Você tem perfil para ser um desenvolvedor Full Stack?

Você tem perfil para ser um desenvolvedor Full Stack?

Você tem perfil para ser um desenvolvedor Full Stack? 1280 853 capptan

Apesar de não ser novo, o termo Full Stack sempre está em cena.

No Brasil, a demanda por este tipo de profissional só tem crescido. O aumento do investimento na transformação digital e a disseminação das startups são alguns dos fatores responsáveis.

Você já deve saber que um Full Stack, basicamente, reúne conhecimentos do front-end e do back-end. Ele consegue cuidar, sozinho, de todas as etapas do projeto, o que é comum em equipes enxutas.

A maior vantagem de investir na carreira é a financeira, prevê-se que os ganhos sejam maiores do que aqueles que trabalham apenas no front ou back-end.

Assim como em qualquer carreira há prós e contras, mas se há uma certeza é a de que o desenvolvedor Full Stack precisa ter essência de eterno aprendiz e gostar de planar por várias tecnologias.

Muitos dizem que ser Full Stack é ser o profissional que sabe muito, mas não consegue se especializar de verdade em nada. Preconceitos a parte, conheça-se bem e descubra o tipo de vaga que deseja ocupar: Full Stack ou especialista?

Um Full Stack pode ter uma gama maior de vagas disponíveis, já que seu leque de atuação é diversificado, no entanto, para as vagas que exigem alto nível técnico específico os especialistas terão preferência.

 

Leia: Competências esperados do profissional de TI em 2019

 

O que um Full Stack precisa saber

No geral, o desenvolvedor Full Stack precisa dominar toda a estrutura de produção do software e colocá-lo no ar, mas os conhecimentos irão variar de acordo com cada empresa e das tecnologias e técnicas que o time trabalha.

O dev que pretende se tornar um Full Stak deve buscar constantemente novos conhecimentos, nunca se esquecendo de focar um em específico.

 

Sabendo disso, vamos falar das técnicas e tecnologias que o Full Stack deve conhecer:

  • usabilidade: já sabendo da importância da experiência do usuário tem nos projetos, o desenvolvedor Full-Stack precisa ter a visão de usabilidade desde a concepção da funcionalidade.
  • controle de versão: é básico que qualquer desenvolvedor domine tecnologias como o Git e o SVN, seja ele Full Stack ou não;
  • linguagens de programação back-end: além de estudar a noção de lógica do back-end, o Full Stack precisa saber pelo menos uma linguagem como JavaScript, Java, C# ou PHP;
  • banco de dados: Essencial para  um Full Stack;
  • mobile: a abordagem padrão hoje é o ‘mobile first’. Devs do front-end costumam ter essa visão, mas quem vem do back-end pode se aprofundar mais;
  • infraestrutura e nuvem: conhecimentos como virtualização de máquinas, infraestrutura de redes e serviços de nuvem são muito bem-vindos para o desenvolvedor Full Stack;
  • linguagens de programação Front-End: JavaScript e HTML, por exemplo, são algumas das habilidades básicas de qualquer desenvolvedor Full Stack.

 

E aí, você já domina esses conhecimentos ou acha que tem facilidade em aprendê-los?

Ótimo, mas não se contente com esse nível jamais. Tenha a consciência que um bom desenvolvedor Full Stack deve estar em processo de evolução contínuo.

Até por que a tecnologia não para e muito menos as linguagens de programação. Você precisa se transformar e atualizar junto com elas.

 

É possível ser bom em tudo?

Humanamente falando, não!

E é aí que pode morar a ‘discórdia’ que mencionamos acima.

Um especialista, além de aprender para usar hoje, precisa se atualizar para continuar bom naquilo amanhã. Isso significa que o profissional deve estar sempre atento as tendências. E se o conhecimento é imenso em uma das frentes, front end por exemplo, imagine só ter que manter-se atualizado em todas elas.

Por isso, pode-se dizer que o desenvolvedor Full Stack sabe ‘se virar’ em tudo, mas ele precisará escolher um determinado conhecimento e aprofundar-se nele. Afinal, não dá para ser bom em tudo, não é?

Até por que não é apenas o front ou o back, o desenvolvedor Full-Stack precisa reunir outras características.

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Além da habilidade técnica, o que mais se espera do Full-Stack?

– Curiosidade;

– Sede por conhecimento;

– Comprometimento;

-Visão de negócios.

 

Ser curioso e sedento por aprendizado é indispensável para quem sabe que não pode parar no tempo.

Para ser múltiplo não dá para focar toda a atenção em um único assunto, precisa saber a hora de alternar o foco e ter controle sobre ele.

Em qualquer área se espera que o profissional se comprometa e vista a camisa. Um desenvolvedor Full Stack não é diferente, principalmente por que o resultado pode depender apenas dele (dependendo do caso).

Mas, é preciso entender de negócios também? Elementar, meu caro! É o desenvolvedor Full Stack que lida com toda a estrutura de desenvolvimento e deve apontar possíveis problemas e sugerir soluções. Para isso ele precisa estar atento ao mercado, só assim poderá ser um ponto focal da área de desenvolvimento como um todo.

 

Por onde começar?

Front ou back-end, por onde começar?

Talvez a melhor resposta seja começar por aquele que te deixe mais confortável. Alguns preferem aprender os dois simultaneamente, desenvolvendo o front e o back-end de cada funcionalidade antes de passar para a próxima.

Mas, talvez o front-end seja um bom ponto de partida, pois ele te dará uma noção melhor dos tipos de dados e informações que precisarão ser armazenados no banco de dados, além de focar no layout, design e apresentação do conteúdo. Dessa forma, quando você passar para back-end, já terá um sistema funcional, faltando somente inserir dados dinâmicos.

 

Quais certificações tirar?

Para alavancar sua carreira como desenvolvedor Full Stack sugerimos os seis principais cursos e certificações:

– No front-end: HTML, CSS, JavaScript e Angular JS;

– No back-end: Python e MySQL.

 

E aí, você tem perfil Full Stack?

Conte para gente e aproveite para entrar em contato com o nosso recrutamento.

 

 

 

 

 

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