Os smartphones são parte integrante de nossas vidas, especialmente durante o período de pandemia, em que smartphones e seus aplicativos têm sido os mediadores de nosso contato com o mundo.

Este uso mais intenso dos aplicativos se traduz em lucratividade: de acordo com o Appsflyer, em 2020 os aplicativos brasileiros representaram 18% das instalações de apps na América Latina contra 8% em 2018. Sendo que a receita cresceu 50% durante a pandemia.

Muitas empresas brasileiras têm investido no ramo e procurado criar os próprios apps: o Brasil detém hoje a segunda colocação em desenvolvimento de aplicativos, segundo dados do Pew Research Center, Think tank americano que faz medição de tendências pelo mundo.

No entanto, a criação de um aplicativo é complexa e multidisciplinar e o investimento irá variar de acordo com cada projeto. 

Entenda como criar aplicativos de forma assertiva e as principais etapas envolvidas.


1. Ideação

O ponto de partida para criar um aplicativo é a ideia. Essa etapa se divide em duas partes: 

  • Criação do conceito, ou seja, a ideia principal do aplicativo;
  • Definição dos problemas que o app solucionará.

A primeira parte é baseada nas necessidades dos futuros usuários. Pesquisas de mercado e feedbacks de usuários reais são fundamentais.

Já a segunda parte é marcada pela definição dos problemas os quais o aplicativo irá propor para uma solução.

Durante esta etapa, é possível também estimar as funcionalidades e o design inicial do aplicativo.

2. Briefing ou instruções iniciais

Definido o conceito principal, hora de partir para o plano de ação efetivo, tendo como pontapé inicial a geração do briefing.  

Neste briefing será estimado:

  • Tempo a ser utilizado para o desenvolvimento;
  • Qual será investimento necessário;
  • Como será a interface, em suma, tudo o que deve ser feito para transformar a ideia inicial em realidade.

3. Definição de público-alvo e seleção de sistema operacional 

A escolha do sistema operacional (SO) é essencial: segundo o site Statista, o Android detinha 71% do mercado em janeiro de 2021, contra 27% do iOS e 0,6% dos demais sistemas operacionais de mobile, sendo que cada SO, pode exigir métodos de desenvolvimento distintos e linguagens de programação específicas.

Android

Este sistema operacional é o mais conhecido e operante com a maioria do mercado de celulares. 

Pode ser desenvolvido a partir de qualquer hardware (seja Mac, Windows, Linux, etc) e tem a vantagem de contar com um imenso público em potencial.

Além disso, seu código aberto permite que os desenvolvedores tenham um maior controle da plataforma.

Por estar presente em dispositivos distintos ao redor do planeta, o Android tem um ciclo de atualização mais lento, pois embora o sistema operacional tenha código aberto, seu funcionamento é configurado para diferentes hardwares, criando assim obstáculos para as atualizações.

IOS (Apple)

Embora tenha um número menor de usuários, a receita dos aplicativos IOS é mais alta. Além disso, o processo de desenvolvimento é considerado mais simples por conta das interfaces pré-existentes (embora deva partir de um hardware Mac como iMac ou MacBook).

Híbridos

Os aplicativos híbridos costumam não ser tão rápidos quanto os nativos (feitos especialmente para um sistema operacional, seja Android ou IOS).

Isto é, não são recomendados caso uma performance mais robusta seja necessária, porém, tem a vantagem da abrangência de público quase universal.

4. Squad especialista para criação do aplicativo

O desenvolvimento de aplicativos é uma atividade multidisciplinar que envolve diversos profissionais especialistas: 

  • Desenvolvedor;
  • Programador;
  • Designer; 
  • Analista de sistemas;
  • Arquiteto de Softwares;
  • UX e UI Designer; 
  • Gerente de Projetos;
  • entre outros.

Se o desenvolvimento de software não for o Core Business da empresa, é possível e viável terceirizar, o que faz com que a sua empresa tenha acesso a profissionais qualificados sem a necessidade de processo seletivo. 

Neste caso, é importante averiguar a possibilidade de um contrato de confidencialidade, para garantir que o aplicativo esteja resguardado de danos ou cópias.

5. Desenvolvimento

Tendo claro a ideia, o briefing e escolhidos os colaboradores, é possível partir para o desenvolvimento em si. Dentre as atividades desta etapa estão: design, prototipagem, codificação, testes, entre outras.

6. Lançamento

O aplicativo pronto será disponibilizado para o seu público real através das lojas de aplicativos: Play Store no caso do Android e Apple Store para iOS. 

Um detalhe importante é que essas duas lojas possuem custos de licenciamento diversos. 

O custo de licenciamento é de 30 dólares americanos na Play Store (sem necessidade de pagamento posterior), enquanto o investimento é de 99 dólares americanos anuais na Apple Store.


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