documentos técnicos ou gerado pelo próprio usuário. Experiências personalizadas são o que proporcionam altos índices de satisfação para os clientes e é isso que eles esperam, a propósito.

Publicidade eficaz

Mesmo com toda mudança cultural e tecnológica os anúncios ainda são uma ótima maneira de promover qualquer marca.

Neste ponto você já ouviu falar bastante sobre como a Inteligência Artificial coleta e analisa dados do usuário, prevendo comportamentos e estabelecendo padrões, mas convém reafirmar que com essas informações a criação dos anúncios terá na sua essência as preferências do público-alvo, que obviamente os otimiza.

Outra vantagem é que o fluxo de trabalho digital também se tornará mais fácil, já que as soluções com tecnologia de Inteligência Artificial de fácil implantação são disponibilizadas para mais empresas que buscam maximizar a tecnologia.

Melhor ROI

"ROI de Marketing elevado"

O reconhecimento de imagem de alto nível pode tornar os processos de pagamento mais rápidos e é um dos recursos proporcionados pela Inteligência Artificial. As transações online também ganham em segurança.

O Aprendizado de Máquina coleta comportamentais do usuário e adiciona ao seu inventário um melhor design do banco de dados.

Com testes A / B automatizados e algoritmos que se atualizam em tempo real, melhorias necessárias podem ser feitas dinamicamente para aumentar o ROI de marketing.

Realidade virtual e aumentada

Não podemos citar o avanço da Inteligência Artificial sem falar dos recursos de Realidade Virtual e Realidade Aumentada, que também são tendências em alta para 2019.

Virão por aí os testes de produtos que ganharão ‘vida’ diante dos olhos dos potenciais consumidores.

Grandes marcas já enxergaram a oportunidade e pretender adotar o recurso em 2019. Novamente, é a experiência do cliente passando de nível.

 

Leia mais: Realidade Virtual x Realidade Aumentada: você sabe diferenciar?

 

Com tantas novidades já deu para perceber que o Marketing Digital tem um futuro incrível pela frente, não é?

A criatividade terá reforço da tecnologia. E à medida que as empresas se familiarizem com a Inteligência Artificial o aprendizado da máquina tende a melhorar. Os dados serão acessados ainda mais rapidamente, os insights serão melhores e as oportunidades mais claras.

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"A automação pode aumentar a produtividade das equipes"

Como a automação pode aumentar a produtividade da sua equipe

Como a automação pode aumentar a produtividade da sua equipe 1000 667 uds

Entregar bons resultados no menor tempo possível é um importante diferencial competitivo. Ter em mente que a automação pode aumentar a produtividade sem sacrificar a qualidade dos processos é a chave do sucesso para as empresas.

A automação é mesmo uma boa?

Pare por 10 minutos e pense em quantos processos sua equipe se envolve diariamente.
Agora pergunte-se: Quanto tempo esses processos demandam, em um dia, um mês, um ano? São tarefas repetitivas? Exige tempo que poderia ser aproveitado em atividades mais intelectuais?
De posse de todas as respostas, certamente, você já percebeu que o potencial do seu time pode estar sendo desperdiçado em tarefas repetitivas que podem (e devem) ser automatizadas.
Então, a pergunta agora é: Por que não utilizar tecnologias, sistemas computacionais ou banco de dados para automatizar esses processos?
Certamente, sobraria tempo e disposição para soltar a criatividade e gerar novas estratégias de negócio, novos produtos e serviços, ou até mesmo aprimorar o trabalho que já existe.

Os principais tipos de automação

Maiores que os benefícios (que trataremos a diante) são as possibilidades de processos que podem ser automatizados. Inspire-se conhecendo alguns tipos:

• Automação de vendas;
• Automação de marketing;
• Automação de propostas;
• Automação de contratos;
• Automação via API;
• Automação de relacionamento com o cliente.

 

Os benefícios e como a automação pode aumentar a produtividade na sua empresa

Aí vai uma lista de vantagens que se tem ao começar a utilizar uma ferramenta de automação de processos:

• Mais consistência nos fluxos de trabalho;
• Mais visibilidade de todos os envolvidos no processo;
• Mais confiança entre áreas no trabalho realizado;
• Correção de problemas de comunicação (em processos discutidos por e-mails, por exemplo);
• Melhora do serviço prestado e, consequentemente, no atendimento aos clientes.

 

Outros benefícios que valem a pena ser vistos com calma

Mais produtividade

Inegavelmente, alguns gestores podem pensar que a produtividade está ligada apenas a capacidade individual, no entanto, processos enfadonhos e repetitivos, tem o poder de travar o rendimento e afetam diretamente a produtividade das equipes.
Tarefas totalmente operacionais, uma vez que são automatizadas, liberam os colaboradores para outras funções que exigem mais deles, melhorando a produtividade como um todo.
Entretanto, é importante ressaltar que o processo automatizado precisa ser feito do modo correto, só assim elimina retrabalho e extingue de vez a necessidade de interferência.
Vale lembrar ainda que a tarefa que foi automatizada também ganha velocidade. Um exemplo é a automação de relacionamento onde o atendimento a clientes é feito por chatbots. Falando nisso, veja alguns princípios básicos de planejamento para implementar um bot. 

Menos erros

Enquanto um humano é suscetível a errar, uma ferramenta de automação dará um sistema de gestão de qualidade excelente e inquestionável. Por consequência, se não há erros, o fluxo de trabalho não é interrompido e os comuns atrasos,  simplesmente deixam de existir.
Se não há erros a qualidade do serviço realizado será excepcional.
Dessa forma o relacionamento com o cliente ganhará em funcionalidade e rapidez, que é tudo o que qualquer consumidor espera.

Menos custos e burocracia

Logo que a chance de erro é extinta (significando zero retrabalho), com um software específico para cada tarefa o tempo de execução será infinitamente menor, e isso sugere menos funcionários.
Em conclusão, com menos pessoal sobra mais espaço físico, que pode ser aproveitado por novos equipamentos que, consequentemente, significa crescimento da produção.
Semelhantemente, mais espaço também será gerado com o fim dos gigantes almoxarifados. Afinal, com processos automatizados os documentos serão digitalizados ou criptografados.

Padronização de tarefas

É comum que cada equipe ou colaborador tenha seu ‘jeitinho’ de executar a tarefa. Automatizando o processo todos seguirão os mesmos passos.
Além de garantir uma melhor cadência ao trabalho, ter um padrão a seguir garante que mesmo com a saída de um funcionário, um novo possa realizar a função a partir do ponto onde o anterior parou.

Otimização de processos

Como mencionamos acima os procedimentos ficam registrados na plataforma. Dessa forma, quando houver falhas é fácil e rápido identificar de onde ela partiu e corrigi-la. Que fique claro que a intenção não é responsabilizar equipes, mas quando há uma falha, mais importante que apontá-la é identificar suas causas.

Dados integrados

Quando diferentes setores trabalham em prol do mesmo objetivo é importante que todos tenham alinhados as mesmas informações.
Imagine: marketing e comercial trabalham em conjunto, mas um setor utiliza uma planilha e o outro adota um software gratuito. A conversa será difícil e o acompanhamento dos dados impossível, por isso uma plataforma que reúna e unifique as informações possibilita que as estratégias sejam construídas em conjunto e estejam acessíveis a todos.

Quantificação dos resultados

Ter em mãos relatórios de performance permite o monitoramento, análise e alteração de estratégias sempre que necessário. Processos automatizados são uma rica fonte de informação que podem ser acessadas de forma rápida e segura a fim de identificar as potencialidades, deficiências, e basear as tomadas de decisão.

 

Automação na prática

Já sabemos que a automação pode aumentar a produtividade das equipes e liberá-las de tarefas cansativamente repetitivas. Mas, quais processos podem ser automatizados?
Separamos alguns exemplos que podem lhe inspirar.

E-commerce e transportadoras

Nos e-commerces a automação mais comum é a de rota de entrega. Com o processo automatizado e rastreável o cliente e o departamento de logística acompanham todo o percurso do produto até o destino final, inclusive suas paradas.
Transportadoras também se beneficiam de informações sobre a coleta do produto, geração de NFe, data e hora do envio e a rota que está sendo feita. Registrar a entrega e coletar assinatura digital do receber, além de monitorar o retorno do caminhão são outras vantagens.

Indústrias

A gama de aplicações é imensa para o setor industrial. Independente da setor, sempre haverá a necessidade de controle de estoque, avaliação das etapas e do ciclo produtivo e a busca de economia no uso de maquinários.
Se a indústria lida com matérias primas perecíveis ainda mais a automação pode aumentar a produtividade, já que o controle de estoque (de insumos e produtos prontos) deve levar em conta datas de validade. Automatizado, o processo alertará, sem erros, sobre o vencimento dos prazos e gerenciará os pedidos.

"Automação facilitando processos industriais"

Atendimento e relacionamento

Qualquer consultoria indicará a importância do bom relacionamento e atendimento ao cliente. Afinal, quem não quer ser ouvido e bem atendido?

Algumas empresas cultivam e necessitam dessa interação mais que as outras, mas todas têm suas seções de Ouvidoria ou SAC.
A automação desses processos é imprescindível para um bom relacionamento e atendimento eficaz.
Novamente, gerar métricas para conduzir avaliações e dar suporte as decisões. Veja os registros de ocorrência que podem ser gerados:

• contatos atualizados do cliente;
• tipo de ocorrência;
• descrição detalhada do problema;
• tempo de atendimento realizado pelo operador.
Com essas informações coletadas, é possível:
• encaminhar a ocorrência online ao departamento correto;
• monitorar e cobrar respostas;
• solicitar um feedback ao cliente e mensurar o seu nível de satisfação;
• atualizar o banco de dados.

"Automação de atendimento com chatbots"

Vendas

Vender exige atenção, aos clientes e aos processos.
Não seria ótimo que sua equipe de vendas só se preocupasse em dar atenção aos clientes e suas necessidades? Isso é possível (e muito indicado, a propósito). A automação de vendas realiza a gestão de pedidos, faturamento, envio de e-mails e o agendamento de reuniões. E tudo no tempo estipulado, sem atrasos e falhas.

"Automação em processos de vendas"

Esses são alguns poucos exemplos, existem muitos outros.
O importante é que este texto tenha cumprido o propósito de mostrar o papel da automação e como ela contribui para aumentar os resultados positivos encurtando o tempo gastos nos processos.

E na sua empresa, qual ou quais processos podem automatizados?
Fale conosco, podemos ajudar!