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Uso de aplicativos dispara no Brasil e impulsiona startups

Uso de aplicativos dispara no Brasil e impulsiona startups 1280 853 uds

Foi-se o tempo que eles eram apenas acessórios, hoje, são ‘tipo’ uma extensão corporal, item de necessidade básica. Também não servem apenas para comunicação. Os smartphones estão presentes na vida das pessoas (como nunca). Tanta demanda e desenvolvimento tecnológico puxaram outro crescimento: o dos aplicativos.

Os aplicativos fazem parte de quase todas as etapas do cotidiano, independente da classe sociais. E os brasileiros estão entre os que mais os consomem.

Duvida?

Segundo pesquisa da App Annie o Brasil é segundo país que mais utiliza apps por mês. Os brasileiros abrem cerca de 10 aplicativos em um único dia. Em 30 dias são, em média, 40 apps.

Quando o assunto é downloads o Brasil está na quarta posição, com seis bilhões de downloads feitos.

A expectativa para 2022 é que mais de oito bilhões de aplicativos sejam baixados, o que colocaria o país em terceiro no ranking, perdendo apenas para os Estados Unidos, Índia e China.  Juntos, os quatro países devem responder por 54% de todos os downloads feitos no mundo.

 

Leia: O crescimento mobile no Brasil

Leia: Por que você deve investir na transformação digital 

 

E as startups, como entram nisso?

Pense bem. Quanto mais celulares, mais aplicativos, mais pessoas buscando na telinha soluções para seus problemas diários.

O que isso resulta?

Mais espaço para as empresas investirem em suas ideias salvadoras e mais pessoas procurando por elas, é claro!

Atentas aos nichos de mercado, grandes empresas e startups, estão aliando seus produtos/serviços à tecnologia e lucrando alto. O panorama promissor vem sendo desenhado pelo crescimento do mobile e promete alterar, drasticamente, diversas áreas da tecnologia, comunicação e marketing.

 

Movimento trilionário

Imagine um mercado em ascensão, este é o mercado de aplicativos. A previsão é que ele movimente US$ 6,3 trilhões até 2021, quando o comércio eletrônico representará o ‘maior driver do crescimento da economia de dispositivos móveis e aplicativos’.

A empresa analista App Annie é a responsável pela expectativa otimista, que representa um salto de 380% no mercado, que em 2016 valia US$ 1,3 trilhão de 2016.

O crédito do crescimento fica por conta do alto volume de pessoas que estarão usando smartphones ao redor do mundo. A pesquisa diz que essas pessoas passarão 3,5 trilhões de horas conectadas até 2021. Em 2016, o número foi de 1,6 trilhão de horas.

Muito tempo, não? Maiores ainda são possibilidades na área.

E a sua ideia, se encaixa em qual nicho de mercado? Quem sabe não seja a sua hora de empreender! 

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Habilidades esperadas do profissional de TI em 2019

Habilidades esperadas do profissional de TI em 2019 1280 853 uds

Inteligência artificial, big data, internet das coisas e blockchain são algumas das soluções em ascensão que aquecem o mercado de Tecnologia da Informação (TI). A estimativa do Gartner é que, até o fim de 2018, os gastos com TI cheguem a 3,7 trilhões de dólares, um crescimento de 6,2% em comparação ao ano passado. Por consequência, a demanda por profissionais acompanha esse crescimento. Mas, com todas as mudanças do mercado, quais serão as habilidades que se espera do profissional de TI em 2019?

Robert Half, empresa de executive search, destaca em seu Guia Salarial 2019, que o perfil e as competências valorizadas pelas empresas mudou, junto com as atualizações dos sistemas.

Assim sendo, o típico profissional introspectivo, que não se comunica bem, está com os dias contados, segundo o relatório, que afirma que esse estereótipo não reflete o momento atual da área.

 

Afinal, o departamento de TI ganhou espaço nas organizações, deixando de ser visto apenas como suporte. A competitividade e automação de tarefas o tornou vital e estratégico. Para interagir com outros setores a comunicação é requisito básico e agrega valor ao profissional.

Além disso, listamos outras quatro habilidades que valorizam o currículo do profissional de TI em 2019 e estão sendo buscadas pelos recrutadores.

 

  1. Big data e análise de dados

Juntos, big data e analytcs devem somar 8,5 bilhões de dólares até 2023, só no mercado latino-americano. Nesse sentido, a previsão da Frost & Sullivan é de que as possibilidades deste tipo de solução serão cada vez mais relevantes para o mundo corporativo.

Afinal, saber analisar dados de diferentes origens, possibilita definir perfis de comportamento, desenvolver novos projetos a partir da avaliação de históricos, e condensar relatórios com indicadores estratégicos essenciais para a tomada de decisão.

 

  1. Conhecimento em aplicativos

Em virtude do crescente e significativo uso de aplicativos o uso de dados aumentou consideravelmente. Esse recurso é essencial para complementar a estratégia omnichannel que vêm ganhando destaque em companhias de diferentes setores.

Sem dúvida o fato de que 138 milhões pessoas possuem um smartphone no Brasil (segundo o IBGE) reforça a relevância dos apps quando o assunto é ampliar as opções e canais de relacionamento com o cliente.

Logo, conhecer as particularidades dos aplicativos é característica básica de um profissional que, espera-se, possa contribuir com a integração de soluções e na otimização da comunicação da companhia.

 

  1. Domínio em outros idiomas

O dia a dia de um profissional de TI passa por alguns idiomas. Termos em inglês, espanhol, francês, alemão e até mesmo no mandarim, são comuns na área.

Vale lembrar que o suporte técnico de alguns sistemas e soluções são de outros países, e essa comunicação exigirá um grau mínimo de fluência no idioma.

 

  1. Visão estratégica

Com a disseminação da tecnologia e sua utilização no ambiente corporativo, por exemplo, o profissional de TI precisa praticar suas habilidades de negociação e garantir que os propósitos do seu trabalho sejam compreendidos por equipes e setores que não possuem o mesmo conhecimento técnico.

Em síntese, aplicar uma visão de negócios estratégica fará parte da sua atuação!

 

Possui ou deseja aperfeiçoar suas habilidades?

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Os 6 erros, mais comuns e fatais, das startups

Os 6 erros, mais comuns e fatais, das startups 650 432 uds

Uma boa ideia, uma dose de iniciativa e um parceiro ousado. Seria essa a receita das startups de sucesso?

Basicamente, sim! Porém, a lista de ingredientes vai além e o fermento principal é o ‘saber fazer’.

 

30% das startups dão errado

Certamente, uma estatística alarmante. Porém, real, infelizmente!

O número vem da pesquisa do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC). Em conclusão, o levantamento mostrou que no último período cerca de 30% das startups analisadas fecharam as portas.

Realizada com empresas participantes do programa Inovativa Brasil e do MDIC, que promove ações de assistência e capacitação, a pesquisa ouviu 1.044 companhias, principalmente de Tecnologia da Informação e da Comunicação (31%), Desenvolvimento de Software (21%) e serviços (18%), que listaram as seguintes causas para a falência:

– Falta de capital (40% dos entrevistados);

– Obstáculos do mercado, 16%;

– Divergências entre sócios,12%.

Problemas e dificuldades a parte (e que existem em todos os ramos), listamos os seis erros (mais comuns) cometidos pelas startups.

Aprenda com eles e garanta a saúde da ideia.

  

  1. Falta de clientes em potencial

Em resumo, se as pessoas não querem ou não precisam do seu produto/ serviço, obviamente, sua empresa não irá pra frente. Eventualmente, ainda tem quem insista e tente convencer seu público do contrário, atitude fadada ao fracasso, inegavelmente.

Esse erro é apontado pela CB Insights e App Annie como a principal causa para projetos não saírem do papel ou darem prejuízo.

Lição aprendida? Os apps precisam resolver um problema do usuário de maneira única. Precisam de um diferencial.

  1. MVP mal definido

Ainda que o aplicativo resolva um problema de maneira única a má definição de escopo para o Mínimo Produto Viável (MVP) pode causar grandes problemas, como:

– Perder o timing de lançamento;

– Gastar o orçamento disponível;

– Necessidade de alterações robustas para uma versão 2.0.

Seja como for, há muito conteúdo na web sobre o conceito e importância do MVP.

Primeiramente, é importante um processo de imersão na cultura do cliente, focado nas funcionalidades do produto e no custo benefício faz toda a diferença. Aqui na UDS fazemos dessa forma! 

 

  1. Ruídos na operação offline

Atualmente, os aplicativos desencadeiam solicitações que ‘movimentam o mundo offline’. A ação para o usuário é simples: apertar um botão, mas por de trás da plataforma alguém precisa realizar a ação (ou deveria).

Em outras palavras: Focar na tecnologia e se esquecer do impacto que a utilização do app exercerá nas operações diárias da empresa é uma falha grande e infelizmente comum. Ajuste sistemas, processos e disponibilize pessoas para atender as operações que o aplicativo propõe.

Além disso, seu canal digital jamais deve deixar de cumprir a próxima etapa, caso contrário o cliente terá problemas para consumir sua ideia.

Cliente frustrado não costumar repetir a experiência, certo?

 

  1. Instabilidade no back-end

Apps integrados a outros softwares têm a qualidade do back-end como um desafio a vencer. Pergunte-se sempre: O outro sistema já está pronto e apto?

O usuário final usa seu aplicativo e praticamente tudo que ele apresenta vêm de outros sistemas intermediados por Web Service. A sua robustez e qualidade das informações é vital para a qualidade do app, há uma forte relação de dependência.

O usuário não consegue distinguir se a tela branca, loading infinito ou botão que não funciona é um problema na própria aplicação ou no WS. No fim das contas, tudo que ele vê é um aplicativo que não funciona.

Coloque os times para conversar e diminua esse ruído. Para ajudar a conduzir essa conversa, veja aqui as dicas do nosso CEO, Paulo Cheles.

 

  1. Experiência ruim

A baixa qualidade no back-end é apenas um dos itens que afeta a experiência do usuário no apps. Outros itens estão relacionados à maneira como as interfaces são concebidas (diagramação, iconografia, termos) que podem ajudar o usuário a atingir seu objetivo, de maneira satisfatória e amigável, ou dificultar sua vida.

  1. Baixa manutenibilidade

A intenção do MVP é colher opiniões do mercado e adequar o produto. Agilidade para assimilar as opiniões e convertê-las em melhorias entregues ao cliente é importantíssimo pra qualquer empresa. A forma como o produto é construído impacta essa agilidade, positivamente ou negativamente. Apps mal construídos, com baixa qualidade arquitetural e outras más práticas têm manutenção difícil e isso prejudica o famoso ‘timing’ dos novos lançamentos.

Até mesmo no caso de grande sucesso do MVP, a baixa qualidade estrutural traz problemas para aumentar a equipe responsável por manter tal produto funcionando ou acrescentar novas funções.

Aprenda  com uma das melhores!

Agora que você aprendeu o que não fazer, que tal deixar de sonhar e realizar?

Fale com a gente e compartilhe aquela ideia matadora!