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Transformação digital: a disrupção para o crescimento

Transformação digital: a disrupção para o crescimento 2000 1333 uds

As tecnologias emergentes estão mudando a forma como as empresas operam internamente e se relacionam com clientes.

Mas porque algumas empresas crescem de forma exponencial e outras não?

Para converter seu potencial interno (capital humano, produtos, etc) em valor pro cliente final, as empresas precisam inovar assertivamente. 

Nos últimos 5 anos, das empresas líderes em inovação que optaram pela transformação digital, 50% informaram grande esclarecimento e evolução em sua cadeia de valor, ou seja, passaram a compreender e otimizar o que gera valor pro negócio e pro cliente.

“A economia do futuro é digital e cresce a um ritmo 2,5 vezes superior aos demais setores. Globalmente, deve representar US$23 trilhões em 2025 e, localmente, atingir 25% do PIB brasileiro já em 2021.” Segundo o Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão

O que é a Transformação Digital?

A Transformação Digital é a adoção estratégica de tecnologias digitais para melhorar processos e produtividade, gerenciar riscos de negócios e melhorar o atendimento ao cliente.

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Tendências da Transformação Digital: Encontrando novas oportunidades 

O desempenho das tecnologias avançadas em relação ao custo de implementá-las está melhorando dia após dia. Essa melhoria reflete em grandes oportunidades na esfera digital.

Até o fim deste ano espera-se que mais de 50% das organizações redirecionem seus investimentos para inovações na experiência do cliente, segundo pesquisa da Gartner. 

Até 2020:

  • 86% dos compradores pagarão mais para ter uma melhor experiência. A experiência superará (se já não supera) o preço e o produto como diferencial das marcas.
  • Pelo menos 55% das organizações vão se considerar  digitais e buscarão criar novos modelos de negócios, produtos e serviços habilitados digitalmente.
  • 30% das empresas do G2000 destinarão pelo menos 10% da receita para alimentar suas estratégias digitais.

Até 2021:

  • Blockchain e tecnologias adjacentes serão responsáveis por reduzir os custos de transações em até 35%.

Até 2023: 

  • 95% das empresas terão incorporado KPIs digitais – com foco nas taxas de inovação de produtos/serviços, capitalização de dados e experiência dos funcionários – para compreender sua performance neste meio.

Fonte de Dados: IDC, Novembro 2018. 

Desafios para a Transformação Digital Ágil

Em uma pesquisa feita pela Harvard Business Review foram entrevistados líderes executivos para saber o que acreditavam ser o maior impedimento para a Transformação Digital.

Dos 734 entrevistados, 55% disseram que a cultura tem sido um significativo desafio para a Transformação Digital. Outros 43% disseram ser o processo e menos de um terço (30%) citaram a tecnologia como obstáculo (Barreiras para Transformação Digital segundo 734 executivos. Fonte: Harvard Business Review Analytic Survey, Julho 2018). 

Acredita-se que o equívoco está em focar apenas no “digital” quando a “transformação” é o que importa. Transformar a cultura da empresa é a maior preocupação dos executivos. 

Mas porque tamanha preocupação? 

Mudar a cultura corporativa é desafiar constantemente o status quo da empresa. 

É preciso repensar antigos métodos e compreender que, em muitos casos, o que trouxe a companhia até onde ela está não será o que a levará ao próximo passo. Isso é essencial para que novos canais de oportunidades possam surgir.

Para tanto, as lideranças devem a como o digital está integrado ao funcionamento da empresa. Colaboradores devem ter a liberdade de compartilhar idéias e hábitos. Isso fomenta processos internos de inovação. 

Lembrando que isso leva tempo e ocorre gradualmente. Adotar uma cultura de colaboração, adaptabilidade e transparência irá impulsionar o processo de transformação.

E sua empresa, está pronta para inovar? 

De acordo com a pesquisa feita entre CEOs feita pela PwC, 55% dos executivos-chefes de grandes empresas globais acreditam não estarem aptos para inovar com efetividade.

transformacao-digitalFonte: PwC, 22nd Annual Global CEO Survey – 2019.

Mas a verdade é que para cada empresa esse processo é percebido de maneira diferente. Não há uma única definição que se aplique a todas. Não à toa que as empresas buscam cada vez mais por parcerias estratégicas para conseguir soluções alinhadas com seus objetivos estratégicos particulares.

Afinal, em tempos digitais, não mudar é muito mais arriscado do que buscar a transformação digital.

O Outsourcing como estratégia

Sabemos que formar um time qualificado multidisciplinar demanda tempo e dinheiro. Como se não fosse o bastante, o resultado final dos projetos ainda pode não ser o esperado inicialmente.

Por estas razões, elencamos algumas das vantagens do Outsourcing como estratégia para acelerar a Transformação Digital:

  • Acesso a especialistas com conhecimentos e habilidades multidisciplinares;
  • Rápido lançamento de novos produtos no mercado;
  • Maior acessibilidade tecnológica;
  • Liberação dos recursos internos gastos na contratação de pessoal;
  • Agilidade para realocar pessoas no projeto;
  • Redução do risco interno;
  • Aumento do foco e, consequentemente, eficiência na gestão.

Contar com uma parceria estratégica faz toda a diferença para as empresas que buscam agilidade e sabem que qualidade não é negociável.

Foi trabalhando desta forma que a Capptan nosso time expert em desenvolvimento mobile, entrou para o Top 3 de especialistas em apps da América Latina. 

Grandes companhias como Calvin Klein, DHL, Médicos Sem Fronteiras, redeFlex, Restoque e Sicredi contam conosco em seu processo de Transformação Digital. Veja o que eles disseram:

Carolina Strobel – Diretora de Inovação da Restoque:

“Buscamos no mercado empresas que nos ajudassem a transformar nossa realidade. Não queríamos uma relação contratual, mas sim uma relação de confiança e de valores não financeiros. Não tenho a menor dúvida de que eu indicaria.”

Frederico Silveira – Diretor de Tecnologia da Calvin Klein: 

“Essa agilidade e forma de conceber produtos é muito importante. É ágil e direta. Vamos entregar um produto enxuto e muito funcional. Aconteceu uma revolução, algo que nunca rolou dentro da empresa que é essa sinergia.”

Ricardo Gossi – CIO da redeFlex: 

“Em duas semanas tínhamos toda a fase inicial de ideação, prototipação e análise prontos. A gente pode se apoiar em diversos profissionais para entregar uma solução em tempo curto com muita qualidade. A UDS é como uma extensão da nossa empresa.”

Na era Digital, a questão não é mais “quando?”, e sim “como?” sua empresa se transformará digitalmente.

Conheça nossa Jornada do Cliente e inicie/acelere sua transformação digital: 

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Produtos digitais: os facilitadores da Transformação Digital

Produtos digitais: os facilitadores da Transformação Digital 4933 3247 uds

Os produtos digitais modificaram os modelos de negócio. As empresas estão se mostrando preocupadas (como nunca) com a experiência de seus clientes e também em compreender sua performance. Hoje a digitalização é prioridade para as empresas que buscam se diferenciar no mercado. 

Também sabemos que o crescimento exponencial das famosas High Growth Companies é impulsionado pela inovação combinada com tecnologia.

Ainda assim, nas companhias há diversos gargalos para adesão a novas tecnologias.

Mais da metade dos executivos acreditam que a resistência a mudanças é o fator limitador para o processo de transformação digital, segundo pesquisa feita pela PwC. Embora pareça óbvio, o fator essencial para caminhar mais rápido para essa transformação é ter a mentalidade de um “disruptor digital”. 

Em muitas empresas a Transformação Digital é condicionada a projetos pontuais e isolados. Repensar isso é um passo difícil, mas essencial. Somente expondo as companhias à experimentação é possível criar terreno fértil para que as inovações surjam.

Diante disso, companhias estão investindo em desenvolvimento de software como estratégia para o crescimento. Além de otimizar os processos internos, softwares são pivôs da interação de tais empresas com seus parceiros, fornecedores e principalmente consumidores.

No caso da Walmart, por exemplo, investir no desenvolvimento de um software logístico resultou no aumento da produtividade e redução dos preços que, por consequência, impulsionou seu crescimento acelerado. 

Com essa mentalidade a Walmart passou de uma participação de 3% no mercado de varejo para 50%, e conquistou a posição de maior empresa varejista e empregadora do mundo

Em geral softwares são os principais facilitadores da Transformação Digital quando ela já se tornou tema importante na cabeça dos decisores e cultura da empresa. Produtos digitais são ferramentas de diferenciação no desempenho das empresas, independente da área.

Outsourcing como estratégia para criar produtos digitais relevantes

A cada dia cresce a demanda por produtos digitais personalizados. Tais produtos são solicitados pelas mais diversas áreas de negócio das companhias. As demandas vão de operações básicas até inovações de mercado.

Além de acelerar o desenvolvimento de software e facilitar o caminho rumo a Transformação Digital, a terceirização – ou outsourcing – dá às organizações a liberdade para solicitar projetos que atendam ao que elas realmente precisam e não o que elas conseguem fazer com sua equipe interna atual.

Preparar e manter um time digital compatível com as necessidades da companhia é um desafio que diretores de tecnologia, inovação e canais digitais não precisam mais enfrentar sozinhos. Isso se torna ainda mais difícil com as mudanças nas necessidades da empresa.

Por estas e outras razões há vantagens em utilizar a terceirização/outsourcing como braço direito no desenvolvimento de produtos digitais. Veja mais:

  • Rápido acesso a equipes com habilidades multidisciplinares;
  • Liberação dos recursos internos gastos na contratação de pessoal;
  • Foco do time interno em sustentar a operação do negócio;
  • Disponibilidade de equipes para atuar em projetos simultâneos;
  • Flexibilidade para aplicação de diferentes metodologias sob demanda;
  • Governança dos projetos baseada em indicadores e gestão a vista;
  • Agilidade para lançar produtos digitais;
  • Agilidade para realocar pessoas e gerir mudanças necessárias;
  • Transparência no controle de custos e contratação apenas sob demanda.

Saiba mais: Boas razões para terceirizar o desenvolvimento de software.

Por isso, contar com uma parceria estratégica para o desenvolvimento de software faz toda a diferença para as empresas que buscam agilidade e sabem que qualidade não é negociável.

Por atuar com performance e focada nos desafios das companhias parceiras, a Capptan nosso time especialista em desenvolvimento mobile entrou para o Top 3 melhores especialistas em apps da América Latina. 

Calvin Klein, DHL, Médicos Sem Fronteiras, redeFlex, Restoque e Sicredi são algumas de nossas parceiras. Saiba mais sobre nossa parceria com a Calvin Klein:

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Case Calvin Klein

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A PVH é uma varejista americana com sede em NY, que administra diversas marcas – incluindo CALVIN KLEIN, TOMMY HILFIGER, Van Heusen, IZOD, ARROW, Speedo, além de várias outras marcas próprias e licenciadas.

O conglomerado ultrapassou 9 bilhões de dólares em faturamento, e emprega mais de 36 mil pessoas full e part-time.

 

Contexto

 

Clientes têm se tornado a cada dia menos fiéis a etiquetas e mais engajados em experiências. Marcas líderes de mercado devem repensar seu investimento em tecnologia.

Ir além de ferramentas para ganho de performance operacional, e construir relacionamentos com clientes em larga escala é um desafio pras grandes companhias.

Encontrar o parceiro de tecnologia ideal é essencial para vencer esse desafio.

Desafios

 

1 – Incluir tecnologia na jornada de compra de clientes, manter a pessoalidade dos atendimentos e ainda assim permitir ganho de escala.

2 – Aumentar o engajamento de colaboradores, assim como suas taxas de conversão e adesão a processos.

3 – Diminuir o risco representado pelo turnover.

 

Atuação

 

Criamos um time multidisciplinar para apoiar o cliente em decisões de negócio fundamentadas por tecnologia. Atuamos com dinâmicas próprias para descobrir, prototipar e construir uma solução composta por aplicativo iOS (nativo Swift) e Painel Web que:

 

  • Empodera personas da operação Calvin Klein com informações relevantes em tempo real.

 

  • Permite fáceis interações para coleta e gestão de dados de alto valor agregado para o negócio.

 

  • Trata dados, gera e entrega informações no momento certo e para as pessoas corretas.

 

 

 

Especialistas de ponta a ponta

 

1 – Fundamentamos todas as decisões tomadas: cada funcionalidade do software foi planejada considerando as características e o comportamento (físico e digital) dos usuários.

 

2 – Prototipamos em tempo real: exemplificamos cenários e testamos hipóteses. Garantimos experiências de uso que vão além de telas bonitas.

 

3 – Identificamos e adotamos postura planejada frente a riscos: propomos ações práticas e de sucesso mensurável.

 

4 – Agimos frente a premissas e condições de ambiente apresentadas pela Calvin Klein: fizemos acontecer independente das adversidades.

 

5 – Construímos junto: o cliente faz parte do nosso time. Acompanhamento em tempo real e entregas contínuas são a base do nosso formato de trabalho.

 

6 – Operação e sustentação: apoiamos o cliente durante o lançamento e adesão da solução. Mantemos estrutura e processos (SLA, workflow) para sustentar o software após a entrega.

 

Tecnologias

 

Java, C# Core 2, VueJS, Swift, Oracle.

MVVM, Micro-services, CQRS.

 

Conheça o impacto real do processo de imersão:

 

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Case RedeFlex

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Com know-how em transações eletrônicas e logística em todo território brasileiro, a redeFlex atua em aproximadamente 1.500 localidades com mais de 65 mil clientes. É licenciada das maiores operadoras do Brasil, recebe soluções de qualidade por meio de Point of Sale (POS) e máquinas de cartões de crédito, incluindo: recarga de telefonia fixa e móvel, crédito e débito, chip pré-pago, vale transporte público e o benefício Ticket e VR que podem ser habilitados a qualquer momento.

 

Contexto: 

 

Ser especialista em transações eletrônicas requer prover aos clientes aplicações robustas, aptas a operar em diferentes contextos e devices com alta disponibilidade. O grande foco no modelo de negócios exige que empresas líderes nesse mercado contem com parceiros de tecnologia tão ágeis quanto elas. Esses parceiros devem compreender sua operação e estar aptos a integrar o time não como um simples fornecedor, mas como um ativo estratégico da companhia.

 

 

Desafios: 

 

  • Aumentar a qualidade de aplicativos essenciais para a operação do negócio.

 

  • Agilidade para adequar aplicativos às mudanças operacionais.

 

  • Desenvolver novas funcionalidades em projeto de caráter contínuo.

 

  • Ter time-to-market altamente competitivo para lançar novas soluções digitais.

 

  • Evoluir práticas de adesão e migração a novas versões.

 

Atuação:

 

Especialistas conduzem entregas contínuas em aplicativos de uso diário na operação do cliente.

 

Montamos frentes de trabalho para cada necessidade, fator este que permite evoluir os softwares existentes e desenvolver novas soluções digitais em paralelo.

 

Diferentes perfis de profissionais atuam nessas frentes de trabalho, em caráter full-service: analistas, designers, desenvolvedores, testers e gestores. Com times específicos, desenvolvemos soluções que:

 

– São a base da operação do cliente “na ponta”, ou seja, na interação entre vendedores e estabelecimentos.

 

– Permitem planejamento, execução e monitoramento de atividades.

 

– Trata dados, gera e entrega informações no momento certo e para as pessoas corretas.

 

 

Especialistas de ponta a ponta:

 

  1. Fundamentamos todas as decisões tomadas: cada funcionalidade do software foi planejada considerando as características e o comportamento (físico e digital) dos usuários.

 

  1. Prototipamos em tempo real: exemplificamos cenários e testamos hipóteses. 

Garantimos experiências de uso que vão além de telas bonitas.

 

  1. Identificamos e adotamos postura planejada frente a riscos: propomos ações práticas e de sucesso mensurável.

 

  1. Agimos frente a premissas e condições de ambiente apresentadas pela Calvin Klein: fizemos acontecer independente das adversidades.

 

  1. Construímos junto: o cliente faz parte do nosso time. Acompanhamento em tempo real e entregas contínuas são a base do nosso formato de trabalho.

 

  1. Operação e sustentação: apoiamos o cliente durante o lançamento e adesão da solução. Mantemos estrutura e processos (SLA, workflow) para sustentar o software após a entrega.

 

Conheça a parceria de Transformação Digital com a Redeflex:

 

 

 

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Transformação Digital: crescimento acelerado para empresas do Varejo Moda

Transformação Digital: crescimento acelerado para empresas do Varejo Moda 968 645 uds

Neste artigo iremos abordar a Transformação Digital no Varejo Moda:

  • Direct-to-consumer (D2C)

  • O uso da Inteligência de Dados junto às soluções digitais

  • Transformação digital na cadeia produtiva

  • Transformação digital e o relacionamento com o consumidor

  • Tecnologias emergentes no varejo moda

A transformação digital é um gatilho para o setor de varejo moda e isso inclui a performance das companhias, pois quando as empresas são mais produtivas geram um menor impacto no ambiente. O que pode equivaler a 48% menos do tempo que um item leva para passar por toda a robusta cadeia da indústria da moda.

Diante da oportunidade do setor, vem o desafio da empresa crescer sem perder os gaps da inovação.

O investimento em aplicações digitais é uma das ferramentas para a sustentabilidade da Moda, reduzindo o custos da cadeia produtiva e aproximando clientes e marcas.

Na atualidade, as marcas jovens que nasceram sobre o conceito digitally native vertical brands apostam na moda como serviço e não como produto. São marcas nativas digitais, que adotam recursos de tecnologia com grande agilidade.

O varejo do futuro será focado em experiências que tornarão o consumo uma consequência fluida e consciente.

 

 

Direct-to-consumer (D2C):

É um conceito no qual não há interlocutores nos processos que vão da produção até a compra. O modelo direct to consumer (direto ao consumidor), adotado por algumas empresas do varejo de moda, agrega muito mais agilidade para os clientes finais.

Antes uma marca D2C precisava investir milhões de reais em formatos tradicionais de comunicação (televisão, rádio e revistas). Com o acesso a internet, o relacionamento com o cliente final ficou muito mais fácil.

Grandes plataformas digitais chamam a atenção do consumidor. Nos dias de hoje, elas são o ponto inicial para busca de produtos. O interessante é que o site das marcas representa apenas 1% dessa movimentação: 55% buscam na Amazon, 28% no Google e outros 16% em outros grandes varejistas.

A transformação digital não se trata apenas de mudanças feitas pela tecnologia. Esta última, é sim parte essencial do processo, mas a causa mãe são as pessoas e as prioridades por elas apontadas.

No entanto, realizar adaptações nos modelos de negócios é um desafio para o varejo de moda. Hoje o consumidor quer provar uma roupa sem sair de casa, comprar e trocar seu produto sem morosidade ou burocracias.

Em conclusão, oferecer uma experiência de compra encantadora, de forma dinâmica e ágil é essencial para atender o perfil de cliente que deixou de ser passivo.

 

Postura corporativa no varejo moda

Escalando digitalmente: o uso da Inteligência de Dados junto às soluções digitais

Os processos de coleta, análise de dados, pesquisa e criação de produtos podem ser fortemente apoiados por tecnologia ofertada pelos parceiros corretos. Adotar esse comportamento é algo altamente relevante para ter um posicionamento inovador no mercado da moda.

As novas empresas atuantes no varejo moda possuem dinamismo e crescimento acelerado. Essas são consequências da adoção de processos lean e conceitos de agilidade em suas operações.

Em outras palavras, são empresas que estão unindo criatividade e transformação digital para constantemente testar novas possibilidades. Por sua vez, tais testes culminam em que inovações podem refletir em toda a sua cadeia produtiva.

Problemas de eficiência em gestão refletem na experiência de compra dos clientes. Por consequência, grandes varejistas de moda passaram a contar cada dia mais com terceiros especialistas em seus segmentos, principalmente em tecnologia.

Sendo assim, criar canais que gerem informações e mais do que isso, analisar todas elas, pode gerar insights sobre os mais diversos aspectos para os times de marketing e vendas.

 

Estratégias para conduzir a Transformação Digital

Contar com o conhecimento específico de parceiros tecnológicos permitem manter os times internos das companhias focados em seu core-business. O que influi na assertividade das ações e na agilidade dos prazos internamente conhecidos.

Outro meio de dinamizar as ações é através de aplicativos mobile. Disponibilizar aplicativos para o cliente final (nativos, por exemplo) permite que cientistas de dados das marcas cruzem informações. E assim, munam todos os times da empresa com questões relevantes sobre o consumo em tempo real.

Além disso, as comunicações personalizadas para cada cliente têm ganho espaço. São interações que consideram suas preferências individuais, obtidas pelo histórico de navegação, de compras anteriores entre outras informações.

Outros recursos que vêm sendo muito utilizados são os algoritmos e as técnicas de Machine Learning. Tais ferramentas, nos permitem compreender o impacto que as imagens causam, assim como a organização de produtos nas lojas influenciam a preferência de compra de consumidores.

Dados são fundamentais para o sucesso de crescimento de uma grande varejista de moda.

Entregar aos gestores da marca um controle total sobre informações de consumo em tempo real é uma grande vantagem. Com isso, é possível decidir sobre a necessidade de incrementar o estoque de determinadas peças ou deixar de produzi-las, por exemplo, em função da vazão dos produtos nas lojas.

Não obstante, outro relevante recurso proporcionado pela Inteligência de Dados são as avaliações feitas por clientes. Estes são insights muito valiosos os quais podem ser usados em coleções presentes e futuras.

 

 

Transformação Digital na cadeia produtiva

A transformação digital no varejo moda também incrementa os processos na cadeia produtiva. Processo de modelagem 3D permitem reduzir drasticamente o número de protótipos necessários para as coleções, evitando o desperdício.

Já na produção, existem tecnologias que personalizam o produto via ”scanners corporais”, engajando o consumidor e aumentando a taxa de conversão.

Outra tecnologia com potencial imensurável é a Inteligência Artificial. Esta nos permite acessar, processar e analisar volumes astronômicos de dados, seguida de recomendações personalizadas. Recomendações estas semelhantes aos resultados personalizados das buscas no Google, ou as recomendações de filmes e música do Netflix e Spotify.

 

Transformação Digital no varejo moda e o relacionamento com o consumidor

Prosumers:

A jornada de compra vem tomando novas formas. O cliente não é apenas um simples consumidor, ele é também a vitrine do negócio. Gradativamente, a promoção de marcas por meio da propaganda passiva vem ganhando relevância em redes sociais.

A palavra prosumer é um neologismo das palavras producer + consumer (produtor e consumidor), e significa alguém que tem a capacidade de produzir conteúdo ao mesmo tempo em que o consome.

Os prosumers atuam, significativamente, como influenciadores de consumo e seu posicionamento baseia-se além das práticas mercadológicas, pois também levam em consideração os valores morais da marca.

De acordo com uma pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), nove em cada dez consumidores brasileiros pesquisam na internet antes de comprar.

Devido ao empoderamento digital, os consumidores buscam avaliações e opiniões em redes sociais e os influenciadores passaram a ter um relevante papel nas estratégias de marketing das grandes marcas.

Sendo assim, o novo comportamento do consumidor desafia as empresas, progressivamente, a proporcionarem uma experiência positiva, tornando a jornada de compra mais satisfatória do início até o pós-venda.

 

Guides Shops:

Ir até a sua loja favorita, experimentar os modelos que mais gosta e recebê-los em casa é o  modelo que está revolucionando o jeito de comprar e consumir moda no Brasil. Os Guides Shops são modelos de compra onde a experiência vai muito além das araras dominando o espaço. Nelas, o objetivo é gerar conhecimento da marca e criar uma vivência fluida de compra.

Deste modo, provar as peças, conhecer tecidos, e ver de perto os detalhes (como acabamento, costura e caimentos) passou a ser mais valorizado. Nos Guides Shops, também conta-se com a ajuda dos consultores estilistas das marcas que utilizam desse modelo de operação para proporcionar uma experiência única e completa.

Outro fator facilitador é a inexistência de caixas nas lojas, permitindo que clientes possam finalizar suas compras nos tablets ou computadores disponíveis. Além da possibilidade de agendar a entrega das peças para a casa.

Não obstante, a jornada de compra do consumidor também é impactada pelos apps das marcas. Neles é possível finalizar uma compra que teve início na loja física (em diversos lugares) e receber o produto em casa.

Da mesma forma, também são facilitados outros procedimentos digitais como comprar pela internet e pegar o pedido na loja comum mais próxima (com frete grátis), devolver e trocar peças. O foco é oferecer mais praticidade aos clientes.

 

 

Tecnologias emergentes do varejo moda:

As grandes empresas estão se movimentando quanto as tecnologias emergentes: pesquisas da Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostram que a cada 10 companhias, 7 já utilizam tecnologias digitais — sendo que 73% atuam na denominada Indústria 4.0 mesmo que em um estágio inicial. Em 2016, esse número era de apenas 63%.

A transformação digital é um excelente veículo para dinamizar os processos das empresas de varejo moda, proporcionando:  

  • Insights mais assertivos com identificação precisa de necessidades e preferências de consumidores.

  • Agilidade na cadeia produtiva, reduzindo o tempo entre a fábrica e a “arara”.

  • Novos modelos de negócio.

 

Ademais, apps com pesquisas analisam parâmetros (forma, tamanho e cor) para localizar produtos específicos, notificar o interessado e informar mais detalhes sobre os locais de compra.

Além disso, a Realidade Aumentada (RA) e a Realidade Virtual (RV) são outros tipos de recursos para criar experiências imersivas. Com elas, permite-se que o consumidor “vista” as roupas e acessórios antes de comprá-los.

Atualmente, já é possível mensurar em tempo real o atendimento ao cliente e as vendas de uma loja física. Inteligências que identificam gênero, idade e reação facial do consumidor (com o produto e com o atendimento) não são tão comuns, mas possíveis e aplicáveis.

Também é plausível, através das novas tecnologias, registrar a movimentação no interior da loja e acumular conhecimento inteligente sobre produtos mais visados pelo consumidor; produtos que pegou em mãos, mas não comprou e reações na interação com o vendedor.

 

Beacons

Os beacons são dispositivos de proximidade que transmitem informações diretamente para um app. Para as lojas é vantajoso para criar campanhas, entregar conteúdo e informações em tempo real para o cliente. Além das diversas possibilidades, o beacon é bastante acessível e não precisa de internet, pois funciona via bluetooth do celular.

 

Gôndola infinita

Com a gôndula infinita o cliente tem uma experiência em ambiente virtual dentro da loja, podendo comprar até mesmo produtos que estão no centro de distribuição. Além disso, ele pode agendar a entrega na sua residência ou conforme achar mais cômodo.

 

Apps de lojas

Desenvolver um app para vender online é a aposta do momento da rede varejista. Grandes nomes desse mercado já lançaram os seus. Não somente para venda, mas também com diversas funcionalidades para facilitar a vida do cliente e garantir maior frequência de uso do aplicativo.

 

Realidade aumentada

Essa tecnologia permite que usando um aplicativo para smartphone o cliente faça interações com objetos virtuais que não estão no ambiente real. Para o varejo o objetivo é proporcionar uma experiência de compra diferenciada. Assim, torna-se possível que o cliente interaja com a vitrine, provador virtual e até mesmo com a loja sem estar dentro dela.

 

RFID

Trata-se de uma tecnologia de identificação por radiofrequência que auxilia diretamente no controle dos itens que entram e saem do estoque. Deste modo, é possível identificar de uma só vez diversos produtos a uma distância maior. As etiquetas de RFID são uma alternativa aos clássicos códigos de barras.

 

As possibilidades para uso do digital são infinitas. Obter um meio para adentrar nesse ambiente é também a fórmula para garantir a sobrevivência da empresa. Do contrário, mais que rapidamente, a empresa perderá a chance de oferecer produtos e serviços que encante o cliente.

 

 

Parcerias estratégicas para Transformação Digital no Varejo Moda:

Cada vez mais grandes varejistas de moda contam com terceiros especialistas em seus segmentos, principalmente para Transformação Digital.

Por isso trabalhamos com equipes exclusivas e dedicadas à incorporar verdadeiramente as necessidades do usuário e os objetivos do negócio para criar produtos digitais de impacto.

Empresas como Calvin Klein, John John e Le Lis Blanc optaram por uma parceria estratégica que os permitem focar por ações mais assertivas e manter seus times internos concentrados no core-business.

 

Carolina Strobel, Diretora de Inovação da Restoque (empresa detentora de grandes marcas como Le Lis Blanc, Dudalina, John John, Base) ressalta a importância dessa parceria:

Buscávamos no mercado empresas que nos ajudassem a transformar nossa realidade. Não queríamos uma relação contratual, mas sim uma relação de confiança e de valores não financeiros. A grata surpresa foi, ao final do projeto, olhar para trás saber que escolhemos as pessoas certas. Isso eu não tenho a menor dúvida e acredito que ninguém do time tenha. Eles não só estavam sempre disponíveis como também estavam com uma vibe positiva.

 

Frederico Silveira, Diretor de Tecnologia da Calvin Klein, destaca o impacto do processo de imersão realizado pela UDS:

Somos parceiros com um objetivo em comum de fazer a coisa funcionar. Essa forma de conceber produtos é ágil e direta. Vamos entregar um produto enxuto e muito funcional. A expectativa foi ultrapassada e muito. Aconteceu uma revolução, algo que nunca rolou dentro da empresa que é essa sinergia. Foi produzido muita coisa e o material entregue é muito rico. E hoje todo mundo se sente seguro para entregar o produto para os “C-levels”. Quando você mostra o protótipo e o cara sorri, não precisa falar mais nada. O feedback está dado.

Na Era Digital, a questão não é mais “Quando?”, e sim “Como?” sua empresa se transformará digitalmente.

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Produção: Clarice Bertuzzo, Daniele Sitko, Marina Couto e Paulo Cheles.

 

"Como a transformação digital mudou a comunicação das marcas com seus consumidores"

O impacto da transformação digital na relação com o consumidor

O impacto da transformação digital na relação com o consumidor 576 360 uds

Ligar para o call center ou usar o aplicativo do smartphone, qual opção seria escolhida pelo seu consumidor para tirar uma dúvida ou resolver um problema? Lembre-se: estamos em plena transformação digital, onde todas as possibilidades costumam estar na palma da mão.

 

A transformação digital como estratégia

Já que as soluções precisam estar a um clique de distância e a comunicação ser rápida e assertiva, a estratégia para manter uma boa relação com o consumidor é ser digital.  Afinal, eles querem estar próximos a marca e ter seus desejos atendidos.
Um a cada três CEOs das maiores empresas da América Latina tem a transformação digital como base da sua estratégia corporativa, segundo dados da International Data Corporation (IDC).
Portanto, não é à toa que as empresas têm repensado seu relacionamento com os clientes.

 

O que mudou com o relacionamento digital

Anteriormente, o foco estava no produto ou serviço. Hoje, o consumidor busca uma boa experiência com a marca, acima de tudo. Além de satisfazer suas necessidades e aproximá-lo da marca, a relação precisa ser positiva em todas as interações. É preciso ouvir e interpretar o consumidor.

 

Por que é preciso se adaptar?

Acima de tudo, por que o consumidor só se torna embaixador da marca quando é colocado no centro das decisões.

Além disso, a pesquisa global da consultoria Protiviti alerta que resistir às mudanças causadas pela transformação digital poderá ser fatal às corporações de economia tradicional em 2019. O receio sobre os avanços das organizações nascidas digitalmente foi tão evidente no levantamento que a preocupação com o fator disrupção digital saltou do 10º lugar em 2018, para o 1, evidenciando como a agilidade e a escalabilidade estão no topo das prioridades das empresas.

 

A forma errada de fazer

Mesmo já investindo no digital, muitas marcas ainda ignoram a necessidade de integrá-lo ao físico e acabam frustando os consumidores. É um erro pensar que oferecer um canal digital resolve todos os problemas e coloca a empresa no auge da transformação digital. Vejamos os erros mais comuns:

Automatização sem conhecimento

Antes de tudo é preciso conhecer o comportamento do consumidor e entender suas reais necessidades. De nada adianta sair automatizando atividades pela metade com a ideia de que o atendimento humano pode terminar o serviço e agradar. É preciso avaliar se esse tipo de interação prevê o que realmente importa para o usuário.

Dar mais trabalho para os clientes

Quando encontra, ou procura, um canal de atendimento digital o cliente acredita que conseguirá resolver tudo o que precisa ali, de forma fácil. Porém, se outro atendimento precisa ser buscado gera frustração e lhe dá ainda mais trabalho, desestimulando a buscá-lo novamente.

Ignorar a interdependência dos canais

Além de comprometer a experiência do cliente, quando funções e incentivos não são coordenados entre os canais, a análise de desempenho e conversão entre eles também perde o critério. Por exemplo: medir uma métrica de atração de clientes para o canal de vendas ignorando o fato de que eles chegam até lá com dúvidas sobre o produto ou serviço, fará com que as chamadas para o atendimento sejam incentivadas no momento errado da jornada do consumidor.

 

Fazendo do jeito certo

Saber como evitar os erros é meio caminho andando para o acerto. Por isso, vejamos agora formas de acertar no relacionamento com o consumidor:

Analise todos os dados

Quer compreender o seu consumidor? Analise seu comportamento nos seus canais de atendimento e terá todas as respostas. Hoje, há formas avançadas de análise dessas informações que levam a compreender os motivos de busca por atendimento e suas dores. Conheça o cliente e preveja suas ações, ajudando-o mais eficientemente.

Integre o humano ao digital

A ideia é resolver os problemas com rapidez, independentemente do canal utilizado e sem que o cliente se frustre com a troca. Uma boa estratégia para mostrar que o digital também pode ser assertivo e que o consumidor está bem assistido com ele é integrar, de forma eficiente, chats e mídias sociais.

Perceba os canais em separado

Integrar o digital e humano pode ser necessário, no entanto, para reduzir os atritos entre ambas e melhorar a qualidade da interação é preciso analisá-los individualmente. Identifique o que leva o usuário a abandonar o atendimento virtual e partir para o humano e terá o foco da falha.

Afinal, por que acreditar na transformação digital?

Porque o cenário mudou, porque 40% dos consumidores preferem fazer suas compras pelo celular e porque eles passam três horas por dia conectados, em média. Em 2018 o e-commerce teve crescimento de 23% na Black Friday. Várias estatísticas provam a preferência e o desejo dos consumidores em permanecer no digital.

 

A transformação digital em 2018

Inegavelmente, a concorrência já está, ou se prepara, para o digital.

Um estudo realizado da IDG, mostra que o digital-first já foi adotado como estratégia por 89% das organizações. 34% das startups aumentaram sua receita dessa forma.

Em comparação com as empresas tradicionais, as startups lideraram no quesito transformação digital. Veja os insights:

  • 55% das startups têm estratégias de negócio voltadas para o digital. Nas empresas tradicionais, apenas 38%;
  • 95% das startups têm planos de criar negócios totalmente digitais. Já 87% das empresas tradicionais nem pensam no assunto;

Certamente, a disrupção é mais fácil nas startups, devido ao seu modelo de negócio.
As companhias tradicionais têm tido mais dificuldades, um dos motivos talvez seja a falta de habilidade técnica, problema driblado com a terceirização. De acordo com o relatório Digital Means Business de 2018, essa foi a saída encontrada por 60% das empresas envolvidas na transformação digital.

Afinal, são várias as razões para terceirizar o desenvolvimento de software.

 

Vamos conversar sobre a sua transformação digital?