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Os 6 erros, mais comuns e fatais, das startups

Os 6 erros, mais comuns e fatais, das startups 650 432 uds

Uma boa ideia, uma dose de iniciativa e um parceiro ousado. Seria essa a receita das startups de sucesso?

Basicamente, sim! Porém, a lista de ingredientes vai além e o fermento principal é o ‘saber fazer’.

 

30% das startups dão errado

Certamente, uma estatística alarmante. Porém, real, infelizmente!

O número vem da pesquisa do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC). Em conclusão, o levantamento mostrou que no último período cerca de 30% das startups analisadas fecharam as portas.

Realizada com empresas participantes do programa Inovativa Brasil e do MDIC, que promove ações de assistência e capacitação, a pesquisa ouviu 1.044 companhias, principalmente de Tecnologia da Informação e da Comunicação (31%), Desenvolvimento de Software (21%) e serviços (18%), que listaram as seguintes causas para a falência:

– Falta de capital (40% dos entrevistados);

– Obstáculos do mercado, 16%;

– Divergências entre sócios,12%.

Problemas e dificuldades a parte (e que existem em todos os ramos), listamos os seis erros (mais comuns) cometidos pelas startups.

Aprenda com eles e garanta a saúde da ideia.

  

  1. Falta de clientes em potencial

Em resumo, se as pessoas não querem ou não precisam do seu produto/ serviço, obviamente, sua empresa não irá pra frente. Eventualmente, ainda tem quem insista e tente convencer seu público do contrário, atitude fadada ao fracasso, inegavelmente.

Esse erro é apontado pela CB Insights e App Annie como a principal causa para projetos não saírem do papel ou darem prejuízo.

Lição aprendida? Os apps precisam resolver um problema do usuário de maneira única. Precisam de um diferencial.

  1. MVP mal definido

Ainda que o aplicativo resolva um problema de maneira única a má definição de escopo para o Mínimo Produto Viável (MVP) pode causar grandes problemas, como:

– Perder o timing de lançamento;

– Gastar o orçamento disponível;

– Necessidade de alterações robustas para uma versão 2.0.

Seja como for, há muito conteúdo na web sobre o conceito e importância do MVP.

Primeiramente, é importante um processo de imersão na cultura do cliente, focado nas funcionalidades do produto e no custo benefício faz toda a diferença. Aqui na UDS fazemos dessa forma! 

 

  1. Ruídos na operação offline

Atualmente, os aplicativos desencadeiam solicitações que ‘movimentam o mundo offline’. A ação para o usuário é simples: apertar um botão, mas por de trás da plataforma alguém precisa realizar a ação (ou deveria).

Em outras palavras: Focar na tecnologia e se esquecer do impacto que a utilização do app exercerá nas operações diárias da empresa é uma falha grande e infelizmente comum. Ajuste sistemas, processos e disponibilize pessoas para atender as operações que o aplicativo propõe.

Além disso, seu canal digital jamais deve deixar de cumprir a próxima etapa, caso contrário o cliente terá problemas para consumir sua ideia.

Cliente frustrado não costumar repetir a experiência, certo?

 

  1. Instabilidade no back-end

Apps integrados a outros softwares têm a qualidade do back-end como um desafio a vencer. Pergunte-se sempre: O outro sistema já está pronto e apto?

O usuário final usa seu aplicativo e praticamente tudo que ele apresenta vêm de outros sistemas intermediados por Web Service. A sua robustez e qualidade das informações é vital para a qualidade do app, há uma forte relação de dependência.

O usuário não consegue distinguir se a tela branca, loading infinito ou botão que não funciona é um problema na própria aplicação ou no WS. No fim das contas, tudo que ele vê é um aplicativo que não funciona.

Coloque os times para conversar e diminua esse ruído. Para ajudar a conduzir essa conversa, veja aqui as dicas do nosso CEO, Paulo Cheles.

 

  1. Experiência ruim

A baixa qualidade no back-end é apenas um dos itens que afeta a experiência do usuário no apps. Outros itens estão relacionados à maneira como as interfaces são concebidas (diagramação, iconografia, termos) que podem ajudar o usuário a atingir seu objetivo, de maneira satisfatória e amigável, ou dificultar sua vida.

  1. Baixa manutenibilidade

A intenção do MVP é colher opiniões do mercado e adequar o produto. Agilidade para assimilar as opiniões e convertê-las em melhorias entregues ao cliente é importantíssimo pra qualquer empresa. A forma como o produto é construído impacta essa agilidade, positivamente ou negativamente. Apps mal construídos, com baixa qualidade arquitetural e outras más práticas têm manutenção difícil e isso prejudica o famoso ‘timing’ dos novos lançamentos.

Até mesmo no caso de grande sucesso do MVP, a baixa qualidade estrutural traz problemas para aumentar a equipe responsável por manter tal produto funcionando ou acrescentar novas funções.

Aprenda  com uma das melhores!

Agora que você aprendeu o que não fazer, que tal deixar de sonhar e realizar?

Fale com a gente e compartilhe aquela ideia matadora!