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Case RedeFlex

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Com know-how em transações eletrônicas e logística em todo território brasileiro, a redeFlex atua em aproximadamente 1.500 localidades com mais de 65 mil clientes. É licenciada das maiores operadoras do Brasil, recebe soluções de qualidade por meio de Point of Sale (POS) e máquinas de cartões de crédito, incluindo: recarga de telefonia fixa e móvel, crédito e débito, chip pré-pago, vale transporte público e o benefício Ticket e VR que podem ser habilitados a qualquer momento.

 

Contexto: 

 

Ser especialista em transações eletrônicas requer prover aos clientes aplicações robustas, aptas a operar em diferentes contextos e devices com alta disponibilidade. O grande foco no modelo de negócios exige que empresas líderes nesse mercado contem com parceiros de tecnologia tão ágeis quanto elas. Esses parceiros devem compreender sua operação e estar aptos a integrar o time não como um simples fornecedor, mas como um ativo estratégico da companhia.

 

 

Desafios: 

 

  • Aumentar a qualidade de aplicativos essenciais para a operação do negócio.

 

  • Agilidade para adequar aplicativos às mudanças operacionais.

 

  • Desenvolver novas funcionalidades em projeto de caráter contínuo.

 

  • Ter time-to-market altamente competitivo para lançar novas soluções digitais.

 

  • Evoluir práticas de adesão e migração a novas versões.

 

Atuação:

 

Especialistas conduzem entregas contínuas em aplicativos de uso diário na operação do cliente.

 

Montamos frentes de trabalho para cada necessidade, fator este que permite evoluir os softwares existentes e desenvolver novas soluções digitais em paralelo.

 

Diferentes perfis de profissionais atuam nessas frentes de trabalho, em caráter full-service: analistas, designers, desenvolvedores, testers e gestores. Com times específicos, desenvolvemos soluções que:

 

– São a base da operação do cliente “na ponta”, ou seja, na interação entre vendedores e estabelecimentos.

 

– Permitem planejamento, execução e monitoramento de atividades.

 

– Trata dados, gera e entrega informações no momento certo e para as pessoas corretas.

 

 

Especialistas de ponta a ponta:

 

  1. Fundamentamos todas as decisões tomadas: cada funcionalidade do software foi planejada considerando as características e o comportamento (físico e digital) dos usuários.

 

  1. Prototipamos em tempo real: exemplificamos cenários e testamos hipóteses. 

Garantimos experiências de uso que vão além de telas bonitas.

 

  1. Identificamos e adotamos postura planejada frente a riscos: propomos ações práticas e de sucesso mensurável.

 

  1. Agimos frente a premissas e condições de ambiente apresentadas pela Calvin Klein: fizemos acontecer independente das adversidades.

 

  1. Construímos junto: o cliente faz parte do nosso time. Acompanhamento em tempo real e entregas contínuas são a base do nosso formato de trabalho.

 

  1. Operação e sustentação: apoiamos o cliente durante o lançamento e adesão da solução. Mantemos estrutura e processos (SLA, workflow) para sustentar o software após a entrega.

 

Conheça a parceria de Transformação Digital com a Redeflex:

 

 

 

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Melhore a experiência do cliente e turbine seu negócio

Melhore a experiência do cliente e turbine seu negócio 500 334 uds

Os padrões de compra mudaram e a forma como os clientes se relacionam com as marcas também. No entanto, uma coisa não muda: quando a experiência do cliente (customer experience – CX) não é boa ele simplesmente vai abandonar seu carrinho e irá embora.

Provavelmente, para nunca mais voltar.

 

Tempo é dinheiro

No mobile o tempo para cativar esse consumidor é de segundos, 15 em média. Se ele acessa a loja e o carregamento for lento ou a navegação for difícil, já era. Tchau compra!

Atualmente, 40% dos clientes preferem fazer suas compras pelo celular, desde a pesquisa até o pagamento.

Então, para garantir seu lugar ao sol e turbinar seu negócio é indispensável garantir uma experiência incrível e eficiente, é claro.

Pare o que estiver fazendo e repense suas estratégias de relacionamento e atendimento ao consumidor e se está usando a tecnologia de forma correta para gerenciar esses processos.

 

A experiência do cliente é o que conta

Atualmente, experimentar (e gostar) é mais importante que o produto ou serviço em si.

Embora dezenas de marcas impactem o cliente todos os dias, poucas proporcionam sensações que os satisfaçam. Assim, para liderar essa corrida as empresas precisam oferecer experiências personalizadas, em multicanais, e que envolvam todas as fases da jornada de compra.

Toda essa revolução trouxe à tona a transformação digital, e com ela inúmeras possibilidades de conhecer mais a fundo cada cliente e seu comportamento. Dessa forma fica mais fácil vender mais e melhor, agregando valor e potencializando resultados.

 

Como gerar boas experiências?

Nesse ponto já entendemos que focar na experiência do cliente é fundamental.

Falta agora a parte prática: como fazer?

Alguns itens são essenciais para uma estratégia de CX de sucesso. São eles:

 

Mobilidade

Se não é, essa deve ser sua principal preocupação, afinal é ponto chave no processo. Aprimorar a experiência mobile é vital, afinal ela indispensável para o relacionamento.

Os chatbots do Facebook ou o WhatsApp Business podem ser boas pedidas.

Semelhantemente, há ainda outras opções de mobilidade, tudo depende do segmento e do porte da sua empresa: um aplicativo próprio pode ser desenvolvido ou diferentes deles podem ser associados (apps de desconto e pagamento, por exemplo).

 

Leia: Ótimos motivos para diferenciar sua empresa com desenvolvimento de aplicativos

 

Igualmente, há caminhos mais elaborados, que passam pela geolocalização, notificações push ou integrações com wearables como smartwatches e também são ótimas soluções que melhoram a experiência do cliente.

"melhore a experiência do cliente no mobile"

 

Uso de dados

Conhecer os gostos, comportamentos e desejos do seu cliente é meio caminho andado para satisfazê-lo. Utilize os dados possíveis para prever seus passos e necessidades.

Inúmeras ferramentas digitais ajudam a entender de onde ele veio e como se envolve com seus estímulos. Isso tudo lhe gera insights e oportunidades para surpreendê-lo.

Monitore também suas redes sociais e veja como o cliente tem interagido com elas.

Aliás, analise também:

  • quais canais de atendimento têm tido respostas mais rápidas e eficazes;
  • o tempo que o cliente passa no seu site;
  • quais caminho percorre.

 

Pesquisa de satisfação

O fato do seu cliente não ter aberto uma reclamação não garante que ele tenha tido uma experiência satisfatória.

As vezes algo simples pode ter ocorrido e ele não tenha julgado necessário relatar o fato, no entanto, qualquer um fica feliz em poder opinar e relatar seu contentamento (ou a falta dele). Sem falar que todo feedback deve ser bem-vindo.

Dê espaço para seu cliente avaliar o atendimento ou o produto. Esse simples gesto passará a mensagem que sua empresa se preocupa com ele, além disso, te dará uma arma poderosa: a informação.

Conhecendo os pontos forte e fracos da sua empresa, ficará mais fácil lidar com ele!

 

Marketing de conteúdo

Forneça conteúdo, relevante, e de interesse do seu público. Ajude a solucionar dúvidas e facilite sua jornada de compra. O objetivo aqui não é apenas gerar leads, mas servir de referência, prestar um serviço ao cliente.

Pense: quais temas podem ajudar meu cliente nos conflitos do seu dia a dia? Escreva sobre eles e disponibilize esse conteúdo!

"Customer experience"

Automação

Todo o processo automatizado que melhore a experiência do cliente é válido.

Pergunte-se: existem situações que meu cliente possa resolver questões sozinho e com mais agilidade? Se a resposta lhe mostrar que a interação humana pode ser substituída e o tempo otimizado, invista no processo de automação.

 

User Experience

Todas as opções anteriores de nada valerão se o usuário acessar suas plataformas digitais e for engolido por uma péssima experiência de navegação.

Certifique-se de que seus canais são intuitivos, despoluídos e que as informações importantes estejam ao alcance dos olhos (e dedos), e tudo no menor tempo possível. Layout simples, tons agradáveis e uma identidade de marca bem posicionadas são essenciais.

 

Suporte

Por último, mas não menos importante, está o seu canal de suporte e atendimento. Para uma boa experiência do cliente é indispensável que suas perguntas sejam respondidas. Para uma comunicação clara e eficaz é obvio que sua equipe precisa ser bem treinada e informada.

Invista nisso!

 

Esperamos que você esteja, agora mesmo, revendo a experiência do cliente no seu site ou app.

Aprimorando ou idealizando seu projeto, priorize a experiência do cliente.

Conte com nossa ajuda para isso. Nós transformamos ideias em experiências inovadoras.

 

 

7 inovações tecnológicas que veremos até 2050

7 inovações tecnológicas que veremos até 2050 2150 1210 uds

Você já pensou para quais inovações tecnológicas devemos nos preparar?

O tic tac do tempo parece cada vez mais rápido. A tecnologia acompanha o ritmo frenético e o novo ganha uma atualização a cada dia.

O futuro promete ser surpreendente e os planos cada vez mais ousados.

Seria a chegada dos carros que voam? A tecnologia avançou, sem dúvidas, mas os planos ainda não alcançaram os filmes de ficção.

No entanto, já temos prévias das novidades que virão por aí.

Vamos embarcar nessa ‘máquina do tempo’ e imaginar o gostinho das sete inovações que nos esperam até 2050?

 

1 – Os carros serão impressos

A demanda de impressoras 3D tem crescido muito desde o lançamento das primeiras versões.

Por exemplo, em 2014, mais de 130 mil destas impressoras foram vendidas em todo o mundo, um aumento de quase 70% em relação aos números de 2013. Só para ter uma noção de como essa indústria não para, em 2016 ela subiu em 29% e, em 2017, 15%.

Algumas empresas já estão utilizando a tecnologia para criar protótipos de automóveis, imprimindo peças específicas de veículos.

A Audi exibiu recentemente um carro de tamanho diminuto criado pelas suas impressoras 3D de metal.

Local Motors pretende fabricar um automóvel completo e em tamanho real somente através de impressão 3D nos próximos anos. Vários protótipos já foram criados, inclusive.

 

2 – Será o fim dos celulares

Você não se imagine sem celular? Então prepare-se, pois, ele será extinto. Será a vez da realidade aumentada. Tudo, e mais um pouco, do que seu smartphone faz hoje estará em uma pequena pulseira.

Além disso, de acordo com especialistas, é provável que nos próximos dez anos o primeiro celular implantável esteja comercialmente disponível em grande escala.

O aparelho (que consistirá basicamente em um chip mais robusto) será capaz de monitorar vários dados do usuário, permitindo que ele se comunique através de ondas cerebrais ou sinais verbais.

Já existem alguns dispositivos implantáveis atualmente, como os marca-passos, porém, o chip em questão trará outras possibilidades, como conexão com internet, por exemplo.

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3 – Tradutor universal

Viajar para outro país e ‘escorregar’ no idioma local é um problema para você? Relaxe, isso será resolvido em breve!

De acordo com o jornal The Economist, os tradutores automáticos têm tudo para se tornar realidade.

No futuro, será possível se comunicar com pessoas que não falem o mesmo idioma ao utilizar um equipamento semelhante a um par de óculos ou um app no telefone.

Conforme as pessoas falam no idioma estrangeiro, traduções serão feitas simultaneamente (no caso dos óculos, será como se estivéssemos vendo as legendas de filmes).

Mais alguém está ficando ansioso por isso?!

 

4 – Órgãos por encomenda

De acordo com as estatísticas dos Estados Unidos, uma a cada 18 pessoas morre na fila de transplante, à espera de um órgão. Sabemos que no Brasil a realidade é exatamente a mesma.

Já existem tecnologias para ampliar a vida desses pacientes, porém nada substitui um órgão, de fato.

A expectativa é que em 35 anos, ninguém precise esperar mais por um órgão, pois eles serão fabricados nos próprios laboratórios. Não estamos tão longe assim, afinal, já existem casos de transplantes de bexigas totalmente artificiais.

A tecnologia das impressoras 3D também pode entrar nesse procedimento, cientistas poderão utilizar as células-tronco de um paciente para criar um órgão preciso e específico para ele.

Esse processo envolve o crescimento de células-tronco no laboratório após removê-las do paciente para então utilizá-las na impressão 3D e criar a nova parte do corpo – tecnologia chamada de bio-impressão.

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5 – Os carros não terão motoristas (e nem comandos)

Pesquisadores dizem que a grande maioria dos automóveis autônomos não terá nenhum comando realizado por seres humanos em 2035.

Os veículos que se dirigem sozinhos serão mais seguros, eliminando por completo os riscos de acidentes por erro humano, que passam da marca dos 90%.

Além disso, os carros autônomos também vão contribuir para evitar o congestionamento e os engarrafamentos em cidades grandes.

Segundo estimativas atuais dos Estados Unidos, esses modelos podem evitar mais de 30 mil mortes por ano, o que é um número bastante significativo.

 

6 – Fim dos livros

A escola também será afetada pela tecnologia nos próximos anos. A previsão é que a realidade virtual revolucione o aprendizado e elimine totalmente os livros. Ao invés da aula tradicional, os alunos serão levados a um ambiente onde ‘enxergarão’ o conteúdo.

Por exemplo: na aula de história a batalha será vista, como se estivesse acontecendo ali, no meio da classe.

Nem precisa dizer que dessa forma, seria muito mais fácil explicar o assunto e as aulas se tornariam muito mais interessantes.

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7 – Energia renovável

Imagine o potencial solar de lugares como o deserto do Saara sendo extraídos e utilizados por países inteiros (que não tem tanto acesso ao sol).

Segundo Ian Person, conhecido por seu alto índice de precisão em seus palpites futuristas, isso será totalmente possível.

Até 2045 a fusão nuclear, que já está em desenvolvimento, também será uma realidade. Com isso, até 2050, finalmente, não seremos mais dependentes dos combustíveis fósseis.

 

Ufa, é muita coisa para imaginar!

Conte para gente, o que você acha sobre as inovações tecnológicas que deverão vir por aí?

Você tem perfil para ser um desenvolvedor Full Stack?

Você tem perfil para ser um desenvolvedor Full Stack? 1280 853 uds

Apesar de não ser novo, o termo Full Stack sempre está em cena.

No Brasil, a demanda por este tipo de profissional só tem crescido. O aumento do investimento na transformação digital e a disseminação das startups são alguns dos fatores responsáveis.

Você já deve saber que um Full Stack, basicamente, reúne conhecimentos do front-end e do back-end. Ele consegue cuidar, sozinho, de todas as etapas do projeto, o que é comum em equipes enxutas.

A maior vantagem de investir na carreira é a financeira, prevê-se que os ganhos sejam maiores do que aqueles que trabalham apenas no front ou back-end.

Assim como em qualquer carreira há prós e contras, mas se há uma certeza é a de que o desenvolvedor Full Stack precisa ter essência de eterno aprendiz e gostar de planar por várias tecnologias.

Muitos dizem que ser Full Stack é ser o profissional que sabe muito, mas não consegue se especializar de verdade em nada. Preconceitos a parte, conheça-se bem e descubra o tipo de vaga que deseja ocupar: Full Stack ou especialista?

Um Full Stack pode ter uma gama maior de vagas disponíveis, já que seu leque de atuação é diversificado, no entanto, para as vagas que exigem alto nível técnico específico os especialistas terão preferência.

 

Leia: Competências esperados do profissional de TI em 2019

 

O que um Full Stack precisa saber

No geral, o desenvolvedor Full Stack precisa dominar toda a estrutura de produção do software e colocá-lo no ar, mas os conhecimentos irão variar de acordo com cada empresa e das tecnologias e técnicas que o time trabalha.

O dev que pretende se tornar um Full Stak deve buscar constantemente novos conhecimentos, nunca se esquecendo de focar um em específico.

 

Sabendo disso, vamos falar das técnicas e tecnologias que o Full Stack deve conhecer:

  • usabilidade: já sabendo da importância da experiência do usuário tem nos projetos, o desenvolvedor Full-Stack precisa ter a visão de usabilidade desde a concepção da funcionalidade.
  • controle de versão: é básico que qualquer desenvolvedor domine tecnologias como o Git e o SVN, seja ele Full Stack ou não;
  • linguagens de programação back-end: além de estudar a noção de lógica do back-end, o Full Stack precisa saber pelo menos uma linguagem como JavaScript, Java, C# ou PHP;
  • banco de dados: Essencial para  um Full Stack;
  • mobile: a abordagem padrão hoje é o ‘mobile first’. Devs do front-end costumam ter essa visão, mas quem vem do back-end pode se aprofundar mais;
  • infraestrutura e nuvem: conhecimentos como virtualização de máquinas, infraestrutura de redes e serviços de nuvem são muito bem-vindos para o desenvolvedor Full Stack;
  • linguagens de programação Front-End: JavaScript e HTML, por exemplo, são algumas das habilidades básicas de qualquer desenvolvedor Full Stack.

 

E aí, você já domina esses conhecimentos ou acha que tem facilidade em aprendê-los?

Ótimo, mas não se contente com esse nível jamais. Tenha a consciência que um bom desenvolvedor Full Stack deve estar em processo de evolução contínuo.

Até por que a tecnologia não para e muito menos as linguagens de programação. Você precisa se transformar e atualizar junto com elas.

 

É possível ser bom em tudo?

Humanamente falando, não!

E é aí que pode morar a ‘discórdia’ que mencionamos acima.

Um especialista, além de aprender para usar hoje, precisa se atualizar para continuar bom naquilo amanhã. Isso significa que o profissional deve estar sempre atento as tendências. E se o conhecimento é imenso em uma das frentes, front end por exemplo, imagine só ter que manter-se atualizado em todas elas.

Por isso, pode-se dizer que o desenvolvedor Full Stack sabe ‘se virar’ em tudo, mas ele precisará escolher um determinado conhecimento e aprofundar-se nele. Afinal, não dá para ser bom em tudo, não é?

Até por que não é apenas o front ou o back, o desenvolvedor Full-Stack precisa reunir outras características.

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Além da habilidade técnica, o que mais se espera do Full-Stack?

– Curiosidade;

– Sede por conhecimento;

– Comprometimento;

-Visão de negócios.

 

Ser curioso e sedento por aprendizado é indispensável para quem sabe que não pode parar no tempo.

Para ser múltiplo não dá para focar toda a atenção em um único assunto, precisa saber a hora de alternar o foco e ter controle sobre ele.

Em qualquer área se espera que o profissional se comprometa e vista a camisa. Um desenvolvedor Full Stack não é diferente, principalmente por que o resultado pode depender apenas dele (dependendo do caso).

Mas, é preciso entender de negócios também? Elementar, meu caro! É o desenvolvedor Full Stack que lida com toda a estrutura de desenvolvimento e deve apontar possíveis problemas e sugerir soluções. Para isso ele precisa estar atento ao mercado, só assim poderá ser um ponto focal da área de desenvolvimento como um todo.

 

Por onde começar?

Front ou back-end, por onde começar?

Talvez a melhor resposta seja começar por aquele que te deixe mais confortável. Alguns preferem aprender os dois simultaneamente, desenvolvendo o front e o back-end de cada funcionalidade antes de passar para a próxima.

Mas, talvez o front-end seja um bom ponto de partida, pois ele te dará uma noção melhor dos tipos de dados e informações que precisarão ser armazenados no banco de dados, além de focar no layout, design e apresentação do conteúdo. Dessa forma, quando você passar para back-end, já terá um sistema funcional, faltando somente inserir dados dinâmicos.

 

Quais certificações tirar?

Para alavancar sua carreira como desenvolvedor Full Stack sugerimos os seis principais cursos e certificações:

– No front-end: HTML, CSS, JavaScript e Angular JS;

– No back-end: Python e MySQL.

 

E aí, você tem perfil Full Stack?

Conte para gente e aproveite para entrar em contato com o nosso recrutamento.

 

 

 

 

 

Uso de aplicativos dispara no Brasil e impulsiona startups

Uso de aplicativos dispara no Brasil e impulsiona startups 1280 853 uds

Foi-se o tempo que eles eram apenas acessórios, hoje, são ‘tipo’ uma extensão corporal, item de necessidade básica. Também não servem apenas para comunicação. Os smartphones estão presentes na vida das pessoas (como nunca). Tanta demanda e desenvolvimento tecnológico puxaram outro crescimento: o dos aplicativos.

Os aplicativos fazem parte de quase todas as etapas do cotidiano, independente da classe sociais. E os brasileiros estão entre os que mais os consomem.

Duvida?

Segundo pesquisa da App Annie o Brasil é segundo país que mais utiliza apps por mês. Os brasileiros abrem cerca de 10 aplicativos em um único dia. Em 30 dias são, em média, 40 apps.

Quando o assunto é downloads o Brasil está na quarta posição, com seis bilhões de downloads feitos.

A expectativa para 2022 é que mais de oito bilhões de aplicativos sejam baixados, o que colocaria o país em terceiro no ranking, perdendo apenas para os Estados Unidos, Índia e China.  Juntos, os quatro países devem responder por 54% de todos os downloads feitos no mundo.

 

Leia: O crescimento mobile no Brasil

Leia: Por que você deve investir na transformação digital 

 

E as startups, como entram nisso?

Pense bem. Quanto mais celulares, mais aplicativos, mais pessoas buscando na telinha soluções para seus problemas diários.

O que isso resulta?

Mais espaço para as empresas investirem em suas ideias salvadoras e mais pessoas procurando por elas, é claro!

Atentas aos nichos de mercado, grandes empresas e startups, estão aliando seus produtos/serviços à tecnologia e lucrando alto. O panorama promissor vem sendo desenhado pelo crescimento do mobile e promete alterar, drasticamente, diversas áreas da tecnologia, comunicação e marketing.

 

Movimento trilionário

Imagine um mercado em ascensão, este é o mercado de aplicativos. A previsão é que ele movimente US$ 6,3 trilhões até 2021, quando o comércio eletrônico representará o ‘maior driver do crescimento da economia de dispositivos móveis e aplicativos’.

A empresa analista App Annie é a responsável pela expectativa otimista, que representa um salto de 380% no mercado, que em 2016 valia US$ 1,3 trilhão de 2016.

O crédito do crescimento fica por conta do alto volume de pessoas que estarão usando smartphones ao redor do mundo. A pesquisa diz que essas pessoas passarão 3,5 trilhões de horas conectadas até 2021. Em 2016, o número foi de 1,6 trilhão de horas.

Muito tempo, não? Maiores ainda são possibilidades na área.

E a sua ideia, se encaixa em qual nicho de mercado? Quem sabe não seja a sua hora de empreender! 

fale com a uds

 

Venda mais na Black Friday. 13 dicas para preparar seu e-commerce

Venda mais na Black Friday. 13 dicas para preparar seu e-commerce 3843 2559 uds

A tradição é americana, mas o ‘boom’ nas promoções impulsiona o e-commerce daqui também. A Black Friday gerou, em 2017, um faturamento de R$ 2,1 bilhões e a expectativa para este ano é uma alta de 15%.

A pesquisa do Ebit indica que 88,6% dos e-consumidores pretendem realizar uma compra neste ano.

Com previsões tão otimistas é hora de correr e preparar seu site para receber os novos pedidos. Afinal, ganhar dinheiro é o objetivo do seu e-commerce, certo?

ecommerce - vender - black friday

Garanta-se

Administrar vendas, entregas, atendimento, equipe, etc e etc. Ufa!

É lucrativo, mas estressante também!

Para garantir o sucesso das vendas e turbinar seus lucros sem dor de cabeça, você deve preparar o seu e-commerce para o grande fluxo de tráfego esperado, antecipando-se aos problemas tão comuns em tempos de muita procura como esta.

Neste post separamos 13 dicas que não podem faltar no seu checklist.

 

Você precisa de um m-commerce. Saiba porquê!

 

Adote um chat online

O esperado é uma explosão no número de visitas a sua página. Todos esses consumidores precisarão de atendimento, obviamente, por isso é essencial que sua loja esteja pronta para ajudá-los a encontrar as promoções e itens que estão procurando, além de resolver todas as potenciais dúvidas sobre a compra.

Aí é que entra o chat online! E operadores treinados, claro.

 

Otimize o ranqueamento no Google

É obvio que as pesquisas por termos como ‘descontos Black Friday’ e ‘Black Friday 2018’ vão aumentar neste período, e é claro que você quer sua loja no topo dos resultados. Para isso otimize sua estratégia de SEO, se o seu negócio tem um blog comece a publicar conteúdos sobre tema agora mesmo.

 

Configure pixels de rastreamento

A ideia de otimização também vale para os anúncios do Facebook ou Google Adwords (caso você trabalhe com publicidade paga). É hora de dar mais atenção aos pixels de redirecionamento para fazer remarketing para os anúncios da Black Friday.

Aposte ainda no retargeting e relembre aquele cliente antigo sobre a sua marca. Coloque em ação aquele pixel de redirecionamento. Quem já conhece sua loja estará muito mais aberto a comprar (novamente) com você.

 

Adeque-se ao mobile

Se o seu e-commerce não está otimizado para o acesso mobile sinto lhe dizer, mas você está perdendo tempo e dinheiro.

Acompanhe o crescimento do mobile no Brasil.

Já passa de 40% o número de consumidores que fazem suas compras por dispositivos móveis, segundo o estudo Global Consumer Insights 2018. Independente do canal que ele receba sua promoção (email, redes sociais ou indicações, etc) pelo menos uma das fases da jornada de compra (o mais provável é que sejam todas) será feita pelo mobile, então a experiência do usuário precisa ser agradável e funcional. Além disso, sites otimizados para mobile ranqueiam melhor no Google e os anúncios custam menos no Facebook.

Ser responsivo já não é uma escolha, é obrigação.

 

Existem tecnologias ainda mais interessantes, conheça o Progressive Web Apps!

 

Aprenda com o seu cliente

Imagine que bom seria saber a opinião de um potencial cliente sobre o seu site.

É totalmente possível!

Há ferramentas que permitem observar e avaliar o usuário enquanto ele navega pelo site. Preste atenção também aos comentários. Some todo o aprendizado e terá em mãos respostas sobre campos que podem ser melhorados.

 

Teste a capacidade do seu site e faça manutenções

Já dissemos que preparar o seu e-commerce para o tráfego intenso de acesso é vital, mas não custa frisar: negligenciar esse fato pode ser estritamente prejudicial. Faça uma manutenção preventiva para evitar que sua página saia do ar ou trave ao receber muitos pedidos de compra simultâneos. Desative plugins externos que consumam muita memória e não tenham tanta utilidade neste momento.

Durante uma Black Friday, menos é mais. Menos enrolação é um melhor desempenho, que por sua vez significa mais vendas.

Teste se as melhorias foram eficazes! Certifique-se que a capacidade do servidor e se a hospedagem dará conta dos momentos de pico.

 

Tenha um plano de contingência

Não queremos ser negativos, mas e se algo der errado, você tem um plano B? Tenha backups sempre à mão e esteja pronto para problemas externos, como: a transportadora não dá conta de cumprir os prazos.

E se o seu site precisar de ajustes, você terá suporte a qualquer hora?

Imagine os piores cenários possíveis e antecipe-se a eles.

 

Crie uma landing page para a data

Facilite o caminho do consumidor, dirija-o diretamente para uma landing page com as ofertas da Black Friday.

Acredite, jogar o usuário na página home e obrigá-lo a ‘caçar’ suas promoções não é uma boa ideia, mesmo que você tenha criado uma maravilhosa campanha de email marketing e mídias sociais.

 

Melhore o checkout

Um estudo do E-commerce Radar mostra que a média de abandono de carrinho foi de 82% em 2017. Outras pesquisas indicam que em 11% a causa foi a complexidade do processo de checkout. Quanto mais simples ele for, maiores as chances de finalização da compra.

Reduzir o número de formulários e utilizar ferramentas integradas para o pagamento são as dicas.

 

Ofereça outros incentivos

O principal chamariz da Black Friday são os descontos, mas se o seu e-commerce é pequeno e não consegue competir com os grandes varejistas você pode ser criativo e criar outros atrativos para seus clientes.

– Menor prazo de entrega;

– Embrulho para presente grátis;

– Frete gratuito;

– Desconto nas compras futuras.

 

Estenda a Black Friday

A Black Friday é marcada pelo feriado americano de Ação de Graças, em 23 de novembro, mas há tempos que ela deixou de ter data marcada para começar ou acabar. Prova disso é a Cyber Monday, um dia a mais de ofertas, logo após a Black Friday.

Nada impede que você antecipe suas promoções também. Pesquisas apontas que cresce o número de consumidores que começam a pesquisar e fazer suas compras de Natal a partir do fim de outubro.

Você pode começar o trabalho agora mesmo!

 

Explore o visual

Uma imagem vale mais que mil palavras, lembra?

Crie conteúdos visuais incríveis e dê um up nas suas promoções do Black Friday.

Vale mudar o layout principal do seu site ou criar uma série de anúncios (flutuantes, pop ups, mini banners, etc), o que conta mesmo é mostrar de uma forma criativa o que há de melhor no seu e-commerce. Se você não domina a arte do design, peça ajuda.

 

Dispare e-mails

Espalhe a notícia. Prepare uma campanha de e-mail marketing que promova o melhor da sua Black Friday. Este recurso tem muita influência sobre as vendas. Segmente suas listas e programe campanhas para diferentes períodos:

– Anuncie a chegada do Black Friday;

– Dê previas das promoções, atiçando a curiosidade dos clientes;

– Fale sobre ofertas exclusivas para os assinantes de e-mail;

– Envie lembretes sobre o fim das promoções.

 

Seja no mobile ou na web invista em novas soluções para o seu e-commerce.

Fale com a gente!