Transformação Digital

Transformação Digital: crescimento acelerado para empresas do Varejo Moda

Transformação Digital: crescimento acelerado para empresas do Varejo Moda 968 645 uds

Neste artigo iremos abordar a Transformação Digital no Varejo Moda:

  • Direct-to-consumer (D2C)

  • O uso da Inteligência de Dados junto às soluções digitais

  • Transformação digital na cadeia produtiva

  • Transformação digital e o relacionamento com o consumidor

  • Tecnologias emergentes no varejo moda

A transformação digital é um gatilho para o setor de varejo moda e isso inclui a performance das companhias, pois quando as empresas são mais produtivas geram um menor impacto no ambiente. O que pode equivaler a 48% menos do tempo que um item leva para passar por toda a robusta cadeia da indústria da moda.

Diante da oportunidade do setor, vem o desafio da empresa crescer sem perder os gaps da inovação.

O investimento em aplicações digitais é uma das ferramentas para a sustentabilidade da Moda, reduzindo o custos da cadeia produtiva e aproximando clientes e marcas.

Na atualidade, as marcas jovens que nasceram sobre o conceito digitally native vertical brands apostam na moda como serviço e não como produto. São marcas nativas digitais, que adotam recursos de tecnologia com grande agilidade.

O varejo do futuro será focado em experiências que tornarão o consumo uma consequência fluida e consciente.

 

 

Direct-to-consumer (D2C):

É um conceito no qual não há interlocutores nos processos que vão da produção até a compra. O modelo direct to consumer (direto ao consumidor), adotado por algumas empresas do varejo de moda, agrega muito mais agilidade para os clientes finais.

Antes uma marca D2C precisava investir milhões de reais em formatos tradicionais de comunicação (televisão, rádio e revistas). Com o acesso a internet, o relacionamento com o cliente final ficou muito mais fácil.

Grandes plataformas digitais chamam a atenção do consumidor. Nos dias de hoje, elas são o ponto inicial para busca de produtos. O interessante é que o site das marcas representa apenas 1% dessa movimentação: 55% buscam na Amazon, 28% no Google e outros 16% em outros grandes varejistas.

A transformação digital não se trata apenas de mudanças feitas pela tecnologia. Esta última, é sim parte essencial do processo, mas a causa mãe são as pessoas e as prioridades por elas apontadas.

No entanto, realizar adaptações nos modelos de negócios é um desafio para o varejo de moda. Hoje o consumidor quer provar uma roupa sem sair de casa, comprar e trocar seu produto sem morosidade ou burocracias.

Em conclusão, oferecer uma experiência de compra encantadora, de forma dinâmica e ágil é essencial para atender o perfil de cliente que deixou de ser passivo.

 

Postura corporativa no varejo moda

Escalando digitalmente: o uso da Inteligência de Dados junto às soluções digitais

Os processos de coleta, análise de dados, pesquisa e criação de produtos podem ser fortemente apoiados por tecnologia ofertada pelos parceiros corretos. Adotar esse comportamento é algo altamente relevante para ter um posicionamento inovador no mercado da moda.

As novas empresas atuantes no varejo moda possuem dinamismo e crescimento acelerado. Essas são consequências da adoção de processos lean e conceitos de agilidade em suas operações.

Em outras palavras, são empresas que estão unindo criatividade e transformação digital para constantemente testar novas possibilidades. Por sua vez, tais testes culminam em que inovações podem refletir em toda a sua cadeia produtiva.

Problemas de eficiência em gestão refletem na experiência de compra dos clientes. Por consequência, grandes varejistas de moda passaram a contar cada dia mais com terceiros especialistas em seus segmentos, principalmente em tecnologia.

Sendo assim, criar canais que gerem informações e mais do que isso, analisar todas elas, pode gerar insights sobre os mais diversos aspectos para os times de marketing e vendas.

 

Estratégias para conduzir a Transformação Digital

Contar com o conhecimento específico de parceiros tecnológicos permitem manter os times internos das companhias focados em seu core-business. O que influi na assertividade das ações e na agilidade dos prazos internamente conhecidos.

Outro meio de dinamizar as ações é através de aplicativos mobile. Disponibilizar aplicativos para o cliente final (nativos, por exemplo) permite que cientistas de dados das marcas cruzem informações. E assim, munam todos os times da empresa com questões relevantes sobre o consumo em tempo real.

Além disso, as comunicações personalizadas para cada cliente têm ganho espaço. São interações que consideram suas preferências individuais, obtidas pelo histórico de navegação, de compras anteriores entre outras informações.

Outros recursos que vêm sendo muito utilizados são os algoritmos e as técnicas de Machine Learning. Tais ferramentas, nos permitem compreender o impacto que as imagens causam, assim como a organização de produtos nas lojas influenciam a preferência de compra de consumidores.

Dados são fundamentais para o sucesso de crescimento de uma grande varejista de moda.

Entregar aos gestores da marca um controle total sobre informações de consumo em tempo real é uma grande vantagem. Com isso, é possível decidir sobre a necessidade de incrementar o estoque de determinadas peças ou deixar de produzi-las, por exemplo, em função da vazão dos produtos nas lojas.

Não obstante, outro relevante recurso proporcionado pela Inteligência de Dados são as avaliações feitas por clientes. Estes são insights muito valiosos os quais podem ser usados em coleções presentes e futuras.

 

 

Transformação Digital na cadeia produtiva

A transformação digital no varejo moda também incrementa os processos na cadeia produtiva. Processo de modelagem 3D permitem reduzir drasticamente o número de protótipos necessários para as coleções, evitando o desperdício.

Já na produção, existem tecnologias que personalizam o produto via ”scanners corporais”, engajando o consumidor e aumentando a taxa de conversão.

Outra tecnologia com potencial imensurável é a Inteligência Artificial. Esta nos permite acessar, processar e analisar volumes astronômicos de dados, seguida de recomendações personalizadas. Recomendações estas semelhantes aos resultados personalizados das buscas no Google, ou as recomendações de filmes e música do Netflix e Spotify.

 

Transformação Digital no varejo moda e o relacionamento com o consumidor

Prosumers:

A jornada de compra vem tomando novas formas. O cliente não é apenas um simples consumidor, ele é também a vitrine do negócio. Gradativamente, a promoção de marcas por meio da propaganda passiva vem ganhando relevância em redes sociais.

A palavra prosumer é um neologismo das palavras producer + consumer (produtor e consumidor), e significa alguém que tem a capacidade de produzir conteúdo ao mesmo tempo em que o consome.

Os prosumers atuam, significativamente, como influenciadores de consumo e seu posicionamento baseia-se além das práticas mercadológicas, pois também levam em consideração os valores morais da marca.

De acordo com uma pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), nove em cada dez consumidores brasileiros pesquisam na internet antes de comprar.

Devido ao empoderamento digital, os consumidores buscam avaliações e opiniões em redes sociais e os influenciadores passaram a ter um relevante papel nas estratégias de marketing das grandes marcas.

Sendo assim, o novo comportamento do consumidor desafia as empresas, progressivamente, a proporcionarem uma experiência positiva, tornando a jornada de compra mais satisfatória do início até o pós-venda.

 

Guides Shops:

Ir até a sua loja favorita, experimentar os modelos que mais gosta e recebê-los em casa é o  modelo que está revolucionando o jeito de comprar e consumir moda no Brasil. Os Guides Shops são modelos de compra onde a experiência vai muito além das araras dominando o espaço. Nelas, o objetivo é gerar conhecimento da marca e criar uma vivência fluida de compra.

Deste modo, provar as peças, conhecer tecidos, e ver de perto os detalhes (como acabamento, costura e caimentos) passou a ser mais valorizado. Nos Guides Shops, também conta-se com a ajuda dos consultores estilistas das marcas que utilizam desse modelo de operação para proporcionar uma experiência única e completa.

Outro fator facilitador é a inexistência de caixas nas lojas, permitindo que clientes possam finalizar suas compras nos tablets ou computadores disponíveis. Além da possibilidade de agendar a entrega das peças para a casa.

Não obstante, a jornada de compra do consumidor também é impactada pelos apps das marcas. Neles é possível finalizar uma compra que teve início na loja física (em diversos lugares) e receber o produto em casa.

Da mesma forma, também são facilitados outros procedimentos digitais como comprar pela internet e pegar o pedido na loja comum mais próxima (com frete grátis), devolver e trocar peças. O foco é oferecer mais praticidade aos clientes.

 

 

Tecnologias emergentes do varejo moda:

As grandes empresas estão se movimentando quanto as tecnologias emergentes: pesquisas da Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostram que a cada 10 companhias, 7 já utilizam tecnologias digitais — sendo que 73% atuam na denominada Indústria 4.0 mesmo que em um estágio inicial. Em 2016, esse número era de apenas 63%.

A transformação digital é um excelente veículo para dinamizar os processos das empresas de varejo moda, proporcionando:  

  • Insights mais assertivos com identificação precisa de necessidades e preferências de consumidores.

  • Agilidade na cadeia produtiva, reduzindo o tempo entre a fábrica e a “arara”.

  • Novos modelos de negócio.

 

Ademais, apps com pesquisas analisam parâmetros (forma, tamanho e cor) para localizar produtos específicos, notificar o interessado e informar mais detalhes sobre os locais de compra.

Além disso, a Realidade Aumentada (RA) e a Realidade Virtual (RV) são outros tipos de recursos para criar experiências imersivas. Com elas, permite-se que o consumidor “vista” as roupas e acessórios antes de comprá-los.

Atualmente, já é possível mensurar em tempo real o atendimento ao cliente e as vendas de uma loja física. Inteligências que identificam gênero, idade e reação facial do consumidor (com o produto e com o atendimento) não são tão comuns, mas possíveis e aplicáveis.

Também é plausível, através das novas tecnologias, registrar a movimentação no interior da loja e acumular conhecimento inteligente sobre produtos mais visados pelo consumidor; produtos que pegou em mãos, mas não comprou e reações na interação com o vendedor.

 

Beacons

Os beacons são dispositivos de proximidade que transmitem informações diretamente para um app. Para as lojas é vantajoso para criar campanhas, entregar conteúdo e informações em tempo real para o cliente. Além das diversas possibilidades, o beacon é bastante acessível e não precisa de internet, pois funciona via bluetooth do celular.

 

Gôndola infinita

Com a gôndula infinita o cliente tem uma experiência em ambiente virtual dentro da loja, podendo comprar até mesmo produtos que estão no centro de distribuição. Além disso, ele pode agendar a entrega na sua residência ou conforme achar mais cômodo.

 

Apps de lojas

Desenvolver um app para vender online é a aposta do momento da rede varejista. Grandes nomes desse mercado já lançaram os seus. Não somente para venda, mas também com diversas funcionalidades para facilitar a vida do cliente e garantir maior frequência de uso do aplicativo.

 

Realidade aumentada

Essa tecnologia permite que usando um aplicativo para smartphone o cliente faça interações com objetos virtuais que não estão no ambiente real. Para o varejo o objetivo é proporcionar uma experiência de compra diferenciada. Assim, torna-se possível que o cliente interaja com a vitrine, provador virtual e até mesmo com a loja sem estar dentro dela.

 

RFID

Trata-se de uma tecnologia de identificação por radiofrequência que auxilia diretamente no controle dos itens que entram e saem do estoque. Deste modo, é possível identificar de uma só vez diversos produtos a uma distância maior. As etiquetas de RFID são uma alternativa aos clássicos códigos de barras.

 

As possibilidades para uso do digital são infinitas. Obter um meio para adentrar nesse ambiente é também a fórmula para garantir a sobrevivência da empresa. Do contrário, mais que rapidamente, a empresa perderá a chance de oferecer produtos e serviços que encante o cliente.

 

Parcerias estratégicas para Transformação Digital no Varejo Moda:

Cada vez mais grandes varejistas de moda contam com terceiros especialistas em seus segmentos, principalmente para Transformação Digital.

Por isso trabalhamos com equipes exclusivas e dedicadas à incorporar verdadeiramente as necessidades do usuário e os objetivos do negócio para criar produtos digitais de impacto.

Empresas como Calvin Klein, John John e Le Lis Blanc optaram por uma parceria estratégica que os permitem focar por ações mais assertivas e manter seus times internos concentrados no core-business.

 

Carolina Strobel, Diretora de Inovação da Restoque, empresa detentora de grandes marcas como Le Lis Blanc, Dudalina e John John Base, ressalta a importância dessa parceria:

Buscávamos no mercado empresas que nos ajudassem a transformar nossa realidade. Não queríamos uma relação contratual, mas sim uma relação de confiança e de valores não financeiros. A grata surpresa foi, ao final do projeto, olhar para trás saber que escolhemos as pessoas certas. Isso eu não tenho a menor dúvida e acredito que ninguém do time tenha. Eles não só estavam sempre disponíveis como também estavam com uma vibe positiva.

 

Frederico Silveira, Diretor de Tecnologia da Calvin Klein, destaca o impacto do processo de imersão realizado pela UDS:

Somos parceiros com um objetivo em comum de fazer a coisa funcionar. Essa forma de conceber produtos é ágil e direta. Vamos entregar um produto enxuto e muito funcional. A expectativa foi ultrapassada e muito. Aconteceu uma revolução, algo que nunca rolou dentro da empresa que é essa sinergia. Foi produzido muita coisa e o material entregue é muito rico. E hoje todo mundo se sente seguro para entregar o produto para os “C-levels”. Quando você mostra o protótipo e o cara sorri, não precisa falar mais nada. O feedback está dado.

Na Era Digital, a questão não é mais “Quando?”, e sim “Como?” sua empresa se transformará digitalmente.

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"Como a transformação digital mudou a comunicação das marcas com seus consumidores"

O impacto da transformação digital na relação com o consumidor

O impacto da transformação digital na relação com o consumidor 576 360 uds

Ligar para o call center ou usar o aplicativo do smartphone, qual opção seria escolhida pelo seu consumidor para tirar uma dúvida ou resolver um problema? Lembre-se: estamos em plena transformação digital, onde todas as possibilidades costumam estar na palma da mão.

 

A transformação digital como estratégia

Já que as soluções precisam estar a um clique de distância e a comunicação ser rápida e assertiva, a estratégia para manter uma boa relação com o consumidor é ser digital.  Afinal, eles querem estar próximos a marca e ter seus desejos atendidos.
Um a cada três CEOs das maiores empresas da América Latina tem a transformação digital como base da sua estratégia corporativa, segundo dados da International Data Corporation (IDC).
Portanto, não é à toa que as empresas têm repensado seu relacionamento com os clientes.

 

O que mudou com o relacionamento digital

Anteriormente, o foco estava no produto ou serviço. Hoje, o consumidor busca uma boa experiência com a marca, acima de tudo. Além de satisfazer suas necessidades e aproximá-lo da marca, a relação precisa ser positiva em todas as interações. É preciso ouvir e interpretar o consumidor.

 

Por que é preciso se adaptar?

Acima de tudo, por que o consumidor só se torna embaixador da marca quando é colocado no centro das decisões.

Além disso, a pesquisa global da consultoria Protiviti alerta que resistir às mudanças causadas pela transformação digital poderá ser fatal às corporações de economia tradicional em 2019. O receio sobre os avanços das organizações nascidas digitalmente foi tão evidente no levantamento que a preocupação com o fator disrupção digital saltou do 10º lugar em 2018, para o 1, evidenciando como a agilidade e a escalabilidade estão no topo das prioridades das empresas.

 

A forma errada de fazer

Mesmo já investindo no digital, muitas marcas ainda ignoram a necessidade de integrá-lo ao físico e acabam frustando os consumidores. É um erro pensar que oferecer um canal digital resolve todos os problemas e coloca a empresa no auge da transformação digital. Vejamos os erros mais comuns:

Automatização sem conhecimento

Antes de tudo é preciso conhecer o comportamento do consumidor e entender suas reais necessidades. De nada adianta sair automatizando atividades pela metade com a ideia de que o atendimento humano pode terminar o serviço e agradar. É preciso avaliar se esse tipo de interação prevê o que realmente importa para o usuário.

Dar mais trabalho para os clientes

Quando encontra, ou procura, um canal de atendimento digital o cliente acredita que conseguirá resolver tudo o que precisa ali, de forma fácil. Porém, se outro atendimento precisa ser buscado gera frustração e lhe dá ainda mais trabalho, desestimulando a buscá-lo novamente.

Ignorar a interdependência dos canais

Além de comprometer a experiência do cliente, quando funções e incentivos não são coordenados entre os canais, a análise de desempenho e conversão entre eles também perde o critério. Por exemplo: medir uma métrica de atração de clientes para o canal de vendas ignorando o fato de que eles chegam até lá com dúvidas sobre o produto ou serviço, fará com que as chamadas para o atendimento sejam incentivadas no momento errado da jornada do consumidor.

 

Fazendo do jeito certo

Saber como evitar os erros é meio caminho andando para o acerto. Por isso, vejamos agora formas de acertar no relacionamento com o consumidor:

Analise todos os dados

Quer compreender o seu consumidor? Analise seu comportamento nos seus canais de atendimento e terá todas as respostas. Hoje, há formas avançadas de análise dessas informações que levam a compreender os motivos de busca por atendimento e suas dores. Conheça o cliente e preveja suas ações, ajudando-o mais eficientemente.

Integre o humano ao digital

A ideia é resolver os problemas com rapidez, independentemente do canal utilizado e sem que o cliente se frustre com a troca. Uma boa estratégia para mostrar que o digital também pode ser assertivo e que o consumidor está bem assistido com ele é integrar, de forma eficiente, chats e mídias sociais.

Perceba os canais em separado

Integrar o digital e humano pode ser necessário, no entanto, para reduzir os atritos entre ambas e melhorar a qualidade da interação é preciso analisá-los individualmente. Identifique o que leva o usuário a abandonar o atendimento virtual e partir para o humano e terá o foco da falha.

Afinal, por que acreditar na transformação digital?

Porque o cenário mudou, porque 40% dos consumidores preferem fazer suas compras pelo celular e porque eles passam três horas por dia conectados, em média. Em 2018 o e-commerce teve crescimento de 23% na Black Friday. Várias estatísticas provam a preferência e o desejo dos consumidores em permanecer no digital.

 

A transformação digital em 2018

Inegavelmente, a concorrência já está, ou se prepara, para o digital.

Um estudo realizado da IDG, mostra que o digital-first já foi adotado como estratégia por 89% das organizações. 34% das startups aumentaram sua receita dessa forma.

Em comparação com as empresas tradicionais, as startups lideraram no quesito transformação digital. Veja os insights:

  • 55% das startups têm estratégias de negócio voltadas para o digital. Nas empresas tradicionais, apenas 38%;
  • 95% das startups têm planos de criar negócios totalmente digitais. Já 87% das empresas tradicionais nem pensam no assunto;

Certamente, a disrupção é mais fácil nas startups, devido ao seu modelo de negócio.
As companhias tradicionais têm tido mais dificuldades, um dos motivos talvez seja a falta de habilidade técnica, problema driblado com a terceirização. De acordo com o relatório Digital Means Business de 2018, essa foi a saída encontrada por 60% das empresas envolvidas na transformação digital.

Afinal, são várias as razões para terceirizar o desenvolvimento de software.

 

Vamos conversar sobre a sua transformação digital?

"A automação pode aumentar a produtividade das equipes"

Como a automação pode aumentar a produtividade da sua equipe

Como a automação pode aumentar a produtividade da sua equipe 1000 667 uds

Entregar bons resultados no menor tempo possível é um importante diferencial competitivo. Ter em mente que a automação pode aumentar a produtividade sem sacrificar a qualidade dos processos é a chave do sucesso para as empresas.

A automação é mesmo uma boa?

Pare por 10 minutos e pense em quantos processos sua equipe se envolve diariamente.
Agora pergunte-se: Quanto tempo esses processos demandam, em um dia, um mês, um ano? São tarefas repetitivas? Exige tempo que poderia ser aproveitado em atividades mais intelectuais?
De posse de todas as respostas, certamente, você já percebeu que o potencial do seu time pode estar sendo desperdiçado em tarefas repetitivas que podem (e devem) ser automatizadas.
Então, a pergunta agora é: Por que não utilizar tecnologias, sistemas computacionais ou banco de dados para automatizar esses processos?
Certamente, sobraria tempo e disposição para soltar a criatividade e gerar novas estratégias de negócio, novos produtos e serviços, ou até mesmo aprimorar o trabalho que já existe.

Os principais tipos de automação

Maiores que os benefícios (que trataremos a diante) são as possibilidades de processos que podem ser automatizados. Inspire-se conhecendo alguns tipos:

• Automação de vendas;
• Automação de marketing;
• Automação de propostas;
• Automação de contratos;
• Automação via API;
• Automação de relacionamento com o cliente.

 

Os benefícios e como a automação pode aumentar a produtividade na sua empresa

Aí vai uma lista de vantagens que se tem ao começar a utilizar uma ferramenta de automação de processos:

• Mais consistência nos fluxos de trabalho;
• Mais visibilidade de todos os envolvidos no processo;
• Mais confiança entre áreas no trabalho realizado;
• Correção de problemas de comunicação (em processos discutidos por e-mails, por exemplo);
• Melhora do serviço prestado e, consequentemente, no atendimento aos clientes.

 

Outros benefícios que valem a pena ser vistos com calma

Mais produtividade

Inegavelmente, alguns gestores podem pensar que a produtividade está ligada apenas a capacidade individual, no entanto, processos enfadonhos e repetitivos, tem o poder de travar o rendimento e afetam diretamente a produtividade das equipes.
Tarefas totalmente operacionais, uma vez que são automatizadas, liberam os colaboradores para outras funções que exigem mais deles, melhorando a produtividade como um todo.
Entretanto, é importante ressaltar que o processo automatizado precisa ser feito do modo correto, só assim elimina retrabalho e extingue de vez a necessidade de interferência.
Vale lembrar ainda que a tarefa que foi automatizada também ganha velocidade. Um exemplo é a automação de relacionamento onde o atendimento a clientes é feito por chatbots. Falando nisso, veja alguns princípios básicos de planejamento para implementar um bot. 

Menos erros

Enquanto um humano é suscetível a errar, uma ferramenta de automação dará um sistema de gestão de qualidade excelente e inquestionável. Por consequência, se não há erros, o fluxo de trabalho não é interrompido e os comuns atrasos,  simplesmente deixam de existir.
Se não há erros a qualidade do serviço realizado será excepcional.
Dessa forma o relacionamento com o cliente ganhará em funcionalidade e rapidez, que é tudo o que qualquer consumidor espera.

Menos custos e burocracia

Logo que a chance de erro é extinta (significando zero retrabalho), com um software específico para cada tarefa o tempo de execução será infinitamente menor, e isso sugere menos funcionários.
Em conclusão, com menos pessoal sobra mais espaço físico, que pode ser aproveitado por novos equipamentos que, consequentemente, significa crescimento da produção.
Semelhantemente, mais espaço também será gerado com o fim dos gigantes almoxarifados. Afinal, com processos automatizados os documentos serão digitalizados ou criptografados.

Padronização de tarefas

É comum que cada equipe ou colaborador tenha seu ‘jeitinho’ de executar a tarefa. Automatizando o processo todos seguirão os mesmos passos.
Além de garantir uma melhor cadência ao trabalho, ter um padrão a seguir garante que mesmo com a saída de um funcionário, um novo possa realizar a função a partir do ponto onde o anterior parou.

Otimização de processos

Como mencionamos acima os procedimentos ficam registrados na plataforma. Dessa forma, quando houver falhas é fácil e rápido identificar de onde ela partiu e corrigi-la. Que fique claro que a intenção não é responsabilizar equipes, mas quando há uma falha, mais importante que apontá-la é identificar suas causas.

Dados integrados

Quando diferentes setores trabalham em prol do mesmo objetivo é importante que todos tenham alinhados as mesmas informações.
Imagine: marketing e comercial trabalham em conjunto, mas um setor utiliza uma planilha e o outro adota um software gratuito. A conversa será difícil e o acompanhamento dos dados impossível, por isso uma plataforma que reúna e unifique as informações possibilita que as estratégias sejam construídas em conjunto e estejam acessíveis a todos.

Quantificação dos resultados

Ter em mãos relatórios de performance permite o monitoramento, análise e alteração de estratégias sempre que necessário. Processos automatizados são uma rica fonte de informação que podem ser acessadas de forma rápida e segura a fim de identificar as potencialidades, deficiências, e basear as tomadas de decisão.

 

Automação na prática

Já sabemos que a automação pode aumentar a produtividade das equipes e liberá-las de tarefas cansativamente repetitivas. Mas, quais processos podem ser automatizados?
Separamos alguns exemplos que podem lhe inspirar.

E-commerce e transportadoras

Nos e-commerces a automação mais comum é a de rota de entrega. Com o processo automatizado e rastreável o cliente e o departamento de logística acompanham todo o percurso do produto até o destino final, inclusive suas paradas.
Transportadoras também se beneficiam de informações sobre a coleta do produto, geração de NFe, data e hora do envio e a rota que está sendo feita. Registrar a entrega e coletar assinatura digital do receber, além de monitorar o retorno do caminhão são outras vantagens.

Indústrias

A gama de aplicações é imensa para o setor industrial. Independente da setor, sempre haverá a necessidade de controle de estoque, avaliação das etapas e do ciclo produtivo e a busca de economia no uso de maquinários.
Se a indústria lida com matérias primas perecíveis ainda mais a automação pode aumentar a produtividade, já que o controle de estoque (de insumos e produtos prontos) deve levar em conta datas de validade. Automatizado, o processo alertará, sem erros, sobre o vencimento dos prazos e gerenciará os pedidos.

"Automação facilitando processos industriais"

Atendimento e relacionamento

Qualquer consultoria indicará a importância do bom relacionamento e atendimento ao cliente. Afinal, quem não quer ser ouvido e bem atendido?

Algumas empresas cultivam e necessitam dessa interação mais que as outras, mas todas têm suas seções de Ouvidoria ou SAC.
A automação desses processos é imprescindível para um bom relacionamento e atendimento eficaz.
Novamente, gerar métricas para conduzir avaliações e dar suporte as decisões. Veja os registros de ocorrência que podem ser gerados:

• contatos atualizados do cliente;
• tipo de ocorrência;
• descrição detalhada do problema;
• tempo de atendimento realizado pelo operador.
Com essas informações coletadas, é possível:
• encaminhar a ocorrência online ao departamento correto;
• monitorar e cobrar respostas;
• solicitar um feedback ao cliente e mensurar o seu nível de satisfação;
• atualizar o banco de dados.

"Automação de atendimento com chatbots"

Vendas

Vender exige atenção, aos clientes e aos processos.
Não seria ótimo que sua equipe de vendas só se preocupasse em dar atenção aos clientes e suas necessidades? Isso é possível (e muito indicado, a propósito). A automação de vendas realiza a gestão de pedidos, faturamento, envio de e-mails e o agendamento de reuniões. E tudo no tempo estipulado, sem atrasos e falhas.

"Automação em processos de vendas"

Esses são alguns poucos exemplos, existem muitos outros.
O importante é que este texto tenha cumprido o propósito de mostrar o papel da automação e como ela contribui para aumentar os resultados positivos encurtando o tempo gastos nos processos.

E na sua empresa, qual ou quais processos podem automatizados?
Fale conosco, podemos ajudar!

Inteligência Artificial: áreas que já estão aplicando

Inteligência Artificial: áreas que já estão aplicando 2101 1427 uds

Se antes ela só aparecia nos roteiros de cinema, a Inteligência Artificial (IA) já faz parte das ações básicas do nosso dia a dia.

Duvida?

Certamente, você ativa funções do seu smartphone via reconhecimento de voz. Pois saiba que agindo assim você está lidando com a IA. Quando traça uma rota no GPS e solicita o caminho com menos trânsito, também.

A Inteligência Artificial já está nas mais diversas áreas e segmentos. Portanto, se você ainda não pensou em como adotá-la na sua empresa, aconselhamos que continue essa leitura e veja quais áreas adotaram os algoritmos em seus serviços e como eles podem trabalhar por você.

 

Leia: Transformação Digital – por que vale a pena investir?

 

Afinal, a Inteligência Artificial é indicada para quais áreas?

Partindo do princípio conceitual de Inteligência Artificial: a máquina precisa aprender. Assim, a tecnologia pode ser adotada por qualquer área que gere um volume de dados que possam ser analisados e processados.

Enfim, ter um produto extremamente avançado ou ser de grande porte não são requisitos para que a empresa se beneficie da IA.

Hoje, as suas aplicações são inúmeras e o leque de setores vai desde a indústria, saúde, moda, jurídico e o bancário.

 

Confira algumas áreas que já adotaram a Inteligência Artificial e como otimizaram seus processos:

 

Serviços financeiros

São três as aplicações mais comuns nesta área:

– Identificar padrões e informações que favoreçam a negociação;

– Facilitar a rotina das transações;

– Combater fraudes, seja analisando perfis de risco, ou com cibersegurança.

Algumas instituições financeiras atuando com a IA oferecem serviço de pagamento mobile utilizando a tecnologia para processar faturas e cartões de crédito.

Além disso, a ferramenta automatiza tarefas como lembretes de pagamento, descontos, segurança, escaneamento de cartões e outras funções que dão mais rapidez ao processo.

 

Marketing e Varejo

A personalização da compra é uma experiência positiva para o cliente, que fica ainda mais interessante com a Inteligência Artificial. Conforme o aprendizado da máquina estabelece as preferências do público fica mais fácil acertar nas ações, especialmente no marketing e varejo.

Prever compras futuras, com base nas anteriores, é um exemplo disso. Quem faz compras online sabe muito bem que suas pesquisas e compras passadas determinam o fluxo de ofertas que recebemos. Armazenar essas preferências garante cerca de 30% da receita de grandes e-commerces.

Contudo, as previsões não definem apenas ações online, redes supermercadistas aplicam muito os insights na prática analisando dados de compras para determinar a melhor oferta dos produtos.
Exemplo: Se fraldas e cerveja são compradas no mesmo dia, adivinha quais produtos estarão no mesmo corredor.

 

Relacionamento com consumidor

Enquanto melhora a experiência do usuário a Inteligência Artificial ainda barateia os custos desse relacionamento. Se antes o trabalho de interagir, responder e oferecer serviços a potenciais clientes era 100% humano, hoje não é mais. Afinal, os chatbots aprendem a cada conversa, ou seja, ficam melhores.

Dessa forma, empresas que oferecem serviços de integração dos chatbots com redes sociais e com sistemas de pagamento já deslumbram um cenário otimista. A pesquisa da IT Mídia & Fundação Dom Cabral indica que 25% das empresas pretendem utilizar a tecnologia em call centers e outros serviços similares no futuro próximo.

"O relacionamento com os clientes fica mais rápido com os chatbots"

Transporte

Lembra de quando falamos dos sistemas de navegação? Difícil nos imaginar sem eles, não é! Em síntese, contar com as sugestões de trajeto e os meios de transporte mais eficientes são facilidades que a AI nos proporciona.

Dessa forma, muitas empresas surgiram dessa possibilidade e mudaram a forma como nos locomovemos.

 

Medicina

Ciência e tecnologia caminham juntas há tempos, diversos são os dispositivos e sensores portáteis que conectados ao corpo enviam dados em tempo real sobre as condições de saúde de um paciente.

A Inteligência Artificial avançou nos diagnósticos de câncer, reduzindo o tempo dos exames e extinguindo a chance de erro médico. Quanto mais rápido o diagnóstico, maiores as chances de cura.

 

Jurídica

De acordo com a Associação Brasileira de Lawtechs e Legaltechs a IA tem sido adotada desde os novos até os tradicionais escritórios do país.

Conforme a associação a capacidade de criação e inovação do futuro profissional do Direito será um diferencial valorizado. Especialmente, em um ambiente onde os robôs estão fazendo funções que até então eram apenas humanas.

A novidade é a aplicação de uma ferramenta de Inteligência Artificial que aprendeu a processar dados. Dessa maneira, ela tem capacidade de avaliar informações que demandariam cinco ou seis advogados trabalhando oito horas por dia, em dedicação exclusiva.

Enquanto proporciona aos humanos mais tempo para o trabalho intelectual, garante mais segurança ao processo.

 

Moda

Conforme falamos acima, prever tendências de compra, personalizar experiências e o relacionamento com chatbots, são benefícios da Inteligência Artificial e amplamente aplicados na moda.

Além do e-commerce, a IA é uma importante aliada no desenvolvimento de novos tecidos, que estão cada vez mais inteligentes. Afinal, alguns imitam as reações humanas, controlam a transpiração e até se interligam com dispositivos móveis.

Com a Inteligência Artificial é possível até experimentar roupas sem vesti-las, aliás.

 

Esporte

Chatbots, visão computadorizada e jornalismo automático são tecnologias da IA que têm revolucionado os esportes. Talvez a mais impressionante delas seja a capacidade de o computador substituir os humanos, e ainda ganhar deles. Não é novidade para ninguém a alta performance dos robôs no poker e xadrez.

O uso da Inteligência Artificial no esporte da mente surpreende por que o algoritmo se utiliza do viés matemático (que é melhorado a cada jogada), enquanto os humanos baseiam-se no raciocínio e treino, podendo ser afetado por emoções e fatores externos.

 

Educação

A tecnologia já alterou a forma como os professores dão suas aulas, substituindo os livros por imersões no tema estudado com recursos de realidade virtual.

Já a IA está ajudando no progresso dos alunos ao indicar seu nível de aprendizado e adaptar conteúdos para cada um deles.

Funciona assim: Estudando no sistema online o aluno vai completando atividades e o algoritmo identifica o quanto ele aprendeu de cada matéria, traçando um plano de estudo de acordo com sua evolução. A tecnologia já é utilizada no Brasil.

"Uso da Inteligência Artificial na Educação"

Vários são os exemplos de como a Inteligência Artificial está presente nas nossas vidas e como as empresas estão ganhando com ela. É necessário dizer também que há muitas outras áreas que já adotaram esta tecnologia.

As previsões de crescimento são otimistas e em um futuro bem próximo são esperadas muitas novidades neste campo.

O Bank of America Merril Lynch estima que nos próximos quatro anos a IA tenha potencial para movimentar cerca de US$ 70 bilhões na economia. Até 2025, 75% das equipes de desenvolvedores deverão incluí-la em um ou mais de seus serviços.

 

E a sua empresa, está pronta para a Inteligência Artificial? Transforme-se com a gente!

7 inovações tecnológicas que veremos até 2050

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Você já pensou para quais inovações tecnológicas devemos nos preparar?

O tic tac do tempo parece cada vez mais rápido. A tecnologia acompanha o ritmo frenético e o novo ganha uma atualização a cada dia.

O futuro promete ser surpreendente e os planos cada vez mais ousados.

Seria a chegada dos carros que voam? A tecnologia avançou, sem dúvidas, mas os planos ainda não alcançaram os filmes de ficção.

No entanto, já temos prévias das novidades que virão por aí.

Vamos embarcar nessa ‘máquina do tempo’ e imaginar o gostinho das sete inovações que nos esperam até 2050?

 

1 – Os carros serão impressos

A demanda de impressoras 3D tem crescido muito desde o lançamento das primeiras versões.

Por exemplo, em 2014, mais de 130 mil destas impressoras foram vendidas em todo o mundo, um aumento de quase 70% em relação aos números de 2013. Só para ter uma noção de como essa indústria não para, em 2016 ela subiu em 29% e, em 2017, 15%.

Algumas empresas já estão utilizando a tecnologia para criar protótipos de automóveis, imprimindo peças específicas de veículos.

A Audi exibiu recentemente um carro de tamanho diminuto criado pelas suas impressoras 3D de metal.

Local Motors pretende fabricar um automóvel completo e em tamanho real somente através de impressão 3D nos próximos anos. Vários protótipos já foram criados, inclusive.

 

2 – Será o fim dos celulares

Você não se imagine sem celular? Então prepare-se, pois, ele será extinto. Será a vez da realidade aumentada. Tudo, e mais um pouco, do que seu smartphone faz hoje estará em uma pequena pulseira.

Além disso, de acordo com especialistas, é provável que nos próximos dez anos o primeiro celular implantável esteja comercialmente disponível em grande escala.

O aparelho (que consistirá basicamente em um chip mais robusto) será capaz de monitorar vários dados do usuário, permitindo que ele se comunique através de ondas cerebrais ou sinais verbais.

Já existem alguns dispositivos implantáveis atualmente, como os marca-passos, porém, o chip em questão trará outras possibilidades, como conexão com internet, por exemplo.

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3 – Tradutor universal

Viajar para outro país e ‘escorregar’ no idioma local é um problema para você? Relaxe, isso será resolvido em breve!

De acordo com o jornal The Economist, os tradutores automáticos têm tudo para se tornar realidade.

No futuro, será possível se comunicar com pessoas que não falem o mesmo idioma ao utilizar um equipamento semelhante a um par de óculos ou um app no telefone.

Conforme as pessoas falam no idioma estrangeiro, traduções serão feitas simultaneamente (no caso dos óculos, será como se estivéssemos vendo as legendas de filmes).

Mais alguém está ficando ansioso por isso?!

 

4 – Órgãos por encomenda

De acordo com as estatísticas dos Estados Unidos, uma a cada 18 pessoas morre na fila de transplante, à espera de um órgão. Sabemos que no Brasil a realidade é exatamente a mesma.

Já existem tecnologias para ampliar a vida desses pacientes, porém nada substitui um órgão, de fato.

A expectativa é que em 35 anos, ninguém precise esperar mais por um órgão, pois eles serão fabricados nos próprios laboratórios. Não estamos tão longe assim, afinal, já existem casos de transplantes de bexigas totalmente artificiais.

A tecnologia das impressoras 3D também pode entrar nesse procedimento, cientistas poderão utilizar as células-tronco de um paciente para criar um órgão preciso e específico para ele.

Esse processo envolve o crescimento de células-tronco no laboratório após removê-las do paciente para então utilizá-las na impressão 3D e criar a nova parte do corpo – tecnologia chamada de bio-impressão.

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5 – Os carros não terão motoristas (e nem comandos)

Pesquisadores dizem que a grande maioria dos automóveis autônomos não terá nenhum comando realizado por seres humanos em 2035.

Os veículos que se dirigem sozinhos serão mais seguros, eliminando por completo os riscos de acidentes por erro humano, que passam da marca dos 90%.

Além disso, os carros autônomos também vão contribuir para evitar o congestionamento e os engarrafamentos em cidades grandes.

Segundo estimativas atuais dos Estados Unidos, esses modelos podem evitar mais de 30 mil mortes por ano, o que é um número bastante significativo.

 

6 – Fim dos livros

A escola também será afetada pela tecnologia nos próximos anos. A previsão é que a realidade virtual revolucione o aprendizado e elimine totalmente os livros. Ao invés da aula tradicional, os alunos serão levados a um ambiente onde ‘enxergarão’ o conteúdo.

Por exemplo: na aula de história a batalha será vista, como se estivesse acontecendo ali, no meio da classe.

Nem precisa dizer que dessa forma, seria muito mais fácil explicar o assunto e as aulas se tornariam muito mais interessantes.

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7 – Energia renovável

Imagine o potencial solar de lugares como o deserto do Saara sendo extraídos e utilizados por países inteiros (que não tem tanto acesso ao sol).

Segundo Ian Person, conhecido por seu alto índice de precisão em seus palpites futuristas, isso será totalmente possível.

Até 2045 a fusão nuclear, que já está em desenvolvimento, também será uma realidade. Com isso, até 2050, finalmente, não seremos mais dependentes dos combustíveis fósseis.

 

Ufa, é muita coisa para imaginar!

Conte para gente, o que você acha sobre as inovações tecnológicas que deverão vir por aí?

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Transformação Digital: por que vale a pena investir?

Transformação Digital: por que vale a pena investir? 1900 950 uds

Certamente você já deve ter ouvido falar de Transformação Digital. É um conceito atual, não está envolvido somente com pessoas que trabalham com Tecnologia da Informação.

A Transformação Digital é um processo no qual as empresas fazem uso da tecnologia para:

  • Melhorar o desempenho;
  • Aumentar o alcance;
  • Garantir resultados melhores.

É uma mudança estrutural nas empresas, dando um papel essencial para a tecnologia.

Neste artigo, você vai entender o que é Transformação Digital. Também conhecerá quais são os domínios estratégicos para a implementação da Transformação Digital.

Boa leitura!

Onde a Transformação Digital começa:

Não se trata de uma concepção para o futuro, mas sim algo pelo qual as organizações de hoje têm de dar o máximo de atenção.

Só assim, elas continuam aptas a serem chamadas de “grandes concorrentes”.

Diz ser uma questão de mudança radical na estrutura das empresas, a partir da qual a tecnologia passa a ter um papel estratégico central.

Não é mais apenas uma presença superficial.

Para tanto, exige que abordagens tradicionais sejam deixadas de lado e algo mais adequado ao ambiente empresarial e tecnológico atual surja.

Isso pode envolver a troca de operações baseadas em papel e caneta por meios eletrônicos, a fim atrair clientes.

Apenas isso torna a Transformação Digital um desafio muito mais de gestão do que de marketing ou tecnologia.

Ela faz parte de um processo muito maior, que é chamado de progresso tecnológico.

De acordo com o blog Marketing de Conteúdo, são três as fases principais desse desenvolvimento:

  • Digitização;
  • Digitalização;
  • Transformação Digital.

Conheça cada uma delas:

Fase 1: Digitização

É o processo de transição da informação analógica para uma forma digital.

Trata-se da representação de sinais, sons, imagens e objetos no meio digital por meio de valores binário.

Ou seja: os dados são transformados em bits e armazenados em dispositivos eletrônicos.

Fase 2: Digitalização

É bem mais abrangente e consiste nas mudanças reais realizadas nas organizações por meio da tecnologia.

Isso inclui alguns conceitos bem avançados, como Big Data, Internet das Coisas, criptomoedas etc.

Um erro comum é acreditar que a digitalização significa usar mais Tecnologia da Informação.

Na verdade, a digitalização envolve uma visão mais completa da tecnologia. O objetivo é causar mudanças.

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Fase 3: Transformação Digital

Em linhas gerais, Transformação Digital é o efeito total e geral da digitalização na sociedade.

Com a digitalização em seu estado completo, novas oportunidades de mudança e evolução surgem para organizações de todo tipo.

Dessa forma, podemos dizer que:

  • Digitização é a conversão;
  • Digitalização é o processo;
  • Transformação Digital é o efeito.

David L. Rogers, especialista em estratégia digital e autor do livro “Transformação Digital: repensando o seu negócio para a Era Digital”, explica que existem 5 domínios estratégicos em mudança nesse período.

Cada um deles faz com que possamos observar essas novidades mais de perto. São eles:

  • Cliente;
  • Competição;
  • Dados;
  • Inovação;
  • Valor.

Domínio estratégico 1: Cliente

Tomando como base a maneira antiga com que empresas eram dirigidas, os clientes eram somente telespectadores bombardeados por propagandas.

Já na era digital, estamos avançando para um mundo mais dominado por essa rede. Os clientes agora se conectam e interagem com a marca dinamicamente.

Estão o tempo todo se influenciando reciprocamente e construindo a reputação das empresas e marcas.

Com isso, precisamos parar de ver os consumidores apenas como alvos de vendas.

As empresas precisam reconhecer que seus clientes podem ser influenciadores e parceiros de inovação em seu negócio.

Domínio estratégico 2: Competição

Estamos caminhando para um mundo de fronteiras mais fluidas em relação aos setores.

Nossos maiores desafiadores podem ser concorrentes fora de nosso segmento e, ao mesmo tempo, oferecer valores parecidos.

A batalha é sobre a disputa de influência entre as empresas. Com modelos de negócio muito diferentes, cada uma busca se alavancar diante do consumidor final.

Domínio estratégico 3: Dados

Hoje, nos deparamos com uma grande quantidade de dados.

A maioria deles está se transformando em uma grande vertente para todas as unidades organizacionais.

Os dados também se tornando ativos estratégicos a serem desenvolvidos e explorados ao longo do tempo.

Em resumo, são componentes fundamentais de como todas as empresas funcionam, se diferenciam nos mercados e geram novo valor.

Domínio estratégico 4: Inovação

Tradicionalmente, a inovação era gerenciada com foco exclusivo no produto final.

As startups e empresas de tecnologia atuais possibilitam um novo olhar sobre a inovação, com base no aprendizado contínuo e por experimentação rápida.

Domínio estratégico 5: Valor

Há um certo tempo, negócio de sucesso era aquele que tinha uma proposta de valor clara e estabelecia alguma diferenciação no mercado.

O sucesso também vinha àqueles que buscam executar e entregar a melhor versão da mesma proposta de aos clientes.

Já na era digital, confiar em proposta de valor imutável é regar os desafios e dar vantagem para concorrentes com propostas de valor mais atraentes.

Segundo uma pesquisa realizada pelo grupo Altimeter, empresas que adotaram a Transformação Digital tiveram 4 benefícios:

  • 41% aumentaram o market share;
  • 37% aumentaram o engajamento do consumidor em canais digitais;
  • 30% aumentaram o faturamento do consumidor;
  • 32% viram um aumento no volume de tráfego na web e mobile.

Conclusão

Para se alcançar uma Transformação Digital completa, a digitalização de processos precisa fazer parte de praticamente todas as áreas da organização.

Não é apenas colocar a tecnologia como um meio de interação entre cliente e empresa.

É colocar a tecnologia como um solucionador, capaz de realizar ações e trabalhar de modo praticamente autônomo.

Resumidamente, a Transformação Digital é um conceito complexo. Precisa partir do topo e se espalhar por todas as decisões estratégicas e processos da empresa.

Também deve estar atrelada a um plano estratégico consistente, em que o digital não é um fim, mas um meio de melhorar a produtividade e integrar, otimizar e agilizar a cadeia produtiva.

Com a Transformação Digital completa, a sua empresa simplifica processos e entrega mais valor ao cliente final, trazendo mais faturamento e lucro para a empresa.

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