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Desenvolvedor júnior, pleno e sênior trabalhando
Desenvolvedor júnior, pleno e sênior trabalhando

Desenvolvedores Júnior, Pleno e Sênior: qual a melhor contratação para o meu negócio?

Entre as mais promissoras do mercado de trabalho, a área de Tecnologia da Informação tem previsão de criar cerca de 800 mil novos postos em 5 anos no Brasil, segundo Associação das Empresas de Tecnologia da Informação. Tal cenário se mostra como um desafio para empresas e startups, que precisam contratar os profissionais certos para seus projetos, afinal, uma contratação inadequada pode resultar em perda de tempo, dinheiro e até comprometer o sucesso do negócio. Como saber então se a seleção ideal é de um desenvolvedor júnior, pleno ou sênior?

Neste artigo, expliquemos as principais distinções entre esses três níveis, com base em critérios como experiência e habilidades. Ainda, iremos explorar suas responsabilidades, salientando o que a empresa pode esperar ao contratar cada um deles. 

Continue a leitura deste artigo para e saber mais. 

O que faz um desenvolvedor júnior?

Ele está em início de carreira e tem, portanto, menos de 5 anos de experiência, embora estimar o tempo de atuação possa ser bastante relativo como medidor de expertise para esses profissionais, seja qual for o nível. Tendo isso em vista, o desenvolvedor júnior foca-se em tarefas mais simples e rotineiras, como a criação e edição de códigos, a execução de testes unitários e a interação com banco de dados e APIs.

Para avançar em seus conhecimentos e desenvolver novas habilidades, ele depende do suporte de colegas. Isso significa que, ao contratar um profissional com esse perfil, é preciso contar com outros profissionais da mesma área, considerando seu conhecimento rudimentar, habilidades limitadas em códigos e sua especialização em uma linguagem específica. 

Apesar disso, esse profissional é eficaz para resolver pequenos problemas e auxiliar em tarefas menos complexas, sendo fundamental para a equipe de desenvolvimento como fonte de novas ideias.

Características:

  • É responsável por tarefas simples e rotineiras;
  • Executa testes unitários básicos e trabalha com banco de dados e APIs;
  • Tem conhecimento básico de práticas de segurança de back-end;
  • Recebe orientação de desenvolvedores mais experientes;
  • Participa ativamente nas revisões de projetos e códigos;
  • Geralmente especializado em uma linguagem de programação específica;
  • Colabora na coleta e documentação dos requisitos do usuário;
  • Possui conhecimentos básicos em alguma estrutura de framework.

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O que faz um desenvolvedor pleno?

Ele tem de 5 a 8  anos de experiência, e destaca-se pela capacidade de lidar com funcionalidades complexas de forma independente. Além de possuir um conhecimento aprofundado das tecnologias utilizadas, o desenvolvedor pleno é proficiente na resolução de problemas complexos e no desenvolvimento de funcionalidades que exigem um entendimento aprimorado.

Além disso, esse profissional se sobressai por sua competência em todas as fases do ciclo de vida do Desenvolvimento de Software, demonstrando proatividade, capacidade de assumir riscos e resolver problemas críticos de forma autônoma Ele é habilidoso em configurar ambientes sem a necessidade de supervisão constante, sendo um profissional completo e seguro.

Características:

  • Executa o desenvolvimento de funcionalidades complexas;
  • Desenvolve e executa testes unitários e de integração;
  • Trabalha com arquitetura de software e implementa práticas de segurança recomendadas;
  • Identifica e resolve gargalos de desempenho;
  • Pareia com profissionais menos e mais experientes;
  • Domina metodologias ágeis variadas;
  • Implementa soluções do início ao fim;
  • Trabalha em vários projetos simultaneamente;
  • Configura sozinho todo o ambiente de desenvolvimento;
  • Conhecimento de design patterns;
  • Possui independência no trabalho;
  • Demonstra domínio das principais tecnologias da empresa.

O que faz um desenvolvedor sênior?

No topo da hierarquia da profissão, encontramos os desenvolvedores sênior, que possui  8 anos de experiência ou mais. Esse profissional transcende as responsabilidades convencionais, destacando-se na concepção e implementação de arquiteturas para sistemas back-end escaláveis e de alto desempenho. Sua expertise envolve análise crítica, proposição de melhorias técnicas e estratégias abrangentes de teste.

Ademais, o desenvolvedor sênior oferece insights valiosos à equipe, baseados em desafios superados, e consegue prever cenários complexos não mapeados, antecipando problemas e soluções que podem surgir durante o trabalho. É essa visão de futuro, principalmente, que o difere do profissional pleno. 

Características:

  • É responsável por tarefas inovadoras e de alta complexidade;
  • Projeta e implementa a arquitetura de sistemas back-end escaláveis;
  • Analisa e propõe melhorias técnicas e de performance;
  • Projeta e implementa estratégias abrangentes de teste, incluindo testes automatizados;
  • Participa de processos de tomada de decisão;
  • Treina e capacita equipes de desenvolvimento;
  • Tem uma compreensão profunda do negócio;
  • Possui alto nível de conhecimento sobre as tecnologias da empresa;
  • Tem capacidade de liderança para delegar tarefas e acompanhar as entregas;
  • Conhecimento avançado de design patterns;
  • Realiza mentoria da equipe e dá suporte para desenvolvimento de novos talentos.

O que ter em mente na hora de contratar?

Contratar o desenvolvedor certo pode ser crucial para o sucesso de um projeto e para a dinâmica eficaz da equipe. Abaixo você confere alguns pontos a serem considerados ao escolher o nível adequado de desenvolvedor.

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1. Complexidade do projeto: avalie se é mais adequado um júnior, para projetos simples, ou um sênior, para tarefas complexas.

2. Tempo de onboarding: considere o tempo disponível para integração, principalmente em projetos de curto prazo. Quanto mais experiente o profissional, mais fácil será o processo.

3. Diversidade de habilidades: busque uma equipe com diversas habilidades para abordar diferentes desafios. Se você já tem um desenvolvedor júnior, o ideal é buscar por um pleno ou sênior.

4. Habilidades interpessoais: avalie habilidades de comunicação e colaboração, além das competências técnicas.

5. Capacidade de resolução de problemas: escolha com base na complexidade dos problemas a serem enfrentados. Um desenvolvedor júnior não irá entregar as capacidades de um desenvolvedor sênior.

6. Adaptação: esteja aberto a ajustes de contratação conforme a evolução do projeto.

7. Avaliações técnicas: utilize testes práticos para garantir a competência técnica necessária.

8. Crescimento futuro: se for válido, escolha alguém capaz de liderar e dimensionar para o crescimento estratégico do negócio.

9. Orçamento: e claro, ajuste a contratação conforme o orçamento disponível.

Senioridade em grandes projetos

Em grandes projetos, a presença de profissionais seniores é mais do que uma escolha estratégica; é um investimento no sucesso do projeto. Esses especialistas possuem uma capacidade única de autogestão, sendo criteriosos e resolutivos diante de desafios complexos. 

Na UDS Tecnologia, reconhecemos a importância de contar com uma equipe majoritariamente composta por profissionais seniores. Sua habilidade de liderança, compreensão aprofundada das tecnologias envolvidas e comprometimento com padrões elevados de entrega contribuem diretamente para a eficiência e a qualidade de grandes projetos. 

A autonomia e a experiência desses profissionais não apenas impulsionam a execução, mas também desempenham um papel vital no alcance de resultados excepcionais, consolidando-se como um diferencial estratégico na entrega de soluções de alto impacto.

Contudo, é realidade também que muitas empresas enfrentam o desafio de encontrar os profissionais certos, com o nível de conhecimento desejado e a capacidade de adaptação ágil que ambientes tecnológicos demandam. É a partir dessa dificuldade que a UDS busca compartilhar sua expertise e tecnologia em recrutamento com a sua empresa. 

Quer saber como a gente te ajuda a encontrar o perfil certo? 

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Tainá Aquino

Jornalista, especialista em copywriting e estrategista de conteúdos de tecnologia na UDS.

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