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Migração para AWS: perguntas e respostas essenciais

Migrar para a AWS é estratégico para empresas que buscam escalabilidade, inovação e redução de custos na cloud. Este guia completo aborda benefícios, ferramentas como o AWS Migration Hub e DMS, além de estratégias para otimizar custos e garantir uma transição eficiente e segura para a nuvem AWS.
  • UDS Tecnologia
  • 20 de julho de 2026
  • Cloud & DevOps, Soluções AWS

A migração para AWS é o processo de transferir aplicações, dados e infraestrutura de TI para o ambiente de nuvem da Amazon Web Services, o que moderniza operações e reduz a dependência de hardware próprio. Para empresas de médio e grande porte, é uma das decisões de TI com maior impacto direto em custo, agilidade e segurança, e, justamente por isso, exige planejamento estruturado, escolha consciente de estratégia para cada workload (e, em projetos críticos, o apoio de um parceiro especializado). 

Este guia explica como funciona a migração para a AWS, quais são as três fases oficiais do programa de aceleração (MAP), as sete estratégias de migração (7Rs), os profissionais envolvidos, os principais custos e as formas de otimizá-los. Acompanhe: 

Por que realizar uma migração para AWS? 

Migrar para a AWS é uma decisão que pode facilitar o dia a dia de empresas que buscam elasticidade, redução do custo total de propriedade (TCO) e acesso a serviços avançados sem investimento em infraestrutura própria. Como a AWS opera no modelo pay-as-you-go, a organização paga apenas pelo que utiliza, ajusta capacidade em tempo real e elimina o desperdício típico de servidores dimensionados para picos esporádicos. Os principais benefícios da migração para a AWS são: 

  1. Elasticidade: escala automática de recursos para acompanhar picos e quedas de demanda, sem hardware ocioso; 
  1. Redução de custos operacionais: eliminação de gastos com hardware, energia e manutenção, somada a descontos via Reserved Instances, Savings Plans e Spot; 
  1. Segurança e compliance: criptografia, IAM, AWS Shield e certificações reconhecidas globalmente (ISO 27001, PCI DSS, SOC 2, LGPD); 
  1. Inovação contínua: acesso direto a serviços de IA, machine learning, análise de dados, IoT e containers gerenciados; 
  1. Cobertura global: infraestrutura distribuída em dezenas de regiões e zonas de disponibilidade, com presença no Brasil (região de São Paulo). 

Empresas que fazem a migração para AWS de forma estruturada também reduzem o tempo de provisionamento, pois o que antes levava semanas em infraestrutura física passa a ser executado em minutos via console ou infraestrutura como código. 

Como funciona a migração para AWS?

A migração para a AWS é organizada em três fases oficiais do Migration Acceleration Program (MAP): Assess, Mobilize e Migrate & Modernize. A estrutura é definida pela AWS e usada em milhares de projetos para reduzir riscos e estruturar incentivos financeiros, e cada fase tem entregáveis específicos antes que o projeto avance. Veja detalhes:

Três etapas da migração para AWS.
Reprodução: AWS

1. Avaliação

A fase de Assess analisa o ambiente atual da organização nas seis dimensões do AWS Cloud Adoption Framework: negócios, processos, pessoas, plataforma, operações e segurança. O objetivo é identificar as capacidades necessárias para a migração e construir um modelo de TCO (custo total de propriedade) do projeto. Nesse caso, as principais ferramentas são: 

  1. AWS Migration Evaluator: dimensiona recursos com base em dados reais do ambiente de origem; 
  1. AWS OLA (Optimization and Licensing Assessment): identifica oportunidades de redução em licenças de terceiros; 
  1. Migration Readiness Assessment (MRA): avalia maturidade da organização e aponta lacunas a serem fechadas antes de migrar. 

2. Mobilizar

Na fase de Mobilize, a organização constrói a fundação operacional da migração e fecha as lacunas identificadas no Assess. É aqui que se monta a landing zone, o ambiente AWS base com governança, segurança e rede já configuradas. Além disso, se define o plano detalhado de ondas de migração. As ferramentas mais usadas nessa fase são: 

  1. AWS Application Discovery Service: mapeia aplicações e dependências do ambiente de origem; 
  1. AWS Migration Hub: centraliza o acompanhamento do progresso de todas as migrações; 
  1. AWS Control Tower e Landing Zone: configuram o ambiente base com governança, segurança e compliance desde o primeiro dia. 

O que é uma landing zone na AWS? 

A landing zone é o ambiente base da AWS, já configurado com governança, segurança, rede e contas separadas por finalidade, onde as cargas migradas vão aterrissar. O AWS Control Tower automatiza essa configuração e aplica regras de conformidade desde o primeiro dia, o que evita o retrabalho de organizar contas e permissões depois que a migração para AWS já começou. 

Sem essa fundação, cada onda de migração tende a criar exceções próprias de rede e acesso, e o custo de padronizar tudo depois costuma superar o de fazer certo no início. 

3. Migrar e modernizar

A terceira fase é a execução: cada aplicação é migrada conforme a estratégia escolhida, validada em ambiente de testes e promovida à produção. Para projetos grandes, a migração ocorre em ondas, que geralmente agrupam workloads por afinidade técnica e criticidade de negócio. As ferramentas dessa fase são: 

  1. AWS Application Migration Service (MGN): replica servidores físicos, virtuais ou de outras nuvens para a AWS com mínimo downtime; 
  1. AWS Database Migration Service (DMS): migra bancos de dados com sincronização contínua, com suporte a MySQL, PostgreSQL, Oracle, SQL Server e outros; 
  1. VMware Cloud on AWS: caminho rápido para ambientes que já operam em VMware; 
  1. AWS Managed Services: assume a sustentação após o go-live. 

Já avalia um caminho específico? Veja nossos guias para migrar do Azure para a AWS, migrar do Google Cloud para a AWS e migrar um ERP para a nuvem.  

Se a decisão ainda está no nível anterior, vale comparar as estratégias de migração para nuvem antes de fechar o provedor. 

💡 Leia também: 

  • Cloud Migration: como gerar resultados reais com a migração? → 
  • Descubra por que a UDS é o melhor parceiro AWS para elevar o uso da Cloud → 

Quais são as 7 estratégias de migração para a AWS?

As sete estratégias de migração para a AWS, conhecidas como 7Rs, classificam como cada aplicação deve ser tratada na jornada para a nuvem: Rehost, Replatform, Refactor, Repurchase, Retire, Retain e Relocate. A escolha da estratégia certa por workload é o que determina o equilíbrio entre velocidade, custo e ganho de longo prazo da migração para AWS. Entenda: 

Estratégia O que significa Quando usar 
Rehost (lift and shift) Mover sem alterar código nem arquitetura Saída rápida de data center, prazos curtos 
Replatform (lift and reshape) Pequenos ajustes para usar serviços gerenciados Ganhos operacionais sem grande refatoração 
Refactor Reescrita para arquitetura cloud-native Modernização estratégica, ganhos máximos 
Repurchase (drop and shop) Trocar a aplicação por uma SaaS Sistemas legados com equivalente SaaS 
Retire Desativar aplicações sem uso real Workloads obsoletos identificados no Assess 
Retain Manter no ambiente de origem Aplicações sem justificativa de migrar agora 
Relocate Mover sem mudança via VMware Cloud on AWS Ambientes VMware on-premises 

Rehost (ou lift and shift) na migração para AWS 

O lift and shift, também chamado de rehost, é a estratégia que move a aplicação para a AWS sem alterar código nem arquitetura. É a rota mais rápida da migração para AWS, indicada para quem precisa desocupar um data center em prazo curto ou reduzir custo de infraestrutura antes de modernizar. 

A contrapartida é que o lift and shift leva para a nuvem as mesmas limitações do ambiente de origem, já que a aplicação continua sem aproveitar serviços gerenciados. Por isso, é comum que empresas adotem o rehost como primeira onda e programem a modernização para uma etapa seguinte, quando a operação já está estável na AWS.

  • O AWS Application Migration Service (MGN) é a ferramenta padrão para esse movimento, com replicação contínua e cutover de baixo impacto. 

Como escolher entre os 7Rs da migração?

Para escolher entre os 7Rs, é válido avaliar cada aplicação por três critérios: criticidade para o negócio, esforço técnico de adaptação e ganho esperado na nuvem. Aplicações estáveis e pouco acopladas tendem ao rehost, enquanto sistemas centrais que travam o crescimento justificam refatoração. 

Em projetos corporativos, a distribuição pode ficar em torno de 40 a 50% Rehost, 20 a 30% Replatform, 10 a 15% Refactor e o restante dividido entre as demais estratégias. A proporção exata, no entanto, sai da análise do portfólio e não deve ser presumida.

Profissionais envolvidos na migração AWS 

A migração para AWS é um processo colaborativo que reúne profissionais de diferentes áreas, e a clareza de papéis é um dos fatores que mais influenciam o sucesso do projeto. Os perfis mais comuns são: 

  1. Arquiteto de Soluções AWS: define a arquitetura-alvo, garante aderência ao Well-Architected Framework e prioriza ondas de migração; 
  1. Engenheiro DevOps e SRE: automatiza provisionamento via infraestrutura como código (Terraform, CloudFormation) e desenha o pipeline de CI/CD; 
  1. Especialista em Segurança da Informação: configura IAM, criptografia, monitoramento e compliance; 
  1. Gerente de Projetos: coordena equipes, prazos, riscos e dependências entre ondas; 
  1. DBA e Analista de Dados: cuidam da integridade, mapeamento e validação dos dados durante a migração; 
  1. Administrador de Sistemas: configura redes, servidores e serviços conforme as melhores práticas da AWS; 
  1. Time de Sustentação: garante a operação contínua durante e após o go-live. 

A colaboração entre esses perfis é o que permite que a migração para AWS ocorra com previsibilidade e mínimo impacto no negócio, e é também onde uma consultoria especializada acelera o processo, ao suprir perfis sob demanda com Outsourcing de TI. 

Como migrar sistemas legados para a AWS? 

Para migrar sistemas legados para a AWS, o caminho seguro combina inventário de dependências, escolha de estratégia por aplicação e migração em ondas, com validação em ambiente de testes antes de cada virada. Esses sistemas concentram o maior risco do projeto, porque acumulam integrações não documentadas e versões de banco fora de suporte. Na prática, a decisão costuma cair em três caminhos: 

  1. Rehost: mover como está para desocupar o data center rápido, com a modernização programada para depois; 
  1. Replatform: trocar componentes por serviços gerenciados, como um banco próprio por Amazon Aurora, sem reescrever a aplicação; 
  1. Refactor: reescrever para arquitetura cloud-native, indicado quando o sistema legado limita o crescimento do negócio. 

O custo de migrar um sistema legado para a nuvem varia conforme o volume de dados, o número de integrações e o nível de modernização escolhido. Uma avaliação de portfólio na fase de Assess evita a surpresa mais cara desse tipo de projeto, que é descobrir uma dependência crítica no meio de uma onda de migração para AWS. 

O que é AWS Migration Hub?

O AWS Migration Hub é o painel centralizado da AWS para planejar, executar e acompanhar migrações para a nuvem. Ele dá visibilidade unificada de todas as ondas em andamento, identifica dependências entre aplicações e centraliza o uso das ferramentas de migração (MGN, DMS, Discovery Service), o que reduz o risco de descoberta tardia e encurta o ciclo do projeto. Com o Migration Hub, é possível: 

  1. Monitorar várias migrações simultaneamente em um único painel; 
  1. Identificar dependências entre aplicações e dados antes do go-live; 
  1. Escolher a ferramenta certa (MGN, DMS, VMware Cloud on AWS) por workload; 
  1. Acompanhar métricas de progresso, erros e desempenho de cada onda. 

Para CIOs, CTOs e gestores de TI, o Migration Hub transforma um projeto difuso em uma operação com governança clara, com visão unificada de todo o processo, menos risco e menos tempo até a conclusão da migração para AWS.

Qual serviço da AWS simplifica a migração de bancos de dados?

O AWS Database Migration Service (DMS) é o serviço da AWS especializado em migração de bancos de dados, projetado para transferir dados com mínima interrupção da operação. Ele suporta migrações homogêneas, como Oracle para Oracle, e heterogêneas, como SQL Server para Amazon Aurora, com sincronização contínua entre origem e destino até o momento da virada. 

As principais vantagens do DMS são: 

  1. Compatibilidade ampla: MySQL, PostgreSQL, Oracle, SQL Server, MongoDB e outros; 
  1. Sincronização contínua: mantém origem e destino em paralelo até o cutover; 
  1. Modelo de cobrança por tempo: paga-se apenas pelas horas em que o DMS está em execução; 
  1. Integração com o Migration Hub: visibilidade unificada do progresso. 

Para sistemas legados, é comum combinar o DMS com a migração para o Amazon Aurora, o que entrega ganhos de desempenho e custo em relação a bancos auto-administrados. Para o passo a passo completo da ferramenta, veja o guia sobre como funciona o AWS DMS.

Qual cloud tem o melhor custo-benefício: Azure, Google ou AWS?

Não existe um provedor com melhor custo-benefício absoluto: a resposta depende muito do perfil de uso, do compromisso de longo prazo e dos serviços que a empresa realmente consome. A AWS costuma se destacar pela amplitude do portfólio e pela flexibilidade de modelos de preço, enquanto o Azure tende a favorecer quem já opera no ecossistema Microsoft e o Google Cloud se sobressai em dados e machine learning. Na AWS, os principais mecanismos de economia são: 

  • Instâncias reservadas: contratos de 1 a 3 anos com descontos significativos em comparação às instâncias sob demanda, ideais para cargas de trabalho estáveis; 
  • Savings plans: descontos baseados em compromissos de gastos por hora, com flexibilidade para alternar entre tipos e regiões de instâncias; 
  • Free Tier: programa que oferece serviços gratuitos por 12 meses, com 750 horas mensais de instâncias EC2 e armazenamento S3, além de serviços gratuitos permanentes. 

Para uma análise lado a lado dos três provedores, com diferenças de arquitetura, suporte e presença no Brasil, consulte o comparativo entre Amazon Web Services, Google Cloud e Azure. 

 Quanto custa migrar para AWS?

O custo de migrar para a AWS depende de quatro fatores principais: volume de dados a transferir, complexidade das aplicações, estratégia escolhida entre os 7Rs e nível de modernização desejado. Migrações lift and shift tendem a ser mais baratas e rápidas, enquanto refatorações cloud-native envolvem maior investimento inicial, mas entregam ganhos operacionais mais expressivos no médio prazo. Os principais itens de custo da migração para AWS são: 

  1. Transferência de dados: para grandes volumes, o AWS Snowball, dispositivo físico enviado pela AWS, reduz custo e tempo em relação à transferência via rede; 
  1. Recursos computacionais e armazenamento: Amazon EC2, S3 e RDS são cobrados sob demanda, com descontos via Reserved Instances, Savings Plans e Spot, que chega a 90% de economia; 
  1. Modernização de sistemas legados: ajustes ou reescritas para aproveitar serviços gerenciados; 
  1. Licenciamento: novas licenças, conversão para modelos pay-as-you-go ou uso do AWS License Manager. 

Para o detalhamento completo de faixas de investimento e formas de reduzir a conta, veja o conteúdo dedicado aos custos da migração para a AWS.

Como otimizar os custos da migração para a AWS?

A própria AWS oferece três alavancas formais para reduzir o custo total da migração para AWS: 

  1. Migration Acceleration Program (MAP): créditos financeiros e suporte técnico, acessíveis via parceiros qualificados; 
  1. Modelos de precificação flexíveis: pay-as-you-go, Reserved Instances e Savings Plans ajustam o custo ao perfil de uso real; 
  1. Consultoria especializada: parceiros AWS Advanced e Premier estruturam a migração para maximizar incentivos, evitar desperdício e aplicar FinOps desde o dia 1. 

Quer dimensionar os custos da sua migração com previsibilidade? Fale com nosso time de Cloud Computing: modelamos TCO, identificamos elegibilidade ao MAP e desenhamos o plano de migração baseado nos 7Rs. 

Como a UDS apoia a migração para a AWS?

A UDS é AWS Advanced Consulting Partner, com 23 anos de mercado e operação especializada em migrações para a AWS, do diagnóstico ao go-live. Nosso método aplica as três fases oficiais do MAP, combinadas a uma camada interna de FinOps e cibersegurança que sustenta a operação após a migração. Na migração para AWS, atuamos em quatro frentes integradas: 

  1. Avaliação e business case: análise de portfólio, modelagem de TCO e priorização de ondas; 
  1. Provas de Conceito (PoCs): validação técnica antes da migração para reduzir risco; 
  1. Execução e modernização: aplicação das estratégias 7Rs por workload, com automação de provisionamento; 
  1. Sustentação e FinOps: governança contínua de custos, segurança e desempenho após o go-live. 

Cases de migração para AWS 

A UDS já conduziu projetos de migração para AWS em setores com exigências distintas de escala e disponibilidade. Dois deles ilustram bem o tipo de ganho que uma migração para AWS bem estruturada entrega: 

  • Mandic: modernização da plataforma de identidade e controle de acesso, com integração de logins unificados e otimização de APIs, o que gerou ganhos em escalabilidade e satisfação dos usuários; 
  • SKY DIRECTV GO: migração de infraestrutura para a AWS com redução significativa de custos e ganho de desempenho na entrega do serviço de streaming. 

Conheça outros cases de sucesso da UDS em projetos de nuvem e modernização. 

Perguntas frequentes sobre migração para AWS 

O que é a migração para a AWS?

A migração para AWS é o processo de mover aplicações, dados e infraestrutura de um ambiente local ou de outra nuvem para a Amazon Web Services. O projeto envolve mapear dependências, escolher a estratégia adequada para cada aplicação entre os 7Rs e executar a mudança em ondas, com validação antes de cada virada. 

Como migrar dados para a AWS?

Para migrar dados para a AWS, o caminho depende do volume. Bancos de dados são movidos com o AWS DMS, que mantém origem e destino sincronizados até o cutover. Para grandes volumes de arquivos, o AWS Snowball transfere fisicamente os dados, o que sai mais rápido e mais barato que a transferência via rede. 

Quais empresas usam a AWS?

Netflix, Airbnb, Spotify e diversas empresas brasileiras de tecnologia e serviços financeiros usam a AWS em produção. A Netflix é um dos casos mais citados, com a operação de streaming na nuvem da Amazon desde a conclusão da própria migração, em 2016. 

A AWS ainda vale a pena em 2026?

Sim. A AWS segue líder global em infraestrutura de nuvem, com o portfólio mais amplo de serviços gerenciados e presença no Brasil pela região de São Paulo. A pergunta mais útil não é se vale a pena, e sim qual estratégia dos 7Rs aplicar a cada workload para que o retorno da migração para AWS apareça já nas primeiras ondas. 

Quanto tempo leva uma migração para a AWS?

O prazo varia conforme o número de aplicações e a estratégia escolhida. Uma migração para AWS do tipo lift and shift, com poucos servidores, pode levar semanas. Já projetos corporativos com dezenas de sistemas e modernização costumam se estender por vários meses, organizados em ondas sucessivas. 

Como migrar servidores para a nuvem sem parar a operação?

O AWS Application Migration Service replica os servidores para a AWS enquanto o ambiente de origem continua em produção. A virada acontece apenas no cutover, em janela curta e planejada, o que mantém o downtime em minutos na maioria dos casos. 

Fale com um especialista da UDS e descubra como acelerar sua migração para AWS com previsibilidade, segurança e custo sob controle. 

UDS Tecnologia

A UDS Tecnologia é especialista em Desenvolvimento de Software sob medida, Cloud & DevOps, Inteligência Artificial e Outsourcing de profissionais de TI. Com mais de 20 anos de experiência, reconhecida como a empresa brasileira de tecnologia que mais cresce nas Américas e Top 3 no desenvolvimento de apps na América Latina, a UDS atua em mais de 30 países com uma abordagem high-end em Engenharia de Software e soluções tecnológicas para negócios de alta complexidade.
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