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Produtos digitais: os facilitadores da Transformação Digital

Produtos digitais: os facilitadores da Transformação Digital 4933 3247 uds

Os produtos digitais modificaram os modelos de negócio. As empresas estão se mostrando preocupadas (como nunca) com a experiência de seus clientes e também em compreender sua performance. Hoje a digitalização é prioridade para as empresas que buscam se diferenciar no mercado. 

Também sabemos que o crescimento exponencial das famosas High Growth Companies é impulsionado pela inovação combinada com tecnologia.

Ainda assim, nas companhias há diversos gargalos para adesão a novas tecnologias.

Mais da metade dos executivos acreditam que a resistência a mudanças é o fator limitador para o processo de transformação digital, segundo pesquisa feita pela PwC. Embora pareça óbvio, o fator essencial para caminhar mais rápido para essa transformação é ter a mentalidade de um “disruptor digital”. 

Em muitas empresas a Transformação Digital é condicionada a projetos pontuais e isolados. Repensar isso é um passo difícil, mas essencial. Somente expondo as companhias à experimentação é possível criar terreno fértil para que as inovações surjam.

Diante disso, companhias estão investindo em desenvolvimento de software como estratégia para o crescimento. Além de otimizar os processos internos, softwares são pivôs da interação de tais empresas com seus parceiros, fornecedores e principalmente consumidores.

No caso da Walmart, por exemplo, investir no desenvolvimento de um software logístico resultou no aumento da produtividade e redução dos preços que, por consequência, impulsionou seu crescimento acelerado. 

Com essa mentalidade a Walmart passou de uma participação de 3% no mercado de varejo para 50%, e conquistou a posição de maior empresa varejista e empregadora do mundo

Em geral softwares são os principais facilitadores da Transformação Digital quando ela já se tornou tema importante na cabeça dos decisores e cultura da empresa. Produtos digitais são ferramentas de diferenciação no desempenho das empresas, independente da área.

Outsourcing como estratégia para criar produtos digitais relevantes

A cada dia cresce a demanda por produtos digitais personalizados. Tais produtos são solicitados pelas mais diversas áreas de negócio das companhias. As demandas vão de operações básicas até inovações de mercado.

Além de acelerar o desenvolvimento de software e facilitar o caminho rumo a Transformação Digital, a terceirização – ou outsourcing – dá às organizações a liberdade para solicitar projetos que atendam ao que elas realmente precisam e não o que elas conseguem fazer com sua equipe interna atual.

Preparar e manter um time digital compatível com as necessidades da companhia é um desafio que diretores de tecnologia, inovação e canais digitais não precisam mais enfrentar sozinhos. Isso se torna ainda mais difícil com as mudanças nas necessidades da empresa.

Por estas e outras razões há vantagens em utilizar a terceirização/outsourcing como braço direito no desenvolvimento de produtos digitais. Veja mais:

  • Rápido acesso a equipes com habilidades multidisciplinares;
  • Liberação dos recursos internos gastos na contratação de pessoal;
  • Foco do time interno em sustentar a operação do negócio;
  • Disponibilidade de equipes para atuar em projetos simultâneos;
  • Flexibilidade para aplicação de diferentes metodologias sob demanda;
  • Governança dos projetos baseada em indicadores e gestão a vista;
  • Agilidade para lançar produtos digitais;
  • Agilidade para realocar pessoas e gerir mudanças necessárias;
  • Transparência no controle de custos e contratação apenas sob demanda.

Saiba mais: Boas razões para terceirizar o desenvolvimento de software.

Por isso, contar com uma parceria estratégica para o desenvolvimento de software faz toda a diferença para as empresas que buscam agilidade e sabem que qualidade não é negociável.

Por atuar com performance e focada nos desafios das companhias parceiras, a Capptan nosso time especialista em desenvolvimento mobile entrou para o Top 3 melhores especialistas em apps da América Latina. 

Calvin Klein, DHL, Médicos Sem Fronteiras, redeFlex, Restoque e Sicredi são algumas de nossas parceiras. Saiba mais sobre nossa parceria com a Calvin Klein:

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Transformação Digital: crescimento acelerado para empresas do Varejo Moda

Transformação Digital: crescimento acelerado para empresas do Varejo Moda 968 645 uds

Neste artigo iremos abordar a Transformação Digital no Varejo Moda:

  • Direct-to-consumer (D2C)

  • O uso da Inteligência de Dados junto às soluções digitais

  • Transformação digital na cadeia produtiva

  • Transformação digital e o relacionamento com o consumidor

  • Tecnologias emergentes no varejo moda

A transformação digital é um gatilho para o setor de varejo moda e isso inclui a performance das companhias, pois quando as empresas são mais produtivas geram um menor impacto no ambiente. O que pode equivaler a 48% menos do tempo que um item leva para passar por toda a robusta cadeia da indústria da moda.

Diante da oportunidade do setor, vem o desafio da empresa crescer sem perder os gaps da inovação.

O investimento em aplicações digitais é uma das ferramentas para a sustentabilidade da Moda, reduzindo o custos da cadeia produtiva e aproximando clientes e marcas.

Na atualidade, as marcas jovens que nasceram sobre o conceito digitally native vertical brands apostam na moda como serviço e não como produto. São marcas nativas digitais, que adotam recursos de tecnologia com grande agilidade.

O varejo do futuro será focado em experiências que tornarão o consumo uma consequência fluida e consciente.

 

 

Direct-to-consumer (D2C):

É um conceito no qual não há interlocutores nos processos que vão da produção até a compra. O modelo direct to consumer (direto ao consumidor), adotado por algumas empresas do varejo de moda, agrega muito mais agilidade para os clientes finais.

Antes uma marca D2C precisava investir milhões de reais em formatos tradicionais de comunicação (televisão, rádio e revistas). Com o acesso a internet, o relacionamento com o cliente final ficou muito mais fácil.

Grandes plataformas digitais chamam a atenção do consumidor. Nos dias de hoje, elas são o ponto inicial para busca de produtos. O interessante é que o site das marcas representa apenas 1% dessa movimentação: 55% buscam na Amazon, 28% no Google e outros 16% em outros grandes varejistas.

A transformação digital não se trata apenas de mudanças feitas pela tecnologia. Esta última, é sim parte essencial do processo, mas a causa mãe são as pessoas e as prioridades por elas apontadas.

No entanto, realizar adaptações nos modelos de negócios é um desafio para o varejo de moda. Hoje o consumidor quer provar uma roupa sem sair de casa, comprar e trocar seu produto sem morosidade ou burocracias.

Em conclusão, oferecer uma experiência de compra encantadora, de forma dinâmica e ágil é essencial para atender o perfil de cliente que deixou de ser passivo.

 

Postura corporativa no varejo moda

Escalando digitalmente: o uso da Inteligência de Dados junto às soluções digitais

Os processos de coleta, análise de dados, pesquisa e criação de produtos podem ser fortemente apoiados por tecnologia ofertada pelos parceiros corretos. Adotar esse comportamento é algo altamente relevante para ter um posicionamento inovador no mercado da moda.

As novas empresas atuantes no varejo moda possuem dinamismo e crescimento acelerado. Essas são consequências da adoção de processos lean e conceitos de agilidade em suas operações.

Em outras palavras, são empresas que estão unindo criatividade e transformação digital para constantemente testar novas possibilidades. Por sua vez, tais testes culminam em que inovações podem refletir em toda a sua cadeia produtiva.

Problemas de eficiência em gestão refletem na experiência de compra dos clientes. Por consequência, grandes varejistas de moda passaram a contar cada dia mais com terceiros especialistas em seus segmentos, principalmente em tecnologia.

Sendo assim, criar canais que gerem informações e mais do que isso, analisar todas elas, pode gerar insights sobre os mais diversos aspectos para os times de marketing e vendas.

 

Estratégias para conduzir a Transformação Digital

Contar com o conhecimento específico de parceiros tecnológicos permitem manter os times internos das companhias focados em seu core-business. O que influi na assertividade das ações e na agilidade dos prazos internamente conhecidos.

Outro meio de dinamizar as ações é através de aplicativos mobile. Disponibilizar aplicativos para o cliente final (nativos, por exemplo) permite que cientistas de dados das marcas cruzem informações. E assim, munam todos os times da empresa com questões relevantes sobre o consumo em tempo real.

Além disso, as comunicações personalizadas para cada cliente têm ganho espaço. São interações que consideram suas preferências individuais, obtidas pelo histórico de navegação, de compras anteriores entre outras informações.

Outros recursos que vêm sendo muito utilizados são os algoritmos e as técnicas de Machine Learning. Tais ferramentas, nos permitem compreender o impacto que as imagens causam, assim como a organização de produtos nas lojas influenciam a preferência de compra de consumidores.

Dados são fundamentais para o sucesso de crescimento de uma grande varejista de moda.

Entregar aos gestores da marca um controle total sobre informações de consumo em tempo real é uma grande vantagem. Com isso, é possível decidir sobre a necessidade de incrementar o estoque de determinadas peças ou deixar de produzi-las, por exemplo, em função da vazão dos produtos nas lojas.

Não obstante, outro relevante recurso proporcionado pela Inteligência de Dados são as avaliações feitas por clientes. Estes são insights muito valiosos os quais podem ser usados em coleções presentes e futuras.

 

 

Transformação Digital na cadeia produtiva

A transformação digital no varejo moda também incrementa os processos na cadeia produtiva. Processo de modelagem 3D permitem reduzir drasticamente o número de protótipos necessários para as coleções, evitando o desperdício.

Já na produção, existem tecnologias que personalizam o produto via ”scanners corporais”, engajando o consumidor e aumentando a taxa de conversão.

Outra tecnologia com potencial imensurável é a Inteligência Artificial. Esta nos permite acessar, processar e analisar volumes astronômicos de dados, seguida de recomendações personalizadas. Recomendações estas semelhantes aos resultados personalizados das buscas no Google, ou as recomendações de filmes e música do Netflix e Spotify.

 

Transformação Digital no varejo moda e o relacionamento com o consumidor

Prosumers:

A jornada de compra vem tomando novas formas. O cliente não é apenas um simples consumidor, ele é também a vitrine do negócio. Gradativamente, a promoção de marcas por meio da propaganda passiva vem ganhando relevância em redes sociais.

A palavra prosumer é um neologismo das palavras producer + consumer (produtor e consumidor), e significa alguém que tem a capacidade de produzir conteúdo ao mesmo tempo em que o consome.

Os prosumers atuam, significativamente, como influenciadores de consumo e seu posicionamento baseia-se além das práticas mercadológicas, pois também levam em consideração os valores morais da marca.

De acordo com uma pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), nove em cada dez consumidores brasileiros pesquisam na internet antes de comprar.

Devido ao empoderamento digital, os consumidores buscam avaliações e opiniões em redes sociais e os influenciadores passaram a ter um relevante papel nas estratégias de marketing das grandes marcas.

Sendo assim, o novo comportamento do consumidor desafia as empresas, progressivamente, a proporcionarem uma experiência positiva, tornando a jornada de compra mais satisfatória do início até o pós-venda.

 

Guides Shops:

Ir até a sua loja favorita, experimentar os modelos que mais gosta e recebê-los em casa é o  modelo que está revolucionando o jeito de comprar e consumir moda no Brasil. Os Guides Shops são modelos de compra onde a experiência vai muito além das araras dominando o espaço. Nelas, o objetivo é gerar conhecimento da marca e criar uma vivência fluida de compra.

Deste modo, provar as peças, conhecer tecidos, e ver de perto os detalhes (como acabamento, costura e caimentos) passou a ser mais valorizado. Nos Guides Shops, também conta-se com a ajuda dos consultores estilistas das marcas que utilizam desse modelo de operação para proporcionar uma experiência única e completa.

Outro fator facilitador é a inexistência de caixas nas lojas, permitindo que clientes possam finalizar suas compras nos tablets ou computadores disponíveis. Além da possibilidade de agendar a entrega das peças para a casa.

Não obstante, a jornada de compra do consumidor também é impactada pelos apps das marcas. Neles é possível finalizar uma compra que teve início na loja física (em diversos lugares) e receber o produto em casa.

Da mesma forma, também são facilitados outros procedimentos digitais como comprar pela internet e pegar o pedido na loja comum mais próxima (com frete grátis), devolver e trocar peças. O foco é oferecer mais praticidade aos clientes.

 

 

Tecnologias emergentes do varejo moda:

As grandes empresas estão se movimentando quanto as tecnologias emergentes: pesquisas da Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostram que a cada 10 companhias, 7 já utilizam tecnologias digitais — sendo que 73% atuam na denominada Indústria 4.0 mesmo que em um estágio inicial. Em 2016, esse número era de apenas 63%.

A transformação digital é um excelente veículo para dinamizar os processos das empresas de varejo moda, proporcionando:  

  • Insights mais assertivos com identificação precisa de necessidades e preferências de consumidores.

  • Agilidade na cadeia produtiva, reduzindo o tempo entre a fábrica e a “arara”.

  • Novos modelos de negócio.

 

Ademais, apps com pesquisas analisam parâmetros (forma, tamanho e cor) para localizar produtos específicos, notificar o interessado e informar mais detalhes sobre os locais de compra.

Além disso, a Realidade Aumentada (RA) e a Realidade Virtual (RV) são outros tipos de recursos para criar experiências imersivas. Com elas, permite-se que o consumidor “vista” as roupas e acessórios antes de comprá-los.

Atualmente, já é possível mensurar em tempo real o atendimento ao cliente e as vendas de uma loja física. Inteligências que identificam gênero, idade e reação facial do consumidor (com o produto e com o atendimento) não são tão comuns, mas possíveis e aplicáveis.

Também é plausível, através das novas tecnologias, registrar a movimentação no interior da loja e acumular conhecimento inteligente sobre produtos mais visados pelo consumidor; produtos que pegou em mãos, mas não comprou e reações na interação com o vendedor.

 

Beacons

Os beacons são dispositivos de proximidade que transmitem informações diretamente para um app. Para as lojas é vantajoso para criar campanhas, entregar conteúdo e informações em tempo real para o cliente. Além das diversas possibilidades, o beacon é bastante acessível e não precisa de internet, pois funciona via bluetooth do celular.

 

Gôndola infinita

Com a gôndula infinita o cliente tem uma experiência em ambiente virtual dentro da loja, podendo comprar até mesmo produtos que estão no centro de distribuição. Além disso, ele pode agendar a entrega na sua residência ou conforme achar mais cômodo.

 

Apps de lojas

Desenvolver um app para vender online é a aposta do momento da rede varejista. Grandes nomes desse mercado já lançaram os seus. Não somente para venda, mas também com diversas funcionalidades para facilitar a vida do cliente e garantir maior frequência de uso do aplicativo.

 

Realidade aumentada

Essa tecnologia permite que usando um aplicativo para smartphone o cliente faça interações com objetos virtuais que não estão no ambiente real. Para o varejo o objetivo é proporcionar uma experiência de compra diferenciada. Assim, torna-se possível que o cliente interaja com a vitrine, provador virtual e até mesmo com a loja sem estar dentro dela.

 

RFID

Trata-se de uma tecnologia de identificação por radiofrequência que auxilia diretamente no controle dos itens que entram e saem do estoque. Deste modo, é possível identificar de uma só vez diversos produtos a uma distância maior. As etiquetas de RFID são uma alternativa aos clássicos códigos de barras.

 

As possibilidades para uso do digital são infinitas. Obter um meio para adentrar nesse ambiente é também a fórmula para garantir a sobrevivência da empresa. Do contrário, mais que rapidamente, a empresa perderá a chance de oferecer produtos e serviços que encante o cliente.

 

 

Parcerias estratégicas para Transformação Digital no Varejo Moda:

Cada vez mais grandes varejistas de moda contam com terceiros especialistas em seus segmentos, principalmente para Transformação Digital.

Por isso trabalhamos com equipes exclusivas e dedicadas à incorporar verdadeiramente as necessidades do usuário e os objetivos do negócio para criar produtos digitais de impacto.

Empresas como Calvin Klein, John John e Le Lis Blanc optaram por uma parceria estratégica que os permitem focar por ações mais assertivas e manter seus times internos concentrados no core-business.

 

Carolina Strobel, Diretora de Inovação da Restoque (empresa detentora de grandes marcas como Le Lis Blanc, Dudalina, John John, Base) ressalta a importância dessa parceria:

Buscávamos no mercado empresas que nos ajudassem a transformar nossa realidade. Não queríamos uma relação contratual, mas sim uma relação de confiança e de valores não financeiros. A grata surpresa foi, ao final do projeto, olhar para trás saber que escolhemos as pessoas certas. Isso eu não tenho a menor dúvida e acredito que ninguém do time tenha. Eles não só estavam sempre disponíveis como também estavam com uma vibe positiva.

 

Frederico Silveira, Diretor de Tecnologia da Calvin Klein, destaca o impacto do processo de imersão realizado pela UDS:

Somos parceiros com um objetivo em comum de fazer a coisa funcionar. Essa forma de conceber produtos é ágil e direta. Vamos entregar um produto enxuto e muito funcional. A expectativa foi ultrapassada e muito. Aconteceu uma revolução, algo que nunca rolou dentro da empresa que é essa sinergia. Foi produzido muita coisa e o material entregue é muito rico. E hoje todo mundo se sente seguro para entregar o produto para os “C-levels”. Quando você mostra o protótipo e o cara sorri, não precisa falar mais nada. O feedback está dado.

Na Era Digital, a questão não é mais “Quando?”, e sim “Como?” sua empresa se transformará digitalmente.

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Produção: Clarice Bertuzzo, Daniele Sitko, Marina Couto e Paulo Cheles.

 

"Como a transformação digital mudou a comunicação das marcas com seus consumidores"

O impacto da transformação digital na relação com o consumidor

O impacto da transformação digital na relação com o consumidor 576 360 uds

Ligar para o call center ou usar o aplicativo do smartphone, qual opção seria escolhida pelo seu consumidor para tirar uma dúvida ou resolver um problema? Lembre-se: estamos em plena transformação digital, onde todas as possibilidades costumam estar na palma da mão.

 

A transformação digital como estratégia

Já que as soluções precisam estar a um clique de distância e a comunicação ser rápida e assertiva, a estratégia para manter uma boa relação com o consumidor é ser digital.  Afinal, eles querem estar próximos a marca e ter seus desejos atendidos.
Um a cada três CEOs das maiores empresas da América Latina tem a transformação digital como base da sua estratégia corporativa, segundo dados da International Data Corporation (IDC).
Portanto, não é à toa que as empresas têm repensado seu relacionamento com os clientes.

 

O que mudou com o relacionamento digital

Anteriormente, o foco estava no produto ou serviço. Hoje, o consumidor busca uma boa experiência com a marca, acima de tudo. Além de satisfazer suas necessidades e aproximá-lo da marca, a relação precisa ser positiva em todas as interações. É preciso ouvir e interpretar o consumidor.

 

Por que é preciso se adaptar?

Acima de tudo, por que o consumidor só se torna embaixador da marca quando é colocado no centro das decisões.

Além disso, a pesquisa global da consultoria Protiviti alerta que resistir às mudanças causadas pela transformação digital poderá ser fatal às corporações de economia tradicional em 2019. O receio sobre os avanços das organizações nascidas digitalmente foi tão evidente no levantamento que a preocupação com o fator disrupção digital saltou do 10º lugar em 2018, para o 1, evidenciando como a agilidade e a escalabilidade estão no topo das prioridades das empresas.

 

A forma errada de fazer

Mesmo já investindo no digital, muitas marcas ainda ignoram a necessidade de integrá-lo ao físico e acabam frustando os consumidores. É um erro pensar que oferecer um canal digital resolve todos os problemas e coloca a empresa no auge da transformação digital. Vejamos os erros mais comuns:

Automatização sem conhecimento

Antes de tudo é preciso conhecer o comportamento do consumidor e entender suas reais necessidades. De nada adianta sair automatizando atividades pela metade com a ideia de que o atendimento humano pode terminar o serviço e agradar. É preciso avaliar se esse tipo de interação prevê o que realmente importa para o usuário.

Dar mais trabalho para os clientes

Quando encontra, ou procura, um canal de atendimento digital o cliente acredita que conseguirá resolver tudo o que precisa ali, de forma fácil. Porém, se outro atendimento precisa ser buscado gera frustração e lhe dá ainda mais trabalho, desestimulando a buscá-lo novamente.

Ignorar a interdependência dos canais

Além de comprometer a experiência do cliente, quando funções e incentivos não são coordenados entre os canais, a análise de desempenho e conversão entre eles também perde o critério. Por exemplo: medir uma métrica de atração de clientes para o canal de vendas ignorando o fato de que eles chegam até lá com dúvidas sobre o produto ou serviço, fará com que as chamadas para o atendimento sejam incentivadas no momento errado da jornada do consumidor.

 

Fazendo do jeito certo

Saber como evitar os erros é meio caminho andando para o acerto. Por isso, vejamos agora formas de acertar no relacionamento com o consumidor:

Analise todos os dados

Quer compreender o seu consumidor? Analise seu comportamento nos seus canais de atendimento e terá todas as respostas. Hoje, há formas avançadas de análise dessas informações que levam a compreender os motivos de busca por atendimento e suas dores. Conheça o cliente e preveja suas ações, ajudando-o mais eficientemente.

Integre o humano ao digital

A ideia é resolver os problemas com rapidez, independentemente do canal utilizado e sem que o cliente se frustre com a troca. Uma boa estratégia para mostrar que o digital também pode ser assertivo e que o consumidor está bem assistido com ele é integrar, de forma eficiente, chats e mídias sociais.

Perceba os canais em separado

Integrar o digital e humano pode ser necessário, no entanto, para reduzir os atritos entre ambas e melhorar a qualidade da interação é preciso analisá-los individualmente. Identifique o que leva o usuário a abandonar o atendimento virtual e partir para o humano e terá o foco da falha.

Afinal, por que acreditar na transformação digital?

Porque o cenário mudou, porque 40% dos consumidores preferem fazer suas compras pelo celular e porque eles passam três horas por dia conectados, em média. Em 2018 o e-commerce teve crescimento de 23% na Black Friday. Várias estatísticas provam a preferência e o desejo dos consumidores em permanecer no digital.

 

A transformação digital em 2018

Inegavelmente, a concorrência já está, ou se prepara, para o digital.

Um estudo realizado da IDG, mostra que o digital-first já foi adotado como estratégia por 89% das organizações. 34% das startups aumentaram sua receita dessa forma.

Em comparação com as empresas tradicionais, as startups lideraram no quesito transformação digital. Veja os insights:

  • 55% das startups têm estratégias de negócio voltadas para o digital. Nas empresas tradicionais, apenas 38%;
  • 95% das startups têm planos de criar negócios totalmente digitais. Já 87% das empresas tradicionais nem pensam no assunto;

Certamente, a disrupção é mais fácil nas startups, devido ao seu modelo de negócio.
As companhias tradicionais têm tido mais dificuldades, um dos motivos talvez seja a falta de habilidade técnica, problema driblado com a terceirização. De acordo com o relatório Digital Means Business de 2018, essa foi a saída encontrada por 60% das empresas envolvidas na transformação digital.

Afinal, são várias as razões para terceirizar o desenvolvimento de software.

 

Vamos conversar sobre a sua transformação digital?

5 passos que você precisa seguir para planejar um chatbot

5 passos que você precisa seguir para planejar um chatbot 700 467 uds

Se você está lendo esse post, certamente, já sabe que a transformação digital mudou a forma de fazer negócios e se relacionar com os consumidores. Inegavelmente, o chatbot é um grande aliado neste processo.

A lista de aplicações dos bots interativos para empresas vai desde a comunicação com clientes, passando pelo processo de vendas e pesquisa de satisfação.

Além de economia de tempo o chatbot pode ajudar a:
– Melhorar o atendimento ao cliente;
– Agilizar o processo de compra;
– Personalizar a comunicação;
– Melhorar a taxa de resposta;
– Automatizar tarefas repetitivas.

 

Leia: Transformação Digital – Por que vale a pena investir? 

 

Tipos de chatbot

De modo geral, o chatbot é um robô que conversa com humanos através de um chat, com comandos e informações pré-definidas, mas existem dois tipos dele: baseado em regras e com Inteligência Artificial.

1 – Baseado em regras

Os chatbots baseados em regras tem um roteiro a seguir.

Ou seja, as palavras e o fluxo da conversa são pré-definidas e eles só respondem a comandos específicos ou botões/menu onde o usuário seleciona a opção desejada.
Assim, se o cliente escrever algo errado ou usar uma linguagem diferente da que o bot foi configurado ele não será capaz de responder, já que não tem capacidade de aprender e interpretar.

No entanto, apesar de ser mais limitado, este tipo de chatbot é o mais utilizado e funciona muito bem, desde que, seja muito bem planejado.

A propósito, esse é o objetivo deste post: te dar cinco dicas para planejar o melhor chatbot para sua empresa.

 

2 – Inteligência Artificial

Este é o tipo de chatbot inteligente.

Ele adquire novos conhecimentos a cada interação e utiliza seu banco de dados para pesquisar respostas e aprimorar a forma de conversar.
O chatbot baseado em inteligência artificial é capaz de extrair e identificar as informações relevantes dentro de uma frase, compreender se foram passadas todas as informações necessárias e solicitar ou não novas.
Aqui o robô interage de forma mais ‘humana’.

Antes de iniciar o desenvolvimento do seu chatbot é importante definir qual dos tipos você irá utilizar. Isso faz toda a diferença!

 

Leia: Inteligência Artificial e como as áreas estão a aplicando

"Chatbots baseados em inteligência artificial"

Passo a passo para planejar seu chatbot

Primeiramente, saiba que para ser eficiente um chatbot precisa ser muito bem planejado. A ferramenta vai além do código e antes de ser desenvolvida há questões importantes a se considerar.

 

1 – Objetivo

O plano começa com a definição do objetivo principal do chatbot. É atrair novos clientes, tirar dúvidas ou facilitar o processo de compra? Quais problemas ele deve resolver?

Aqui você precisa ter em mente as possibilidades que um chatbot lhe dá:
– Realizar o atendimento ao cliente na área de call center;
– Tirar dúvidas sobre produtos ou serviços;
– Fazer pesquisa de satisfação e pós-vendas;
– Captação de leads e vendas.

 

2 - Persona

Os usuários não devem pensar que estão falando com um humano real, por mais pessoal que deva ser a conversa. Nesse sentido, deve ficar claro que a interação é com um bot.

Mas, nada impede que o chatbot tenha nome, voz e personalidade. Aliás, deve ter!
Crie uma persona para o bot. Imagine-o como sendo uma pessoa e defina suas características e comportamento, como ele agirá diante as mais variadas situações.

Para que as marcas se envolvam por meio de chatbots e aconteçam conversões, elas precisam de conversas de qualidade.

Engajamento e retenção em interfaces de conversação exigem que os usuários tenham uma conexão emocional com a experiência.

Para criar a persona do seu chatbot você precisa pensar:
– O chatbot terá que imagem? Um avatar, uma foto (real), ilustração, 3D?
– O chatbot terá gênero, ou não.
– Qual será a voz e o tom da conversa? Formal ou informal?
– O chatbot usará emojis, vídeos, imagens ou gifs?

Esses são alguns elementos que darão ‘vida’ ao seu chatbot, mas existem muitos outros.

 

3 – Plataforma

Onde o seu cliente está? As interações acontecem em que ponto da jornada de consumo?
Enfim, em qual, ou em quais, plataformas ficará o seu chatbot?
Facebook Messenger, Skype, Twitter, Whatsapp, SMS ou site? Todas elas comportam um chatbot!

Responda as primeiras perguntas e defina uma plataforma.

Na verdade, não precisa se limitar, é possível utilizar o bot em mais de uma, desde que, haja um motivo para ele estar ali, é claro.

"Plataformas que comportam chatbot"

4 – Definição de conteúdo

Lembra que o tipo de chatbot baseado em regras não aprenderá nada e seguirá um roteiro de conversa? Aqui é a hora de roteirizar!
Obviamente, é essa elaboração de conteúdo que definirá a eficácia do seu bot.

Pensando na persona (que você criou), pense no tipo de conversa que o usuário terá com ela. Imagine as perguntas que poderão ser feitas e nas respostas que vão satisfazer o cliente.

Siga alguns pontos:
– Use linguagem compatível com o seu perfil de público;
– Simule diálogos, estipule “frases exemplo” e as ensine ao robô, garantindo assim respostas corretas para o usuário;
– Crie um amplo acervo de perguntas e respostas;
– Certifique-se de criar fluxos naturais de conversa. O bot é um robô, mas deve agir da forma mais humana possível. A meta é perguntar e responder na hora certa.

 

5 – Monitore

O trabalho não acaba com a implementação.
Acompanhe o desempenho do seu chatbot, aprenda você com ele e identifique pontos fracos.

Analise como está sendo a reação dos usuários, se a conversa está fluindo como deveria, se os problemas foram resolvidos, enfim, preste atenção ao feedback.

Pronto, agora que seu chatbot já ganhou contornos parta para o desenvolvimento.

Há opções gratuitas para criar um bot simplicado nos mensageiros populares, mas imaginamos que você queira que o seu chatbot seja de fácil atualização e proporcione aos seus usuários uma boa experiência. Correto?

Garantir essa eficácia requer atenção em várias vertentes, da escrita do código à decisão sobre o tom dos textos.

 

Fale com a gente, temos o melhor time para lhe ajudar a criar o melhor chatbot!